Cadeira Sutra - Sexualidade Activa

O livro mexicano da editora Aktiva do autor Arturo Valdez, Silla Sutra - Sexualidade Activa (Cadeira Sutra na nossa tradução), no qual ele orienta como o deficiente pode descobrir uma nova maneira de prazer, o orgasmo, higiene íntima, lubrificação e posições recomendadas para ele e ela.

O "Cadeira Sutra" é uma maneira de ver a sexualidade e sensualidade das pessoas com deficiência física e também todos o tipos de limitações físicas, mentais e emocionais. Através de especialistas ver se realmente tem soluções teóricas ou científicas recomenda para melhorar a prática e funcional a partir da experiência pessoal e ponto de vista como uma pessoa que ama, sente, move-se, desfrutar e viver com o que você tem e não o que você deixou de ter.

Ações desfrutar a sexualidade e sensualidade, sem julgamentos ou pensamentos errados por falta de informação e orientação, mas com responsabilidade e beneficiar a si mesmo e outras pessoas.

Quais são as consequências ou efeitos de uma lesão da medula espinhal?

Podemos conversar sobre sexualidade e sensualidade?

E sobre a disfunção erétil, ou falta de lubrificação, ejaculação e orgasmo em homens e mulheres com lesão medular?

Se não há nenhum sentimento abaixo da lesão, que pode ser feito e como se sente?

Higiene para a urina, íntimo de rotina, uso de drogas, etc. Assim como várias posições recomendadas por ele e para ela.
Fonte: Ser Lesado

Comentários

  1. Trinta e tal atrás, realizou-se o primeiro congresso nacional de deficientes, para o qual fui, a exemplo de muita gente, convidado a título pessoal. Quando eu e um conjunto de outras pessoas quisemos fazer uma comunicação sobre a oportunidade e a necessidade de estes temas serem também abordados, e não apenas os de carácter reinvindicativo nos planos económico e social, houve uma tentativa de boicote por parte da organização, que só não foi conseguida porque um dos congressistas de maior prestígio ameaçou abandonar os trabalhos se tal acontecesse. Mesmo assim, quase fui insultado em público por imoral e, como não podia deixar de ser, "reaccionário ou amigo de reaccionários".
    Um dia hei-de contar esta e outras histórias macacas sobre o país que somos.
    Abraço.

    ResponderEliminar
  2. Ó Joaquim Simões, adoro saber estas histórias...nem imagina quanto! Isso faz-nos crescer e ter ainda mais certezas sobre a necessidade de mesmo acamados, cheios de dores/febre e muitas vezes em estados muito piores, continuarmos a luta e não adormecermos.
    30 e tal anos...o meu amigo anda nisto há muito tempo. Não fazia ideia.
    Tem que nos presentear com essas valiosas histórias. Pense nisso.
    Fique bem.

    ResponderEliminar
  3. Amigo,
    Aqui está um tema que continua culturalmente no nosso país tema tabu – a sexualidade, embora vejamos avanços legislativos ao nível pela informação, não discriminação e liberdade sexual. Ainda se omite discutir a sexualidade no contexto escolar, quando tal é já obrigatório, sob a égide de preconceitos morais e normas hipócritas...
    A sexualidade na deficiência... o quarto escuro continua por iluminar, muito desconhecimento.... atitudes que impedem o direito do livre exercício da sexualidade, do amar, do ser amado qualquer que seja a deficiência (até deficiente mental...?? Sim!!!)
    Venham acções educativas, iniciativas pedagógicas dirigidas a famílias, pais, casais... onde exista partilha, esclarecimentos, ajudas mútuas... diálogos abertos, terão muitos participantes acredito!

    Joaquim Simões, também gostaria que partilha-se as "histórias macacas"... serão "preciosidades" com certeza!

    Abraço.
    Sininho

    ResponderEliminar
  4. É verdade, Sininho! Infelizmente a palavra "sexo" ainda continua a assustar muita gente. No mundo da deficiência ainda mais.
    Resta-nos a nós, que a enfrentamos naturalmente, continuar a falar nela.
    Fica bem.

    ResponderEliminar
  5. Só hoje li todos os teus artigos sobre "sexualidade" e SUBSCREVO que ainda há mt trabalho a fazer...
    Bjs e fica bem
    Muita Luz
    Isa

    ResponderEliminar
  6. Pouco a pouco chega-se lá.
    Mentes vão-se abrindo graças a todos nós que falamos nestes temas sem hipocrisias.
    Fica bem

    ResponderEliminar

Enviar um comentário