Foi Lançada Primeira Plataforma de Cuidadores em Portugal

A plataforma tem como objetivo proporcionar aos chamados cuidadores informais informação e conhecimento de técnicas de prestação de cuidados, com base nas necessidades dos utentes e novas práticas já em desenvolvimento em Portugal e também internacionalmente.
Paralelamente, destina-se também aos profissionais de saúde e empregadores interessados em colaborar com os cuidadores informais.

O projeto conta com o apoio da Misericórdia do Porto, Câmara do Porto, Provedoria da Justiça, Administração Regional de Saúde do Norte e da Autoridade para as Condições do Trabalho
A partir desta data o Provedor António Tavares e o vereador da Ação Social Manuel Pizarro são os novos embaixadores da Plataforma Cuidadores Portugal, a convite dos promotores da Plataforma, Bruno Alves e Ana Ribas Teixeira. 
 
Durante a sua intervenção, na sessão de abertura, O Provedor António Tavares apresentou um programa pioneiro desenvolvido pela Misericórdia do Porto, denominado Chave de Afetos, que abrange mais de 150 utentes. O Chave de Afetos destina-se a apoiar idosos em situação de solidão, através de teleassistência e apoio domiciliário direto e ao mesmo tempo pretende contribuir para o retardamento da institucionalização das pessoas idosas, o que constitui atualmente um problema social, para o qual não existem respostas públicas. 
 
António Tavares aproveitou para antecipar o lançamento de dois novos projetos que a misericórdia vai lançar, em parceria com outras entidades, já em outubro: “ Muito em breve, vamos anunciar um novo projeto local em Portugal que visa promover o envelhecimento ativo. Queremos desenvolver um cluster para esta área, com a participação de várias entidades, que estão neste momento a ser contactadas para o efeito”. 

O Provedor anunciou ainda que a SCMP e a administração regional de saúde vão avançar com um projeto-piloto baseado no conceito “O médico em casa”. Este apoio tem como objetivo apoiar as pessoas em convalescença, colaborando, assim com as famílias, ou mesmo substituindo-as em casos de maior necessidade.

Fonte e mais informação: Misericórdia do Porto

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