Deficientes militares querem salvaguardar direitos

O presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA) disse esta quinta-feira esperar que o parlamento aprove "a breve trecho" um diploma, que designa como Carta Magna, para garantir "a salvaguarda dos direitos dos deficientes militares".


José Arruda discursava na Assembleia da República, que distinguiu a ADFA com o Prémio Direitos Humanos 2015 e por ocasião do Dia Internacional dos Direitos Humanos.

O presidente da ADFA manifestou também a expectativa de ver o Parlamento consagrar em lei o plano de ação para apoio aos deficientes militares, recém-criado pelo Ministério da Defesa em resposta "aos anseios e preocupações manifestadas" pela associação, referiu José Arruda.

O presidente da ADFA lembrou ainda a génese da criação da associação, 19 dias após o 25 de Abril, e a luta desenvolvida desde então: "Procurámos visibilidade e reconhecimento social e político de forma a garantir que não caíssemos no esquecimento, como aconteceu com os homens da I Guerra Mundial, que o Estado votou ao ostracismo e à miséria.

Fonte: DN

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