quarta-feira, 8 de junho de 2016

Volei sentado: Precisam-se de atletas

O A.E.Felgueiras é um clube recente com base na Escola Básica e Secundária de Felgueiras, Pombeiro de Ribavizela.

A cada momento pretende aumentar e alargar a sua oferta quer aos alunos da escola quer a toda a comunidade envolvente. 



Para isso pretende criar brevemente o Paravolei que engloba o inVolei e o Voleibol Sentado. O Voleibol Sentado leva-nos a contactar com vocês. É para vocês que é destinado. Dar a possibilidade de Todos serem atletas e Todos vivenciaram a prática desportiva. 

O Voleibol Sentado é técnico e difícil. O Voleibol Sentado dá espetáculo! 

Para mais informações: tiago.lab@gmail.com facebook: A.E.Felgueiras - Voleibol

No lar do Centro de Apoio Social da Carregueira, as nossas plantas podem-nos acompanhar

Sair das nossas casas e deixar tudo para trás é muito doloroso. No lar do Centro de Apoio Social da Carregueira, pelo menos as nossas plantas/flores podem-nos acompanhar.

Eu trouxe uma que me pertence desde o falecimento da minha mãe. Ficaria muito triste se fosse obrigado a separar-me dela. Olhá-la todos os dias faz-me muito bem.

Ei-la (a vermelha):

Dos meus amigos:


O jardim das aromáticas:









































Dentro do desenraizamento que somos obrigados, manter algumas raízes faz-nos muito bem.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Passou a estar na lei: deficientes e grávidas têm sempre prioridade nas filas

Cenário 1: hora de jantar, restaurante cheio, fila à porta, pessoas à espera de mesa. A situação é banal. Com o decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros, nesta quinta-feira, há um factor que deve passar a ter em conta: pessoas com deficiência, grávidas e idosos com “evidente” limitação das suas funções físicas ou mentais passam a ter direito a atendimento prioritário. Neste caso, têm direito a uma mesa antes de quem está na fila, à espera.

O decreto-lei diz que todas as entidades “públicas e privadas, singulares e colectivas que prestem atendimento presencial ao público” passam a ter de garantir atendimento prioritário a grupos da população mais vulneráveis.

“Esta legislação é o exemplo de legislação que seria desnecessária se conseguíssemos aplicar no nosso dia-a-dia uma coisa simples que se chama bom senso”, reconhece a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes.

Há multas previstas para os estabelecimentos que não garantam a prioridade, tal como o PÚBLICO já havia avançado no fim de Abril, quando o diploma começou a circular para auscultação dos parceiros sociais. Estas podem variar, nos seus limites máximos, entre os 1000 e os 2000 euros (conforme a entidade infractora seja uma pessoa singular ou colectiva).

“Acontece que o bom senso não é algo transversal e isso exigiu esta definição em decreto-lei”, prossegue Ana Sofia Antunes. “Em termos práticos, o que muda é que uma obrigação que já existia para serviços públicos — muito embora para muitas pessoas não fosse claro se era ou não uma obrigação ou se era uma regra de comportamento social — passa a ser aplicada, também, noutros contextos, nomeadamente nos estabelecimentos particulares, em empresas privadas”, diz a governante, em declarações ao PÚBLICO.

Os deficientes devem poder trabalhar menos horas?

Mafalda Lira passou por dois linfomas, quer trabalhar, mas não consegue fazê-lo a 100% e, por isso, decidiu lançar uma petição pelo direito à redução do horário de trabalho para pessoas portadoras de deficiência,

A professora, de 37 anos, explicou à agência Lusa que a ideia da petição surgiu a título particular, por possuir uma incapacidade multiuso de 70%, durante cinco anos, atribuída precisamente por ter no seu histórico de vida dois linfomas, de dois tipos diferentes.

"Surgiu pelo meu histórico e pela necessidade de estar activa e trabalhar, mas, por outro lado, por conselho médico de ver-me impossibilitada para o fazer", explicou, lembrando as limitações em termos de cansaço e de todo o stress provocado pela "profissão exigente".

O primeiro linfoma surgiu aos 22 anos, quando acabava a licenciatura de Matemática, o segundo há menos tempo, após ter tido o primeiro filho, enquanto terminava o doutoramento, ao mesmo tempo que dava aulas na universidade.

Teve de passar para o ensino secundário, recordando que é menos exigente, embora o stress de ensinar jovens também aqui se encontre e a desgaste. No entanto, e devido a possibilidades de recaída, há dias que não está a 100% e trabalhar menos duas horas por dia, com a mesma remuneração do tempo total, seria o ideal para si.

"Senti que deveria haver legislação que no fundo protegesse as pessoas para puderem ingressar no mercado de trabalho num ritmo não tão acelerado", disse, explicando que durante cerca de ano e meio ficou de baixa médica quando era sua vontade retomar o trabalho.

Por este facto, e constatando que só há duas opções — ou estar de baixa ou trabalhar a 100% —, Mafalda Lira decidiu criar a petição, de forma a possibilitar que quem tenha uma incapacidade superior a 60% possa trabalhar de acordo com as suas limitações.

"Actualmente, não há nenhuma protecção que permita às pessoas enveredar no mercado de trabalho de acordo com as limitações que têm, com a incapacidade decretada por junta médica e devidamente comprovada. Com uma incapacidade superior a 60%, as pessoas têm muitas limitações", frisou.

Mafalda Lira avançou ter contactado algumas instituições, entre as quais o Ministério da Educação, para tentar perceber se havia alguma lei que protegesse quem possui uma incapacidade superior a 60%, mas verificou que apenas há isenção do Imposto Único de Circulação, alguns benefícios fiscais e também na compra de habitação, mas sublinhou que, no seu caso, foi-lhe recusado o seguro de vida aquando da compra de casa.

"O que eu peço é que, uma vez que aquilo que existe para nós, [pessoas] com incapacidade, que pouco significa, se repense sim numa redução da carga horária em proporção com a incapacidade que as pessoas têm", sublinhou.

Mafalda Lira lamentou ainda o facto de conhecer pessoas que "com 30 e poucos anos foram obrigadas a pedir a reforma antecipada", um caminho que não quer seguir, apesar de, muitas vezes, pensar que seria o mais fácil.

"Ou então estou de baixa, volto ao mercado de trabalho e não consigo corresponder às solicitações que tenho. Meto baixa, os contribuintes pagam para a pessoa estar em casa. Faz-me confusão que só existam estas duas situações de extremos e não uma intermédia como a que estou a sugerir", explicou.

A petição Pelo direito à redução do horário de trabalho para pessoas portadoras de deficiência, declarada por atestado médico de incapacidade multiuso encontra-se na plataforma online peticaopublica.com e tem, até ao momento, 187 assinaturas.

Fonte: Público

Conheça alguns joysticks criados para pessoas com deficiência física

Muitos jogos são considerados mais do que entretenimento. São uma forma de terapia para vários tipos de deficiência mas, por causa das limitações motoras que estas condições podem causar, nem todos conseguem jogar normalmente.


Para contornar essa situação, algumas pessoas e empresas criaram controles de videogames acessíveis para todos. Nesta lista, organizada pelo TechTudo, você conhecerá alguns destes joysticks e saberá como eles ajudam os deficientes a curtirem melhor os games.

Desfile pela inclusão

A Associação Quinta das Pontes tem o prazer de anunciar que vai realizar dia 17 de Junho de 2016, pelas 21h, no Hotel Duecitânia em Penela o "Desfile pela Inclusão".

Vamos contar com uma colecção feita especialmente para este evento pelos alunos do curso de Design de Moda da Universidade da Beira Interior e com a participação especial de roupas cedidas pelo estilista internacional, vencedor de um Globo de Ouro, Luís Buchinho.

Esse desfile irá decorrer no Hotel Duecitânia e está pensado para ser um evento com glamour, classe e acima de tudo que honre e dignifique todos os intervenientes, manequins e estilistas.

Durante esta noite, que se pretende solidária e divertida vamos contar com algumas surpresas!

NÃO FALTE!!! PARTICIPE!!

Enviado por email

Salvador - Podias ser tu: Programa de TV sobre deficiência

Série de 3 programas de caráter institucional, tratando a temática da deficiência. 


O apresentador Salvador Mendes de Almeida reaparece num novo formato cheio de novas surpresas e de grandes convidados.

O programa vai para o ar todos os sábados pelas 11h45 da manhã.

Mais informação AQUI

15.ª edição da Plural&Singular - Revista Trimestral Dedicada à Temática da Deficiência

Não desistir e aprender a aceitar é a “chave” para se seguir com a vida depois de uma amputação. Quem passa por isto diz que não é fácil, porque além do impacto psicológico da perda do membro, é necessário lidar com a dolorosa e lenta reabilitação e é preciso encarar a burocracia associada, a falta de acessibilidades e a demora em obter as próteses. Mas é possível “voltar a viver” e a Associação Nacional dos Amputados propõe-se a ajudar. “Aprender a viver depois da amputação” é exatamente o tema de capa desta 15.ª edição.

Aproveitamos também para avançar quem será o terceiro membro do júri para o 3.º concurso “A Inclusão na Diversidade”: o Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Álvaro Laborinho Lúcio, aceitou o convite da Plural&Singular e vai colaborar na escolha das melhores fotos de 2016. E por falar em fotos… Decidimos lançar um desafio a TODOS: faça parte da Seleção “Paparazzis da Inclusão” e envie-nos “Flashes Inclusivos”.

Já na secção Tecnologia e Inovação, eis o Braille Bricks For All, um brinquedo que alia aos convencionais Legos a inclusão, de uma forma, que não podia deixar de ser, lúdica. Enquanto na Saúde e Bem-Estar, destaque para a Associação Portuguesa de Terapias Equestres e Complementar que realiza a 25 e
26 de junho um Fórum Ibérico de Intervenções Assistidas com Cavalos.

No Desporto iniciamos a contagem decrescente para Rio2016. O Comité Paralímpico de Portugal já convidou o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa para estar presente nos Paralímpicos que se realizam em setembro no Brasil. Portugal já sabe que estará representado em sete modalidades, duas das quais novas e, em entrevista à Plural&Singular, o chefe de Missão Rui Oliveira confessou que já se pensa em Tóquio2020. Nota para Ana Mota Veiga que vai estrear-se na equitação mas o sonho já começou a ser cumprido cá – esta é a atleta que preenche a rúbrica “Perfil”.

Sabia que os Caminhos de Santiago, à passagem por Braga, já são acessíveis a pessoas com mobilidade reduzia? O trabalho está a ser feito pela Associação de Ocupação Constante que também já criou outras rotas e realiza anualmente dezenas de atividades, envolvendo além da deficiência motora, invisuais e pessoas com eficiência intelectual.

Em maio decorreu o Portugal Economia Social, um evento que, em mais de 60 horas de debate e com uma mostra com 150 empresas e entidades, quis apostar no reconhecimento, dinamismo e fortalecimento do setor português da economia social. A Plural&Singular, que foi responsável pela divulgação do evento junto dos seus leitores, marcou presença com um stand e percorreu a feira de lés-a-lés para falar com as entidades que trabalham na área da inclusão das pessoas com deficiência.

Faça AQUI o download da revista. 

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Aprovada Lista Homologada de Produtos de Apoio 2016

Foi publicada, no Diário da República, o Despacho n.º 7197/2016, que aprova, a Lista Homologada de Produtos de Apoio, constante no anexo I, e a Lista de produtos de apoio reutilizáveis, no anexo II.


O anexo I identifica os produtos de apoio de prescrição médica obrigatória, bem como os que são prescritos por equipa técnica multidisciplinar. A composição da equipa técnica multidisciplinar, consta do anexo I, consoante o produto de apoio a prescrever.

No anexo II são identificados os produtos de apoio reutilizáveis.

Identifica ainda a composição da equipa técnica multidisciplinar consoante o produto de apoio a prescrever.

O Despacho determina ainda que os produtos de apoio com os códigos ISO 04 24 09, 04 24 12, 09 48 03 e 09 48 06, 22 24 06, para que sejam prescritos, têm de apresentar características que permitam compensar, claramente, as limitações funcionais e restrições ao nível da participação no contexto de vida das pessoas com deficiência.

Para saber mais consulte:

Despacho n.º 7197/2016 

Fonte: INR