15.ª edição da Plural&Singular - Revista Trimestral Dedicada à Temática da Deficiência

Não desistir e aprender a aceitar é a “chave” para se seguir com a vida depois de uma amputação. Quem passa por isto diz que não é fácil, porque além do impacto psicológico da perda do membro, é necessário lidar com a dolorosa e lenta reabilitação e é preciso encarar a burocracia associada, a falta de acessibilidades e a demora em obter as próteses. Mas é possível “voltar a viver” e a Associação Nacional dos Amputados propõe-se a ajudar. “Aprender a viver depois da amputação” é exatamente o tema de capa desta 15.ª edição.

Aproveitamos também para avançar quem será o terceiro membro do júri para o 3.º concurso “A Inclusão na Diversidade”: o Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Álvaro Laborinho Lúcio, aceitou o convite da Plural&Singular e vai colaborar na escolha das melhores fotos de 2016. E por falar em fotos… Decidimos lançar um desafio a TODOS: faça parte da Seleção “Paparazzis da Inclusão” e envie-nos “Flashes Inclusivos”.

Já na secção Tecnologia e Inovação, eis o Braille Bricks For All, um brinquedo que alia aos convencionais Legos a inclusão, de uma forma, que não podia deixar de ser, lúdica. Enquanto na Saúde e Bem-Estar, destaque para a Associação Portuguesa de Terapias Equestres e Complementar que realiza a 25 e
26 de junho um Fórum Ibérico de Intervenções Assistidas com Cavalos.

No Desporto iniciamos a contagem decrescente para Rio2016. O Comité Paralímpico de Portugal já convidou o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa para estar presente nos Paralímpicos que se realizam em setembro no Brasil. Portugal já sabe que estará representado em sete modalidades, duas das quais novas e, em entrevista à Plural&Singular, o chefe de Missão Rui Oliveira confessou que já se pensa em Tóquio2020. Nota para Ana Mota Veiga que vai estrear-se na equitação mas o sonho já começou a ser cumprido cá – esta é a atleta que preenche a rúbrica “Perfil”.

Sabia que os Caminhos de Santiago, à passagem por Braga, já são acessíveis a pessoas com mobilidade reduzia? O trabalho está a ser feito pela Associação de Ocupação Constante que também já criou outras rotas e realiza anualmente dezenas de atividades, envolvendo além da deficiência motora, invisuais e pessoas com eficiência intelectual.

Em maio decorreu o Portugal Economia Social, um evento que, em mais de 60 horas de debate e com uma mostra com 150 empresas e entidades, quis apostar no reconhecimento, dinamismo e fortalecimento do setor português da economia social. A Plural&Singular, que foi responsável pela divulgação do evento junto dos seus leitores, marcou presença com um stand e percorreu a feira de lés-a-lés para falar com as entidades que trabalham na área da inclusão das pessoas com deficiência.

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