sábado, 26 de novembro de 2016

Qual o melhor veiculo adaptado: Preciso da vossa ajuda

Pois é. O facto do Centro de Apoio Social da Carregueira me ter contratado, leva-me a ter a possibilidade de realizar alguns sonhos. Um deles é ter o meu primeiro veículo adaptado, mas preciso da vossa opinião.

Tenciono adquirir um veículo adaptado. Tem de ser um veículo que permita ser adaptado de maneira a transportar até duas cadeiras de rodas elétricas em simultâneo, uma delas posicionada ao lado do condutor, outra na segunda fila. Ou ambas na segunda fila, ou ainda a hipótese de uma cadeira seguir na segunda fila e outra na terceira, e para além disso tem de possuir algum espaço para transporte de cadeira de banho, etc. e capacidade para transportar pelo menos mais 4 pessoas sentadas em poltronas.

Já experimentei alguns modelos, mas continuo com muitas dúvidas. Tenho carta, conduzi alguns anos, minha tetraplegia foi causada num acidente de viação enquanto conduzia, mas conduzia por obrigação, nunca por prazer…estava familiarizado com carros, mas nunca me seduziram e nem fiz questão em sê-lo, daí maior dificuldade em escolher.

Experimentei:

-Caddy da Volkswagen: http://www.transvetra.pt/manuais/Caddy%20especial%20Taxi%20%20TPMR%20-%20PVP%20%20transformacao%20%202013.pdf descartei-a porque não se vê praticamente nada do exterior a partir de dentro do veículo e tem pouca capacidade.

-Kia Soul eMotion, Chevrolet Orlando Tour e Lancia Voyager: http://www.veiculosacessiveis.com/ nenhum modelo reúne as condições desejadas.

-Logan da Dacia também não: http://www.transvetra.pt/produtos.aspx?id=50 , mas o modelo Lodgy: http://www.dacia.pt/gama-dacia/lodgy/? Agrada-me. Aguardo resposta a questões colocadas às empresas de adaptação.

-Citroen Berlingo: http://www.transvetra.pt/manuais/Apresentacao_Citroen%20BerlingoTPMR2013PVP%20Transformacao.pdf també não.

-Peugeot Partner: http://www.transvetra.pt/manuais/Apresentacao%20Peugeot%20PartnerTPMR2013PVP%20Transformacao.pdf idem

-Renault Kangoo: http://www.transvetra.pt/produtos.aspx?id=49 também é muito limitada em termos de capacidade de transporte, mas a Trafic: http://www.renault.pt/gama/transformados/veiculos-transformados/#gama_de_veiculos_transformados já me agrada. Este modelo foi o único que até ao momento reúne a maioria das condições que pretendo, mas nunca o experimentei e tenho algumas dúvidas, como por exemplo a visibilidade do exterior.

-Mercedes Vito também se vê muito mal a partir do seu interior.

Resumindo, estou inclinado para o modelo Trafic da Renault, mas preciso de opiniões e conhecer outros modelos caso existam.

Estou surpreendido pela negativa com as empresas de adaptação pela demora e falta de interesse em dar resposta. Das 3 empresas de transformação de veículos que contatei, já me incompatibilizei com a VTE: http://www.veiculosacessiveis.com/ exatamente pelo motivo que referi e sinto em relação ás outras empresas: demora em responder. Da TotalMobility: http://www.totalmobility.pt/ e Transvetra: http://www.transvetra.pt/produtos.aspx?id=5 já desisti, por não terem respondido até ao momento e não é por falta de insistência.

Sobre processo de adaptação e seu financiamento está tudo bem. Tenho a possibilidade do seguro ou o IEFP o financiar. A prescrição também já a tenho emitida por Alcoitão.

Para além do vosso favor em informarem-me sobre modelos, já agora gostaria de saber se também passaram por esta dificuldade em relação á colaboração das empresas transformadoras, e se há algumas que me aconselham, excluindo as que referi.

Obrigado

Convite: Inauguração Biblioteca Comunitária e Inclusiva "Mithós a ler"

A Mithós - Histórias Exemplares, vem por este meio convidá-lo(a)., a estar presente na inauguração da Biblioteca Comunitária e Inclusiva "Mithós a ler", no âmbito do projecto desenvolvido em parceria com a Laredo - Associação Cultural.

O evento terá o seu início na sede da Mithós, sita na Avenida Pedro Vítor, 21 A, em Vila Franca de Xira, no próximo dia 3 de Dezembro (Dia Internacional da Pessoa com Deficiência), às 16h e contará com a apresentação do jogo INCLU Cores, pela autora Susana Magalhães da Costa e terá continuidade na Biblioteca Municipal Fábrica das Palavras, às 17h30, com a apresentação do livro Pessoas com Deficiência em Portugal, do investigador Fernando Fontes, pelas Publicações Francisco Manuel dos Santos, seguido de debate sobre Políticas de Inclusão Social em Portugal, com as presenças confirmadas para já do deputado Jorge Falcato e do presidente do Centro de Vida Independente, Diogo Martins.


Desde já agradecemos a sua presença.
Com os melhores cumprimentos e consideração pessoal,
Manuela Ralha

Presidente da diração
Morada: Avenida Pedro Vítor, 21 A
2600-221 Vila Franca de Xira
Contribuinte nº 508 654 696
Telefones: 263 209 507
Telemóvel: 963 877 695/ 963 877 706 (Presidente)
Mail: mithos.associacao@gmail.com / mithos.tesouraria.associacao@gmail.com
https://www.facebook.com/MITHOSVFX

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Convite: Concurso de fotografia "A inclusão na diversidade"

No sábado, 03 de dezembro, comemora-se o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e, partindo da convicção de que assinalar, divulgar e refletir sobre o real significado desta data é missão de TODOS, a Plural&Singular criou o concurso de fotografia “A Inclusão na Diversidade” e o Centro Português de Fotografia aceitou o desafio de ser parceiro desta iniciativa que já vai na 3.º edição.

Registaram-se 57 candidaturas, quase centena e meia de fotografias enviadas por candidatos de várias nacionalidades, profissionais e amadores, particulares e institucionais, com diferentes ângulos, técnicas e pontos de vista. Porque TODOS contam numa iniciativa com o nome “A Inclusão na Diversidade”.

O anúncio dos vencedores está reservado exatamente para dia 03 de dezembro, pelas 16:00, no Centro Português de Fotografia, no Porto. Estão TODOS convidados para uma cerimónia que também serve de comemoração do 4.º aniversário da Plural&Singular, um projeto que abraçou a missão de colocar na rota da comunicação diária a área da deficiência e da inclusão.

Além do anúncio dos vencedores, a iniciativa inclui momentos culturais e o tradicional porto de honra com bolo de aniversário.

Desde já agradecemos a atenção dispensada a este convite e reforçamos o desejo de que partilhe connosco um momento de TODOS e dedicado a TODOS.

Informação de acessibilidades:
No caso de ser pessoa com mobilidade reduzida pode solicitar transporte personalizado gratuito indicando o nome e a morada para o email geral@pluralesingular.pt
O serviço de interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP) é assegurado mediante pré-reserva através do email geral@pluralesingular.pt
Acessibilidades do CPF para pessoas com mobilidade reduzida

Confirmações e dúvidas através dos contactos:
Paula Fernandes Teixeira – 936 756 907
Sofia Pires – 913 077 505
geral@pluralesingular.pt

Mais informações sobre o júri do concurso, galerias e notícias sobre as edições anteriores, o cartaz da iniciativa e parcerias aqui

Até breve.
Plural&Singular
“Nada sobre vós sem vós”.

Fonte e mais informações: Plural&Singular

sábado, 19 de novembro de 2016

“Qualquer dia, amo-te”

No passado dia 5 de Novembro, o Fórum de Ermesinde foi palco de mais um evento à altura do local que se pauta por possibilitar momentos de cultura relevantes. Rui Machado lançou o seu terceiro livro, “Qualquer dia, amo-te”. Com sala cheia. O acontecimento mereceu a presença do Sr. Presidente da câmara municipal de Valongo Dr. José Manuel Ribeiro ( que elogiou a “resiliência” do autor)e da diretora da Biblioteca Municipal, Drª Laura Moreira.


A ilustração da obra esteve a cargo de Carla Monteiro, o prefácio é de Goreti Dias e foi editado pela Mosaico de Palavras Editora. A apresentação esteve a cargo de Goreti Dias com a colaboração do dizeur Dionísio Dinis. João Arezes e Li Viana deram voz a alguns poemas do autor. A Animação musical foi da responsabilidade do grupo Lado A’Lado (Adrián Perez e Sérgio Nascimento) e de Dinis Meirinhos.

Rui Machado nasceu em 1983 na cidade do Porto e reside em Ermesinde. Tem um percurso literário digno de nota com a publicação ( em 2014) do seu primeiro livro de poemas “Finalmente mar “, seguindo-se “Uma forma de continuar” em 2015, obras com ampla aceitação no mercado. Tem participado em imensas antologias de prosa e poesia. O seu terceiro livro é constituído por “comoventes poemas que giram à volta de amor –amor fugidio e escasso, fiel e resplandecente. Qualquer dia, amo-te revela o autor como um poeta sensível e talentoso”, nas palavras de Richard Zimler. “Andar ao redor do mundo, com o mundo atrelado ao pensamento, não mete medo a homens com a arte, a coragem e o esforço de gente como Rui Machado”, diz Goreti Dias no prefácio. Na apresentação, diz da obra a dado momento: “O inusitado deixa-nos entre a admiração e a incapacidade para lidar com certas instabilidades emocionais emanadas dos seus poemas. 

Um sujeito poético flutuante e instável que Rui Machado conseguiu criar neste percurso de 127 páginas… e, ainda assim, mantê-lo coerente. Ou não fosse, também ele, um homem do século XXI, conhecedor da brutalidade de cada um de nós, num tempo em que as necessidades imediatas não são as suas borboletas, mas sim a materialidade explícita da diversão imediata, no nosso exterior, numa degradação do sentimento e da alma em prol da destruição que, paradoxalmente, tentamos evitar a todo o custo. Uns mais que outros, é um facto. Mas somos sempre nós e o nosso contrário, nessa luta entre a sensibilidade e o utilitarismo. Sempre a borboleta e o cavalo do seu poema”.

Mas Rui Machado não é apenas um excelente escritor. É também um homem de atividade social intensa. Licenciado em Psicologia da Saúde e mestre em Psicologia clínica, une a sua formação académica a atividades em defesa das pessoas com deficiência. É membro da comissão coordenadora dos (d)Eficientes Indignados, da direção do Centro de Vida Independente, da Comissão de Ética da Associação do Porto de Paralisia Cerebral, do grupo “Sex and Relationships” da European Network on Independent Living e cocriador do movimento ligado à desmistificação da sexualidade das pessoas com diversidade funcional “Sim, nós fodemos”. Entre as suas variadas atividades ligadas a estas áreas, fez formação em Multimédia e trabalhou em publicidade.

No último ano, esteve envolvido no Projeto Janelas onde, junto de cuidadores e técnicos, se procurou promover o desenvolvimento psicoafectivo de pessoas com neurodiversidade.

Um autor cujo nome convém fixar.

Fonte: Jornal Novo de Valongo

Plataforma pioneira de cuidados de saúde ao domicilio

A MyNurse (www.mynurse.pt) é uma plataforma que surge para aproximar os utilizadores de todo o país a prestadores de serviços de saúde nas áreas de enfermagem, fisioterapia, apoio à parentalidade e cuidados paliativos.

Plataforma realiza o primeiro levantamento de capital (seed capital), no valor de 50 mil euros.

Lisboa, 16 de novembro de 2016 – A MyNurse (www.mynurse.pt) é a primeira plataforma, de origem portuguesa, e pioneira em todo o mundo, que surge com o objetivo de ligar diretamente os utilizadores a prestadores de serviços de saúde ao domicilio, em áreas tão diversificadas como a enfermagem, fisioterapia, apoio à parentalidade e cuidados paliativos.

A plataforma já está operacional e traz benefícios tanto para utilizadores como para os profissionais de cuidados de saúde. Os utilizadores podem selecionar entre uma rede de mais de 350 cuidadores qual o que pretendem que preste determinado serviço, numa determinada área geográfica, tendo como base a avaliação feita por anteriores utilizadores.

Por sua vez, para os prestadores de cuidados de saúde, a adesão à MyNurse torna-se numa mais-valia no sentido em que permite que estes possam otimizar o seu tempo, gerindo e conciliando a sua agenda com as restantes atividades profissionais que tenham, numa área geográfica definida, de forma a conseguirem aumentar os seus rendimentos.

A plataforma começou a ser desenvolvida em junho de 2016 e desde então já realizou o primeiro levantamento de capital (seed capital), no valor de 50 mil euros. Conta com recursos da OutSystems, Microsoft e darwinLabs, que suportam a startup no desenvolvimento e otimização da plataforma.

Marta Veiga, co-fundadora da My Nurse, explica como surgiu o projeto: “A ideia que impulsionou a MyNurse surgiu, pela primeira vez, quando eu tive de contactar com a realidade do apoio domiciliário e percebi que junto das tradicionais empresas que disponibilizam este serviço, não tinham possibilidade de escolher e selecionar quais os cuidadores que iriam à minha casa. Senti que o processo era moroso e pouco cómodo, sendo que numa situação de fragilidade o cuidador não pode ser mais um obstáculo ou limite à qualidade de vida”.

A My Nurse surge assim com o objetivo de proporcionar ao utilizador a possibilidade de selecionarem qual o prestador mais adequado para um determinado serviço de saúde, na área geográfica onde o serviço será prestado. Através da plataforma, existe assim uma maior personalização e escolha, além da simplicidade, eficiência e comodidade de poder fazê-lo diretamente através da web, smartphone ou tablet.

A equipa conta com seis elementos de experiência reconhecida e know-how nas áreas de enfermagem, fisioterapia, auxiliares e cuidadores, informática e gestão e coordenação de recursos humanos.

Para mais informações, por favor, contacte:
Corpcom – Prime Relations
José Franco – josebfranco@corpcom.pt | 964034579
Cátia Gil – catia.gil@corpcom.pt | 965500207

Enviado por email

Loja do Cidadão em Coimbra sem acesso para deficientes

Em Coimbra, ir à Loja do Cidadão não é para todos. A única rampa de acesso para deficientes motores que existe é demasiado inclinada e não pode ser usada por pessoas que utilizem cadeira de rodas. 

Logo à entrada da praça onde se encontra o edifício, atravessar a passadeira só é possível com ajuda, caso contrário "é verdadeiro suicídio", conta Hélder Rocha, utente. A rampa "é demasiado inclinada". "Ao descer estamos sujeitos a cair da cadeira, mas com cuidado, ainda se faz".

Para subir "não dá" porque a cadeira, a dada altura, perde aderência, ficando a patinar sem conseguir ultrapassar o obstáculo. Hélder Rocha já denunciou o caso junto dos serviços da Loja do Cidadão e ficou incrédulo com a resposta: "Disseram que do lado de fora da Loja era da responsabilidade da Câmara de Coimbra." 

A primeira denúncia chegou à autarquia em junho de 2014, cuja resposta (a única que recebeu) dava conta de que iriam ser encetadas "todas as diligências, o mais brevemente possível". Pelo meio, Hélder Rocha tentou comunicar por email e mais recentemente voltou a dirigir-se à Câmara Municipal, onde reclamou por escrito em ofício dirigido à presidência, aos quais ainda não obteve resposta. 

Ao que o CM apurou, o impasse e a falta de resposta estarão relacionados com o projeto para a construção de uma via central, na Baixa, que vai alterar toda a zona e que foi recentemente aprovado pelo executivo. A intervenção contempla o reposicionamento de todo o piso, incluindo os passeios junto à Loja do Cidadão. As obras deverão começar no início do ano. O CM solicitou esclarecimentos à autarquia, sem sucesso.

Fonte: CM

domingo, 13 de novembro de 2016

Até final do ano avançam apoios para Vida Independente

De acordo com secretária de Estado Ana Sofia Antunes, até ao final do ano, a medida estará aprovada em Conselho de Ministros, "depois da natural e imprescindível consulta pública", para saber se o projeto vai ao encontro das necessidades das pessoas com deficiência.

"No que respeita ao apoio à vida independente, estamos a trabalhar no sentido de ter cá fora, ainda neste ano, a resolução de conselho ministros e a portaria que definem esta medida de apoio às pessoas com deficiência, que é fundamental para a sua autonomização e a sua permanência em contexto de residência, da sua própria habitação", adiantou a secretária de Estado.

Ana Sofia Antunes falava aos deputados, no âmbito de uma audição conjunta das comissões de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa e do Trabalho e Segurança Social, para a discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2017.

Segundo a secretária de Estado, está em causa uma medida que irá servir para a constituição de centros de apoio à vida independente, que terão como função criar uma bolsa de assistentes pessoais, bem como selecionar as pessoas com deficiência que precisem deste apoio.

Estes centros farão depois a "correspondência entre aquilo que são as necessidades das pessoas e o perfil adequado de assistente pessoal", explicou.

Adiantou também que se trata de uma medida que não foi fácil criar, já que foi "preciso redesenhar as candidaturas", criticando que "quem as desenhou não sabia de todo do que estava a falar e não sabe o que é a vida independente".

No que diz respeito à prestação única para as pessoas com deficiência, Ana Sofia Antunes salientou que é uma medida que tem dois objetivos: combate à pobreza e exclusão social, mas que funcione em conjunto com os rendimentos do trabalho.

Ana Sofia Antunes apontou que estão orçamentados 60 milhões de euros para esta prestação social, e explicou que a demora na entrada em vigor teve a ver com questões administrativas, nomeadamente a saída de técnicos informáticos tanto do Instituto de Segurança Social como do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Ainda assim, deixou a garantia de que o Governo continua a trabalhar para que a prestação comece a ser paga ainda no decorrer do terceiro trimestre de 2017.

Fonte: Sapo 24

Places4All. Um selo de qualidade para eliminar barreiras no turismo

O turismo europeu perde 142 mil milhões de euros por ano – quase 400 milhões por dia – devido à falta de acessibilidades, revela um estudo recente da Universidade de Surrey, no Reino Unido. Se todos os destinos europeus fossem acessíveis, seriam ainda criados 3,4 milhões de empregos no setor. Hugo Vilela e Luís Filipe Silva, dois jovens empreendedores do Porto, criaram a Places4All para tornar Portugal acessível e mudar mentalidades.

“Os deficientes motores, sensoriais ou cognitivos não são incapazes, nem estão fechados em casa, escondidos do mundo como noutros tempos”, reclama Luís Filipe Silva, 43 anos, cuja companheira se desloca em cadeira de rodas desde que um atropelamento lhe retirou a autonomia que a maioria toma por certa. 

No dia a dia, quem não acompanha ou sofre de algum tipo de deficiência, na maioria das vezes não se apercebe da quantidade de obstáculos à mobilidade – desde o buraco na rua à falta de rampas na entrada dos serviços, passando pelos degraus de acesso às lojas, hotéis e restaurantes. Quem não vê, raramente encontra instruções sonoras em museus ou num simples elevador. E os surdos, a quem o empregado grita o prato do dia, como se assim se fizesse ouvir? 

Pois isto é a realidade de um em cada cinco portugueses que, diariamente, procuram acessibilidades para levar a cabo as suas atividades normais, de acordo com os dados compilados pela Places4All. 

“A autonomia não tem de ser limitada porque nos deslocamos em cadeira de rodas ou porque somos cegos ou surdos”, defende Hugo Vilela, 34 anos, a quem a distrofia muscular diagnosticada aos 4 anos de vida acabou por retirar mobilidade no início da idade adulta. Licenciado em Economia e com um mestrado em Inovação e Empreendedorismo Tecnológico, Hugo Vilela estudou a questão da mobilidade no âmbito de um projeto académico que contemplava a criação de um serviço de aluguer de sistemas de mobilidade que chegou a ganhar alguns prémios de empreendedorismo. “Percebi, contudo, que o projeto não funcionava sem acessibilidades e daí nasceu a Places4All”. 

Este projeto de empreendedorismo social consiste num sistema de avaliação baseado em quatro parâmetros – acessos (inclui estacionamento e transportes públicos, por exemplo), exterior (aqui avaliam-se rampas ou obstáculos, entre outros), percurso interior (além da mobilidade, analisa-se a informação visual ou sonora) e os bens e serviços – que dão origem a uma classificação de 0 a 100 e que será divulgada como “selo de qualidade” dos locais. Entre os 55 locais já avaliados em todo o país contam-se as áreas de serviço Eurest nas autoestradas, o Museu da Eletricidade, Oceanário, EDP, World of Discoveries ou a Torre dos Clérigos, entre outros. 

A Torre dos Clérigos é um exemplo: criou uma sala onde a vista do topo é transmitida em tempo real e em todas as direções. Foto: Rui Oliveira / Global Imagens) “A Torre dos Clérigos é um bom exemplo de uma atração turística inacessível não só a deficientes, mas também a pessoas idosas”, refere Luís Filipe Silva. As últimas dezenas de degraus nunca serão transponíveis para quem tem dificuldades motoras, mas a direção percebeu que a melhor forma de acrescentar visitas ao meio milhão que já contabiliza anualmente é atrair novos mercados aumentando a qualidade. Assim, no último piso acessível de elevador, montaram uma sala especial onde câmaras transmitem, em tempo real, tudo o que pode ver-se do cimo da torre. 

“A acessibilidade afeta o deficiente ou o idoso, mas também toda a família que o acompanha. Qualquer saída ou viagem tem de ser planeada mediante a acessibilidade, por isso estamos ainda a desenvolver uma app que indicará, no raio de 500 metros, os locais acessíveis”. A formação de mais auditores e de recursos humanos na hotelaria e restauração, bem como a consultoria de obras – que não quiseram incluir no portfólio de serviços, para manter a credibilidade dos relatórios – estão nos planos de futuro próximo da startup, que não pretende ser lucrativa, apenas sustentável. 

“A acessibilidade é a minha missão de vida e, agora, é também o meu trabalho. E não vou descansar enquanto não deixar de ser encarada como facultativa. Tem de ser universal”, remata Hugo Vilela.

Fonte: Dinheiro Vivo

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Crédito para deficientes: Vantagens e armadilhas de uma oferta imperfeita

É uma escolha, mas nunca uma obrigação para os clientes. O crédito à habitação para deficientes surge como alternativa aos financiamentos tradicionais, com vantagens e desvantagens baseadas nas condições de acesso e nas bonificações, mas também numa oferta global que tem aumentado mas está ainda longe da perfeição.


As limitações surgem logo nas condições de acesso: se é verdade que os créditos incluídos nesta categoria têm taxas de juro mais baixas(definidas pela diferença entre a taxa de referência de crédito bonificado e 65% da taxa de referência do Banco Central Europeu, mais o spread de cada banco), o limite máximo de financiamento é de 190 mil euros ou 90% do valor de avaliação realizada pela instituição financeira ou do custo das obras de conservação e apenas quem tenha 60% de incapacidade comprovada pode solicitar o regime excecional.

A pedido do Economia ao Minuto, o site de comparação de produtos financeiros Compara Já analisou as condições oferecidas pela banca nacional às pessoas com deficiência e descobriu que apesar das instituições serem obrigadas a mudar os contratos existentes caso o cliente adquira a deficiência após a assinatura, não existe qualquer obrigação de oferecer juros bonificados ou condições especiais nos novos empréstimos.

"A decisão fica nas mãos do banco. Assim, é ainda mais importante os consumidores compararem as ofertas e condições de todos os players do mercado", explica Sérgio Pereira, diretor-geral do ComparaJá.

Neste aspeto, revela o site de comparação, o atual regime acabou por trazer algumas desvantagens em relação ao anterior, bem como no cálculo das taxas de juro: "Quem possui uma taxa contratual de, por exemplo, 4%, tem estado a pagar, até agora, 0,0325%. A partir de 2015, quem contratou ou migrou para um crédito com a mesma taxa, paga 3,3535%".

Como vantagem, o novo regime legal não força os clientes a subscreverem um seguro de vida, o que acaba por aliviar um pouco as prestações. Ainda assim, como destaca Sérgio Pereira, "a contratação de seguro de vida não é obrigatória por lei mas, à semelhança do que sucede no regime geral de crédito à habitação, os bancos podem requisitar a subscrição destes produtos".

Excluindo o Banco CTT, o ActivoBank e o Invest, que não oferecem qualquer tipo de crédito à habitação aos clientes, os principais bancos portugueses dividem-se exatamente ao meio no que toca ao crédito a deficientes para a compra de casa.

BBVA, Santander Totta, BCP, Crédito Agrícola, Caixa Geral de Depósitos, Montepio, UCI e Atlêntico Europa são os oito bancos com ofertas disponíveis, enquanto BIC, BPI, Banco Popular, Bankinter, Banco Best, Novo Banco, Deutsche Bank e BiG aproveitam a falta de obrigatoriedade para nem sequer abrir a porta do crédito bonificado.

Resta apenas perguntar a cada banco quais são as condições oferecidas e perceber a situação mais vantajosa para o seu bolso. Mesmo que o crédito bonificado não seja o mais favorável, lembre-se que pode sempre assinar um contrato não-bonificado, com as condições disponíveis para qualquer cliente.

Fonte: Noticias ao Minuto

Deficiência: Programa de Atividades Artísticas, Culturais e de Formação para o mês de novembro

Para este mês de NOVEMBRO propomos-lhe diversas sugestões artísticas, culturais e de formação, esperando contribuir para momentos de enriquecimento, partilha e lazer.

Não deixe de ir a espectáculos, de visitar exposições, de participar, e sobretudo de conhecer as condições de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais de alguns dos espaços onde ocorrem as nossas proposta para este mês.

ESPECTÁCULOS
Uma menina está perdida no seu século à procura do pai
Crinabel Teatro, a partir de Gonçalo M. Tavares

Mixed Feelings
Produção EIRA

Dez Mil Seres
Grupo Dançando com a Diferença

A Origem das Espécies
A partir de Charles Darwin

Blind Cinema
Cinema Cego de Britt Hatzius

EXPOSIÇÕES
Cridem 16
14º Concurso Nacional de obras de Expressão Plástica de Pessoas com Deficiência Intelectual

A Entrevista
Projecto expositivo de Anabela Soares e Emir Kusturica

FORMAÇÃO
O que é o elitismo na cultura?
Debate organizado pela Acesso Cultura

Formação em Língua Gestual Portuguesa para Famílias com Surdos
AFAS – Associação de Famílias e Amigos dos Surdos

PRÉMIO
Prémio Acesso Cultura – Linguagem Simples

LIVRO
Museus e Diversidade Cultural: Da Representação aos Públicos

ESTE MÊS NÃO DEIXE DE...requisitar, gratuitamente, a Exposição de Pintura e Desenho A Cor do Natal da ANACED

Para visualizar o Programa, p.f. clique aqui: 
http://anacedarte.wix.com/anaced#!programa-de-difuso/c1bxf

Os conteúdos e produto divulgado são da exclusiva responsabilidade da ANACED.
Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência
Rua do Sítio ao Casalinho da Ajuda
1349 -011 Lisboa
Tels. 21 363 68 36 – 21 361 69 10
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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Carta de despedida para a minha companheira dos últimos 6 anos

A despedida da minha companheira cadeira de rodas dos últimos 6 anos, na minha crónica no jornal Abarca.

Após 6 anos de muitas vivências em comum, no dia 22 de setembro de 2016 a nossa união chegou ao fim. Foi na Travessa do Torel em Lisboa que nos conhecemos. Sinceramente as primeiras impressões que tive de ti não foram as melhores, mas convenceste-me com aquele teu jeitinho muito próprio logo que me sentaram em ti.

Ainda me lembro onde te toquei a primeira vez? Foi nos teus braços. Mostrei-te que numa posição diferente conseguiria te conduzir melhor. Entendeste e mudas-te por mim.

Foi nesse momento que senti que serias minha houvesse o que houvesse. Bem sabes que ainda me apresentaram as tuas amigas, Rumba, F35, Samba…mas mantive-me firme, embora tivesse aceite sentar-me nelas, foste sempre a minha primeira e única escolha.

Depois de todos estes anos continuo a achar que fiz a escolha certa. Foste uma grande companheira. Quero que saibas que não te estou a trocar por outra, mas pela outra. A outra chama-se F5 e foi-me apresentada, na tua presença, por dois amigos Manuel Ribeiro, e António Alberto da Mobilitec em novembro de 2015. Como não existem segredos entre nós, sabes que há muito tempo que me falavam dela. Que me iria fazer muito bem: permitir que me deitasse em cima dela, por-me em pé, que é mais rápida e segura que tu, mas principalmente ficar naquela posição que só ela consegue…

Vês, queria evitar mencionar as virtudes da F5, o que ela tem que tu não tens, podes ficar magoada. Mas já te apercebes-te que essa posição é muito importante para o meu ísquio. Ele está cansado e doente e precisa de ser cuidado e a F5 pode ajudá-lo. Tens sido testemunha do quanto tenho sofrido nos últimos tempos. Sabes que se não fosse esse facto por mim continuaríamos juntos e felizes.

Quero-te pedir desculpa pela maneira como a recebi quando me foi apresentada. Também achei que não precisava de tanto. Uma desconhecida aparece e torna-se o centro das atenções. Teve direito a aparição na TV e tudo. Aconteceu porque a equipa da Sandra Vilarinho do Programa “Linha da Frente” da RTP, veio acompanhar o recém eleito na altura, deputado Jorge Falcato a um encontro comigo. Mas viste que só me sentaram nela uns minutos. Voltei logo para ti.

Interessa é que a nossa relação de carinho e respeito se mantenha. Quero que saibas que continuarás no meu coração e que nunca esquecerei os momentos que passamos juntos. Foste uma amiga de todas as horas.

Juntos choramos:
-Quando aguentamos juntos naquela estrada abandonada, debaixo de chuva, quase a cair no precipício; E quando caímos os 2...; Sofremos também juntos quando te desligavam o fio que ligava o comando á bateria, obrigando-nos a ficar horas parados no mesmo lugar; No funeral da minha mãe...

Também houve sorrimos:
-Quando me levaste a lugares onde nenhuma outra cadeira me conseguiu levar, como por exemplo para ver uma planta mais de perto, ou sentir os cheiros e ouvir os sons da natureza;

Puseste-me a jeito para receber e oferecer abraços muito especiais; Foste a minha companheira inseparável nas lutas travadas pela exigência dos meus direitos; Ainda nos estou a rever a circular pela 1ª vez nos corredores da Assembleia da República, cheios de personalidade, como se esse acto fosse algo comum e habitual para nós; E como esquecer a viagem épica que fizemos juntos até Lisboa em protesto... Nessa viagem vi o quanto tu eras forte e fiel. Aguentaste-te firme e queixas de cansaço não foi contigo; Levaste-me a programas de TV. Aparecemos em todos, ou praticamente todos os órgãos de comunicação social. Fomos protagonistas de um documentário da autoria da Vera Moutinho, jornalista do jornal Público, “O Que é Isso de Vida Independente?” Quem diria que um dia seríamos solicitamos para tal...Partilhamos algo também muito importante para mim que foi a minha licenciatura, etc.

Haveria muito mais a destacar sobre nós, mas termino referindo um dos momentos mais turbulentos da minha vida, que foi a mudança da minha casa para o lar do Centro de Apoio Social da Carregueira, mas mais uma vez transformamos esse episódio em algo bom, que foi ter encontrado uma família fantástica, e possibilitarem-me nesta casa realizar o 1º contrato de trabalho como Assistente Social após adquirir a deficiência.

Sei que embora tenhas deixado de ser a minha 1ª escolha, continuas disponível para me servires. Também sei que caso a F5 me deixe por alguma razão, tu estarás á minha espera sem rancor. Sabia que seria assim. Ainda bem que entendes. Obrigado por continuares a querer ser minha.

Quanto á cadeira de rodas F5 da Permobil, temo-nos estado a dar muito bem e tu tens sido prova disso. Mas fica para a próxima os pormenores.

Eduardo Jorge

Carta de despedida para a minha companheira dos últimos 6 anos

A despedida da minha companheira cadeira de rodas dos últimos 6 anos, na minha crónica no jornal Abarca.

Após 6 anos de muitas vivências em comum, no dia 22 de setembro de 2016 a nossa união chegou ao fim. Foi na Travessa do Torel em Lisboa que nos conhecemos. Sinceramente as primeiras impressões que tive de ti não foram as melhores, mas convenceste-me com aquele teu jeitinho muito próprio logo que me sentaram em ti.

Ainda me lembro onde te toquei a primeira vez? Foi nos teus braços. Mostrei-te que numa posição diferente conseguiria te conduzir melhor. Entendeste e mudas-te por mim.

Foi nesse momento que senti que serias minha houvesse o que houvesse. Bem sabes que ainda me apresentaram as tuas amigas, Rumba, F35, Samba…mas mantive-me firme, embora tivesse aceite sentar-me nelas, foste sempre a minha primeira e única escolha.

Depois de todos estes anos continuo a achar que fiz a escolha certa. Foste uma grande companheira. Quero que saibas que não te estou a trocar por outra, mas pela outra. A outra chama-se F5 e foi-me apresentada, na tua presença, por dois amigos Manuel Ribeiro, e António Alberto da Mobilitec em novembro de 2015. Como não existem segredos entre nós, sabes que há muito tempo que me falavam dela. Que me iria fazer muito bem: permitir que me deitasse em cima dela, por-me em pé, que é mais rápida e segura que tu, mas principalmente ficar naquela posição que só ela consegue…

Vês, queria evitar mencionar as virtudes da F5, o que ela tem que tu não tens, podes ficar magoada. Mas já te apercebes-te que essa posição é muito importante para o meu ísquio. Ele está cansado e doente e precisa de ser cuidado e a F5 pode ajudá-lo. Tens sido testemunha do quanto tenho sofrido nos últimos tempos. Sabes que se não fosse esse facto por mim continuaríamos juntos e felizes.

Quero-te pedir desculpa pela maneira como a recebi quando me foi apresentada. Também achei que não precisava de tanto. Uma desconhecida aparece e torna-se o centro das atenções. Teve direito a aparição na TV e tudo. Aconteceu porque a equipa da Sandra Vilarinho do Programa “Linha da Frente” da RTP, veio acompanhar o recém eleito na altura, deputado Jorge Falcato a um encontro comigo. Mas viste que só me sentaram nela uns minutos. Voltei logo para ti.

Interessa é que a nossa relação de carinho e respeito se mantenha. Quero que saibas que continuarás no meu coração e que nunca esquecerei os momentos que passamos juntos. Foste uma amiga de todas as horas.

Juntos choramos:
-Quando aguentamos juntos naquela estrada abandonada, debaixo de chuva, quase a cair no precipício; E quando caímos os 2...; Sofremos também juntos quando te desligavam o fio que ligava o comando á bateria, obrigando-nos a ficar horas parados no mesmo lugar; No funeral da minha mãe...

Também houve sorrimos:
-Quando me levaste a lugares onde nenhuma outra cadeira me conseguiu levar, como por exemplo para ver uma planta mais de perto, ou sentir os cheiros e ouvir os sons da natureza;

Puseste-me a jeito para receber e oferecer abraços muito especiais; Foste a minha companheira inseparável nas lutas travadas pela exigência dos meus direitos; Ainda nos estou a rever a circular pela 1ª vez nos corredores da Assembleia da República, cheios de personalidade, como se esse acto fosse algo comum e habitual para nós; E como esquecer a viagem épica que fizemos juntos até Lisboa em protesto... Nessa viagem vi o quanto tu eras forte e fiel. Aguentaste-te firme e queixas de cansaço não foi contigo; Levaste-me a programas de TV. Aparecemos em todos, ou praticamente todos os órgãos de comunicação social. Fomos protagonistas de um documentário da autoria da Vera Moutinho, jornalista do jornal Público, “O Que é Isso de Vida Independente?” Quem diria que um dia seríamos solicitamos para tal...Partilhamos algo também muito importante para mim que foi a minha licenciatura, etc.

Haveria muito mais a destacar sobre nós, mas termino referindo um dos momentos mais turbulentos da minha vida, que foi a mudança da minha casa para o lar do Centro de Apoio Social da Carregueira, mas mais uma vez transformamos esse episódio em algo bom, que foi ter encontrado uma família fantástica, e possibilitarem-me nesta casa realizar o 1º contrato de trabalho como Assistente Social após adquirir a deficiência.

Sei que embora tenhas deixado de ser a minha 1ª escolha, continuas disponível para me servires. Também sei que caso a F5 me deixe por alguma razão, tu estarás á minha espera sem rancor. Sabia que seria assim. Ainda bem que entendes. Obrigado por continuares a querer ser minha.

Quanto á cadeira de rodas F5 da Permobil, temo-nos estado a dar muito bem e tu tens sido prova disso. Mas fica para a próxima os pormenores.

Eduardo Jorge