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sábado, 11 de agosto de 2018

Alentejo: IPDJ disponibiliza equipamento desportivo a pessoas com deficiência

O IPDJ (Instituto Português do Desporto e da Juventude) vai disponibilizar equipamento desportivo a cidadãos com deficiência, no âmbito de um projeto do Orçamento Participativo Jovem (OPJ), denominado Banco de Ajudas Técnico-desportivas, apresentado por Maria Prudêncio.


Orçamentado em mais de 33 mil euros, este consiste na cedência gratuita e temporária de equipamentos adaptados para a prática desportiva para pessoas com deficiência, explica Miguel Rasquinho, presidente do IPDJ Alentejo, em declarações à Campanário.

Não se tendo verificado vencedores do Alentejo, foi requerido que este projeto vencedor de âmbito nacional fosse aplicado à região. Neste sentido, a Cerci de Portalegre surge como um parceiro que procederá a “ações de divulgação deste programa junto dos seus parceiros”. Financiadas pelo IPDJ, estas foram delegadas à instituição portalegrense por considerarem que tem o conhecimento no que concerne a pessoas com deficiência assim como das entidades envolvidas na área da motricidade e do desporto adaptado.

“Os equipamentos estarão no IPDJ (Alentejo) à disposição” de quem os quiser solicitar, junto dos serviços presentes nas três capitais de distrito da região, Évora, Portalegre e Beja. Assim, será preenchido um formulário, que será submetido a uma avaliação “para cedermos temporariamente esses equipamentos”.

Embora temporária, o projeto possibilitará às pessoas com deficiência experimentar a prática de alguns deportos e dos equipamentos subjacentes. O Banco de Ajudas Técnico-desportivas foi um dos vencedores da primeira edição do Orçamento Participativo Jovem, programa lançado em 2017 pelo IPDJ e pela Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude.

Considerando a importância da prática desportiva para os cidadãos com deficiência, na sua habilitação e reabilitação, o projeto visa conceder um acesso igualitário à prática desportiva. Esta promove a sua integração social e valorização pessoal, contribuindo para uma melhoria não só da condição física, como de fatores como a autoestima e a capacidade de superação.

O projeto apresenta equipamentos como Cadeira de Rodas para vários desportos, Calhas de Boccia, Barco a Remos e Handbike.

Fonte: Rádio Campanário

domingo, 22 de abril de 2018

Candidaturas ao Banco de Ajudas Técnicas Desportivas - 2018

Em 2017, na 1ª edição do Banco de Ajudas Técnicas Desportivas, a Associação Salvador atribuiu equipamentos desportivos a 18 atletas portugueses!


Este ano, com o apoio da Fundação Vodafone e outros mecenas, queremos fazer crescer o projeto e apoiar ainda mais atletas com o valor total de 30.000€. Podem candidatar-se ao Banco de Ajudas Técnicas Desportivas, todas as pessoas com deficiência motora que querem começar a praticar desporto e/ ou querem melhorar o seu desempenho desportivo. As candidaturas estão abertas entre os dias 17 de abril e 17 de Maio no site da Associação Salvador.

Assim, vimos por este meio contactar-vos, apelando à vossa colaboração na divulgação da informação que se segue junto dos vossos contactos, de maneira a que esta chegue às pessoas com deficiência motora que mais precisem. Se tem deficiência motora e necessita de apoios para praticar desporto, não perca esta oportunidade! CANDIDATE-SE JÁ!

Pedimos a sua ajuda na divulgação pelos seus contactos!

Clique nos links seguintes, para mais informação e formulários de candidatura referentes ao Banco de Ajudas Técnicas Desportivas.

Sessões de esclarecimento para todos os atletas, técnicos, treinadores, etc:
· 20 de Abril, às 12h – Centro de Reabilitação Profissional de Gaia
· 23 de Abril , às 14h30 - Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, Tocha
· 24 de Abril, às 16h30 – Centro de Medicina e Reabilitação de Alcoitão
· 26 de Abril, às 17h – IPDJ de Faro

Para esclarecimento de dúvidas contacte-nos através do 211 165 863, todas as 5ª feiras das 9h às 18h, ou pelo e-mail info@associacaosalvador.com

Enviado por email

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Ajuda a criar um Banco de Ajuda Técnicas Desportivas

As pessoas com deficiência motora e a Associação Salvador precisam de ti...

Se tens entre 14 e 30 anos vota no projeto “Banco de Ajuda Técnicas Desportivas” para que mais pessoas com deficiência possam fazer desporto.


Envia SMS gratuito para o Nº 4310 com o número do projeto, 82, [espaço] número do Cartão de Cidadão composto pelos 12 dígitos (incluindo os últimos 4 dígitos). Exemplo: 82 115857713zz0

Vota até dia 22 de dezembro e partilha com outros jovens para podermos, juntos, mudar a vida de centenas de pessoas!

Contamos contigo! Vamos a isso?
Obrigado
Salvador Mendes de Almeida

quarta-feira, 22 de março de 2017

Banco de Produtos de Apoio do Cas Carregueira

Já conhece o nosso serviço de empréstimo temporário de equipamentos específicos? Temos um Banco de Produtos de Apoio/Ajudas Técnicas à disposição da comunidade.


Para mais informações venha às nossas instalações ou ligue para o 249741222

Mais informações AQUI

sábado, 15 de outubro de 2016

Banco de produtos de apoio em Abrantes

Cadeiras de rodas, colchões, canadianas, andarilhos e almofadas antiescaras são alguns dos equipamentos que o Centro de Recursos de Ajudas Técnicas (CRAT) da Associação Vidas Cruzadas, em Abrantes, disponibiliza a quem deles necessita.

Em termos globais, as ajudas técnicas disponíveis são andarilhos, cadeiras de duche, cadeiras de rodas, cadeirões de repouso, cama (com colchão e grade), canadiana (par), colchão antiescaras, almofada antiescaras, mesa de apoio e pedaleira

O CRAT destina-se a residentes no concelho de Abrantes, que careçam de ajudas técnicas temporária ou permanentemente e que não aufiram um rendimento anual per capita (por elemento do agregado) superior a 8500€ (oito mil e quinhentos euros).

Com o objetivo de rentabilizar os equipamentos que são utilizados para a recuperação de doentes, o Centro de Recursos de Ajudas Técnicas resulta de uma parceria entre a Associação Vidas Cruzadas, o município de Abrantes, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e o Centro Hospitalar do Médio Tejo – Unidade de Abrantes.

Para mais informações contacte a Associação Vidas Cruzadas pelo telefone: 960 471 890

Fonte: Médio Tejo

Nós: O limite dos rendimentos deveria ser inferior. Chegaria a muito mais gente.

sábado, 21 de novembro de 2015

Banco de Empréstimo de Produtos de Apoio da APPACDM

O Banco de Empréstimo de Produtos de Apoio surge de uma parceria entre a APPACDM Lisboa e o Centro de Desenvolvimento da Criança Torrado da Silva, tendo como objetivo melhorar a qualidade de vida das crianças acompanhadas no Hospital Garcia de Orta, assim como da população que tenha a necessidade de recorrer aos nossos serviços, através da disponibilização de produtos de apoio adequados a cada situação.

Com o banco pretende-se, não só, dar resposta rápida e sem burocracias no que respeita ao acesso a produtos de apoio, mas também, incentivar a reutilização dos mesmos. Assim, aqueles que deixaram de ser usados, ou os que já não servem às necessidades dos seus utilizadores, podem voltar a ter nova vida. Para tal, o BEPA encontra-se recetivo a produtos de apoio, ou brinquedos usados, de forma a fomentar consciência social da necessidade de criar ambientes sustentáveis para as comunidades.
Serviços prestados:

Produtos de Apoio
• Recolha e Reciclagem
• Limpeza e Higienização
• Reparação, Alteração, Adaptação ou Transformação
• Empréstimo de PA

Brinquedos adaptados
• Adaptações em brinquedos eletrónicos
• Adaptações em triciclos ou carros elétricos para crianças

Aconselhamento e demonstração
• Demonstrações de software ou dispositivos para comunicação, ou acesso ao computador
• Demonstrações de utilização de Produtos de Apoio
• Aconselhamento técnico no que respeita a Acessibilidade

Produtos para venda
• Switch
• Acessórios variados

Fonte: APPACDM

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Banco de Produtos de Apoio em Santarém

A INCLUIR de Santarém – Associação de Apoio aos Deficientes de Paralisia Cerebral Maria do Carmo Silva Melancia vai assinar o protocolo do Banco de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio da Câmara Municipal de Santarém, no dia 27 de janeiro, no Salão Nobre da Câmara Municipal.

Este protocolo consiste numa rede de parceiros que coloca à disposição da comunidade as ajudas técnicas/produtos de apoio que têm disponíveis. Qualquer cidadão de Santarém que temporariamente necessite de canadianas, cadeira de rodas, bengalas, andarilhos, entre outros produtos pode informar-se sobre as condições de utilização do produto em qualquer entidade parceira e fazer a requisição do produto na entidade que o tem disponível.

Com a assinatura do protocolo a AADPCMCSM – Incluir irá também ser um ponto de informação à comunidade pois irá ter nas suas instalações um gabinete de apoio ao cidadão com necessidades especiais e suas famílias para a obtenção da ajuda técnica/produto de apoio permanente.

Neste dia arranca a campanha de recolha de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio que vai decorrer entre o dia 27 de janeiro a 27 de fevereiro. A população é convidada a doar ao Banco de Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio de Santarém todos os materiais de apoio técnico que já não utilize e que de alguma forma considere que vai ser útil a outra pessoa.

Pode entregá-los nas várias instituições parceiras. A AADPCMCSM – Incluir funciona na Av. 25 de Abril, nº 50 A e tem como contacto o n.º 243306196.

Fonte: O Ribatejo

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Vila Franca de Xira tem projecto pioneiro para banco regional de ajudas técnicas

Percebendo a crescente necessidades de equipamentos para apoio a pessoas doentes e a falta de respostas organizadas, o Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Hospital de Vila Franca de Xira está a dar os primeiros passos para criar um “banco regional de ajudas técnicas”.

A estrutura em constituição vai abranger os cinco concelhos servidos pelo hospital (Alenquer, Arruda, Azambuja, Benavente e Vila Franca de Xira), promovendo a recolha e o inventário de equipamentos como cadeiras de rodas, camas articuladas, andarilhos e outros e tratando, depois, da sua cedência temporária a pessoas mais necessitadas.

De acordo com Maria da Luz Rosinha, antiga presidente da Câmara de Vila Franca de Xira e presidente da entidade promotora da iniciativa, há algumas experiências de bancos de ajudas técnicas desenvolvidas por municípios do país, mas um projecto deste género envolvendo vários concelhos será inédito em Portugal. O objectivo é servir os 250 mil habitantes da área abrangida pelo hospital e dinamizar formas expeditas de fazer chegar as ajudas técnicas a quem delas precise. Para isso, será desenvolvido um inventário dos equipamentos disponíveis, a que todas as entidades parceiras poderão aceder, formalizando depois o pedido do equipamento em causa.

Para já vai avançar, a 1 de Dezembro, uma campanha que, durante quatro meses, pretende sensibilizar empresas e particulares da região que possam ceder/oferecer ajudas técnicas para este banco regional. Em Janeiro de 2015, o banco deverá começar a funcionar em estreita ligação com o hospital, os centros de saúde, a Segurança Social, as autarquias e as instituições sociais da região. “No âmbito dos contactos com os responsáveis pela área social destes cinco municípios demo-nos conta que, à excepção de Vila Franca de Xira, nenhum dos outros municípios tinha organizado um banco de ajudas técnicas, e percebemos que a necessidade de encontrar respostas a este nível é grande", diz Maria da Luz Rosinha.

A responsável do Conselho de Desenvolvimento Sustentável do hospital (estrutura criada há cerca de um ano que tem promovido alguns projectos solidários) explica que se concluiu que, com a criação de um banco de ajudas técnicas mais alargado e com mais equipamentos iria conseguir "melhores respostas e respostas mais prontas”.

Numa primeira fase, o projecto contempla um levantamento das ajudas técnicas existentes (disponíveis) no próprio Hospital de Vila Franca, nos cinco municípios e nas instituições que pretendam aderir. Ao mesmo tempo será lançada a campanha. “Uma determinada instituição, um determinado município podem ter, por exemplo, uma quantidade de andarilhos que nunca são solicitados e que fazem falta noutro lado. Ou uma cadeira de rodas, uma cama articulada ou algumas canadianas. São tudo equipamentos de que as pessoas podem necessitar de uma forma temporária ou de uma forma mais duradoura. O banco vai organizar, juntando as entidades que intervêm socialmente e aproveitando a coordenação dos municípios”, acrescenta.

Já no dia 1 de Dezembro arranca a campanha de recolha de apoios para o banco regional de ajudas técnicas. “Vai decorrer até 31 de Março e destina-se a todos aqueles que queiram participar, quer as pessoas que um dia tiveram um problema e têm um equipamento em casa, a estorvar, de que já não necessitam. Quer às pessoas e às empresas que entendam a bondade desta iniciativa e queiram apoiar”, explica Maria da Luz Rosinha.

Os equipamentos já existentes e os que venham a ser cedidos ao banco serão inscritos num inventário informático que ficará online, à disposição dos municípios e de outras entidades parceiras. Sempre que se coloque uma necessidade, reconhecida pelo respectivo município, será feito o pedido de cedência e serão accionados o levantamento e a entrega da ajuda técnica. “Pretendemos que o banco comece a funcionar em Janeiro, já com alguma substância. Vamos ser pioneiros neste domínio, com o apoio e a cobertura do Hospital de Vila Franca de Xira, que também tem um mini-banco de ajudas que farão parte deste projecto. Estes cinco municípios vão ser pioneiros numa iniciativa conjunta, de onde todos sairemos a ganhar”, conclui.

Muitos destes equipamentos têm preços elevados e muitas famílias dificilmente têm acesso a eles. Maria da Luz Rosinha salienta que esta será uma forma de minorar as dificuldades de quem mais precisa, mas também uma forma de gerar poupanças para a Segurança Social que é, frequentemente, chamada a comparticipar na aquisição destes materiais.

Enviado por Isa Barata - Fonte: Público

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Segurança Social detecta falhas nos “bancos” que emprestam Produtos de Apoio

Chamam-se Bancos de Produtos de Apoio. Emprestam, alugam ou vendem cadeiras de rodas,
andarilhos, canadianas, camas com ajustamento manual e muitos outros produtos para pessoas com deficiência ou com uma incapacidade temporária ou não. O Instituto da Segurança Social quis saber com funcionavam, para, eventualmente, criar uma rede nacional de bancos. O retrato acaba de ser publicado: em 152 instituições que prestaram informação, cerca de metade dizem que não têm serviços de higienização dos produtos.

O relatório Bancos de Produtos de Apoio, Levantamento Nacional, 2014, refere o seguinte: “70 referem não realizar a higienização dos produtos em Banco, 84 não possuem serviços de manutenção e 104, serviços de reparação. Esta realidade, que surge como preocupante na qualidade dos serviços prestados e dos materiais disponibilizados, deve ser tida em conta na eventual elaboração de normativos relativos a Bancos de Produtos de Apoio.”

Os bancos são, na sua maioria, geridos por parceiros das autarquias locais e entidades sem fins lucrativos, como associações, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e delegações da Cruz Vermelha Portuguesa, prossegue o relatório. A maioria (95) fornecem os produtos gratuitamente — além dos já referidos, há os colchões e coberturas de colchões para prevenir úlceras de pressão, as almofadas, as cadeiras de banho e urinóis, só para dar mais alguns exemplos de objectos que podem melhorar a qualidade de vida de pessoas com certas incapacidades. Mas que custam caro.

Há também 64 bancos que alugam os produtos. E 18 que tanto disponibilizam os produtos de apoio gratuitamente como os alugam (por vezes, em função da situação socioeconómica dos beneficiários ou do tipo de produto que está em causa).

Cinco só emprestam e três vendem. “Uma das entidades com Banco de Produtos de Apoio refere que a atribuição/comparticipação permanente dos produtos de apoio é realizada apenas quando não é possível a sua obtenção através dos serviços de saúde ou segurança social pertencentes à administração central”, lê-se no documento.

Nos casos das instituições que alugam, os preços praticados variam muito: uma cama, por exemplo, pode custar 5 euros por mês ou 35 (valor máximo mencionado). Um andarilho pode ir dos 2,5 euros aos 10. Uma cadeira de rodas dos 2,5 aos 35. Os regulamentos das instituições definem por vezes os preços mínimos e máximos em função do rendimento dos utentes e seus agregados.

Queixas de falta de apoio
Existe em Portugal o Sistema de Atribuição de Produtos de Apoio (SAPA) que gere o financiamento das comparticipações deste produtos quando eles são prescritos por unidades de saúde e centros especializados. Este ano, o orçamento incial do SAPA era de 11,3 milhões de euros, distribuídos pelos ministérios da Saúde, Educação e Emprego e Segurança Social. As pessoas com deficiência ou incapacidade têm de apresentar candidaturas a estes apoios e relatórios médicos e aguardar por luz verde para uma comparticipação (que pode ir até 100%).

José Reis, presidente da Comissão Nacional das Organização de Deficientes, garante que nem toda a gente que precisa consegue a comparticipação que lhes permite adquirir (ou substituir) os equipamentos de que precisam. E que a sua organização já tem recebido queixas.

Os Bancos de Produtos de Apoio funcionam como uma resposta alternativa ao sistema de comparticipações — e são caracterizados, em geral, por um “forte envolvimento da comunidade”, como nota o relatório da Segurança Social.

Além dos recursos humanos neles envolvidos, há referências a muitos voluntários, funcionários das autarquias, técnicos de IPSS, familiares dos utentes a trabalhar nestas estruturas. Em alguns casos, as próprias autarquias envolvem-se e apoiam com subsídios. Certo é que uma grande heterogeneidade de práticas e alguma informalidade, até, parece caracterizar este ramo — ao ponto de haver instituições que cedem, emprestam ou alugam produtos de apoio, mas que não se consideram um banco.

Em suma, a Segurança Social entende que muitas instituições têm potencial para integrar uma eventual rede de apoio. Mas acrescenta: “Se se viesse a pensar na constituição dessa rede nacional teria de se equacionar regulamentação específica na área”.

Fonte: Deficiente Fórum

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Banco de produtos de apoio em Leiria

A Câmara Municipal de Leiria decidiu criar um banco de equipamentos dirigido a pessoas com
mobilidade reduzida. O objectivo é servir de promotor e intermediário entre instituições e pessoas que cedam equipamentos, como cadeiras de rodas, canadianas, andarilhos, camas articuladas, que, em devido estado de conservação, vai passar a ser fornecido temporariamente ou em períodos de longa duração a pessoas e a entidades que necessitem. O beneficiário compromete-se assim a realizar a entrega do equipamento ­q­­­­u­an­­­­­do deixar de precisar dele, nas mesmas condições em que foi cedido, ou seja, funcional e bem conservado.

A proposta do Banco de Ajudas Técnicas do município de Leiria, criado pelas necessidades da população leiriense mais fragilizada e com mobilidade reduzida, foi aprovada em reunião de Câmara, na terça-feira.

Fonte: As Rodinhas

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Banco de Produtos de Apoio em Vila Real

O Centro de Engenharia de Reabilitação da Universidade de Vila Real recebeu 13 toneladas de material para pessoas com deficiência e idosos doados pela Fundação sueca AGAPE, destinados à criação de um banco para empréstimo à comunidade.

Francisco Godinho, responsável pelo Centro de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade (CERTIC) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), disse à agência Lusa que são 360 produtos de apoio e 230 acessórios ou peças de equipamentos.

A maior parte do material destina-se à mobilidade pessoal, como cadeiras de rodas, acessórios para cadeiras de rodas, elevadores de transferência elétricos, andarilhos, equipamentos para treino de marcha, canadianas, e ainda para a higiene pessoal, desde cadeiras sanitárias, assentos elevados de sanita.

Foi também doado mobiliário adaptado para a habitação, nomeadamente camas articuladas e colchões anti-escara. O material foi recolhido pela AGAPE em centros de tecnologias de apoio da costa oeste da Suécia, onde se encontra sediada a fundação.

Francisco Godinho disse que os produtos ajudarão à criação de um serviço de empréstimo de produtos de apoio à comunidade do distrito de Vila Real, o Banco Local de Produtos de Apoio.

«É uma ideia que nós já tínhamos há muito tempo para situações temporárias. Muitas vezes o tempo que uma pessoa precisa para pedir um financiamento desses por parte do Estado é demasiado longo porque a necessidade é imediata», salientou.

O banco deverá estar disponível a partir de março e vai ainda incluir outros produtos existentes no CERTIC nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação (interfaces de acesso ao computador, computadores, sistemas alternativos de comunicação) e da recreação e lazer (brinquedos, equipamentos de lazer e jogos adaptados).

Muitos destes produtos de apoio do CERTIC foram concebidos e adaptados pelos alunos da UTAD.

Entretanto será criado um portal na Internet com a informação sobre os produtos disponíveis e condições de acesso.

Fonte: TVI24 e mais informação sobre a AGAPE

quarta-feira, 21 de março de 2012

Material médico: saiba quando compensa comprar ou alugar

Se precisa de uma canadiana, cadeira de rodas ou cama articulada, faça contas ao tempo de recuperação. Até uma semana, compensa alugar. Mais do que isso, compre o material de pequeno porte e alugue o restante.

O tempo que vai precisar deste material determina se deve alugar ou comprar. No caso do equipamento de pequeno porte, como andarilhos, tripés, muletas e canadianas, é mais vantajoso alugar para períodos curtos (até 7 dias). As bengalas são uma exceção, pois compensa sempre comprar. Quanto às canadianas, a diferença é pequena: pode comprar a partir de 3 euros ou alugar durante uma semana a partir de 2,10 euros.

Se a necessidade de apoio se prolongar por mais tempo, compensa comprar um produto de pequeno porte. Quando não precisar do equipamento e quiser desfazer-se dele, verifique se existe alguma entidade, como um centro social ou paróquia, que o aceite. As associações de bombeiros, a Santa Casa da Misericórdia e a Cruz Vermelha são outras instituições que, à partida, têm interesse em ficar com o equipamento.

Até 90 dias, as cadeiras de rodas e o material de grande porte, como camas articuladas e colchões, ficam mais baratos se alugar.

Para saber qual a melhor opção, consulte os preços de compra e de aluguer na sua localidade:

Outra alternativa é pedir emprestado. Associações de bombeiros, misericórdias, Cruz Vermelha ou centros sociais, entre outros, emprestam alguns produtos de apoio sobretudo aos mais carenciados. Algumas destas entidades cobram uma caução, para garantir a devolução em boas condições. Para requerer o empréstimo, pode ter de apresentar um atestado médico e a declaração de IRS ou um atestado da junta de freguesia a comprovar os baixos rendimentos.

Apoios, comparticipações e seguros

Em caso de internamento num hospital público, este fornece o equipamento necessário para a alta, prescrito pelo médico.

Se o equipamento for prescrito pelo médico do centro de saúde, por exemplo, terá de pedir a comparticipação à Segurança Social. Para tal, entregue, no centro distrital da sua área de residência, uma ficha de prescrição, uma fotocópia legível do bilhete de identidade e três orçamentos para aquisição do material necessário. Cabe àquele organismo avaliar a necessidade do equipamento na vida do requerente. O problema é que os pedidos nem sempre são satisfeitos por falta de verbas.

A compra e o aluguer também podem ser comparticipados pelos subsistemas de saúde, como a ADSE ou o SAMS. Contacte os seus serviços médicos e sociais para saber o valor a que tem direito. Em geral, o paciente paga a totalidade do seu bolso e recebe a comparticipação mais tarde, após entregar a prescrição médica e as faturas do equipamento.

Os seguros de saúde com a cobertura de próteses e ortóteses comparticipam a compra ou o aluguer do equipamento, desde que prescrito por um médico. Verifique a apólice.

Se o subsistema ou seguro apenas comparticipar a compra, talvez esta fique mais barata do que alugar sem nenhuma comparticipação. Convém fazer bem as contas antes de tomar uma decisão.

O IVA é reduzido para certos produtos de apoio e desde que tenha um comprovativo da despesa de aquisição ou aluguer pode deduzi-la no IRS. O fisco considera 30% do que gastar, sem outro limite, caso o produto ou serviço esteja isento de IVA ou sujeito à taxa reduzida (6 por cento). Se a taxa de IVA for superior, o limite é de 65 euros, tendo como percentagem máxima os mesmos 30%: pode apresentar o total de gastos e os serviços fazem as contas. Neste caso, deve guardar a prescrição médica.


Fonte: Deco

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Banco de Ajudas Técnicas do Município de Vila Real de Santo António


A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António entregou, diverso material ortopédico a instituições e a munícipes carenciados do concelho, uma cerimónia que teve lugar no salão nobre da autarquia.
Trata-se de uma iniciativa inédita por parte de uma autarquia, que entrega material ortopédico a instituições que solicitaram ajudas técnicas para equipar as suas valências e a particulares carenciados que não dispõem de recursos económicos para o adquirirem.

O presidente da autarquia, Luís Gomes, entregou diverso material, como andarilhos, cadeiras de rodas (para crianças, paraplégicos e tetraplégicos), cadeiras de banho, camas articuladas, entre outros equipamentos.
O respectivo material ortopédico e médico hospitalar foi recebido no passado mês de fevereiro da Fundação AGAPE, uma organização não governamental sediada na Suécia, e é proveniente de hospitais e lares escandinavos, onde existe uma política de constante renovação, encontrando-se em perfeitas condições de utilização.

ESta ação insere-se no âmbito do recentemente criado Banco de Ajudas Técnicas do Município de Vila Real de Santo António, que, de acordo com a edilidade, pretende dar resposta às pessoas cuja situação de saúde imponha a utilização de serviços, produtos, dispositivos, equipamentos ou sistemas de produção especializado.

Este Banco de Ajudas Técnicas destina-se a todas as pessoas em situação de dependência, residentes no concelho de Vila Real de Santo António e que pertençam a agregados familiares com dificuldades financeiras. Destina-se, ainda, a instituições particulares de solidariedade social ou associações, que comprovem a necessidade do equipamento para o melhor funcionamento das valências que possuem.

Fonte e mais informação: CM Vila Real de Santo António

sábado, 25 de junho de 2011

Ajudas técnicas para a 3ª idade e para a deficiência em Cinfães


O Banco Local de Voluntariado de Cinfães irá promover o empréstimo de equipamento de apoio a “idosos e a pessoas portadoras de deficiência com carências económicas”, através da criação de um Banco Local de Ajudas Técnicas (BLAT).

“Mobiliário (camas articuladas e componentes necessários); cadeiras de rodas; almofadas anti-escaras; andarilhos; assentos de banheira; cotoveleiras; calcanheiras; canadianas; ovos de exercício manual e fraldas de incontinência média e grave” serão alguns dos materiais a disponibilizar pelo BLAT. O investimento necessário, estimado em cerca de 5.500 euros, será assumido pela Câmara Municipal de Cinfães.

O Banco Local de Voluntariado de Cinfães (BLVC) perspectiva promover “o envolvimento das diversas instituições do concelho, para compensar as limitações da deficiência, impedir o agravamento da situação clínica e permitir o exercício das actividades quotidianas da população alvo”.

Competirá às Instituições Particulares de Solidariedade Social do município “encaminhar utentes e participar na instalação e no apoio à utilização dos materiais, através dos voluntários inscritos no BLVC”. O Centro de Saúde de Cinfães terá a responsabilidade de “emitir os pareceres sobre as necessidades dos candidatos e contribuir, igualmente, para o encaminhamento de possíveis beneficiários”. O Banco Local de Voluntariado “seleccionará os candidatos após os dois pareceres técnicos; e organizará o processo de inventariação, armazenagem, distribuição, montagem e controlo dos materiais”.

A Câmara Municipal de Cinfães, além de financiar a aquisição dos materiais, prestará “apoio complementar ao BLAT para a execução de pequenas obras de adaptação” em habitações, como a construção de rampas de acesso.

Fonte: Deficiente Fórum

domingo, 6 de março de 2011

Rotary Clube Portalegre disponibiliza gratuitamente cadeiras de rodas e camas articuladas

“Ajudar quem mais precisa” é o objetivo do Rotary Clube de Portalegre que disponibiliza gratuitamente, 30 cadeiras de rodas e 3 camas articuladas a pessoas com dificuldades de mobilidade motora e idosos acamados.

Uma iniciativa sob o lema “Dar de si antes de pensar em si”, dirigida sobretudo a quem tem dificuldades financeiras em adquirir, temporariamente, uma cadeira de rodas ou uma cama articulada.

Estrela Afonso, do Rotary Clube de Portalegre, explicou em entrevista á RP, como surgiu a iniciativa, e sublinhou ainda a importancia destas ações.

O Banco de Cadeiras de Rodas de Portalegre situa-se na localidade de Monte Paleiros, freguesia da Ribeira de Nisa, no concelho de Portalegre.

Fonte: Deficiente Fórum

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Como vou assinalar o dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Este dia 03 de Dezembro de 2010, comemora-se o dia internacional das pessoas com deficiência. Nunca liguei a datas. A esta também não. Alguns dirão que são importantes por causa da visibilidade que proporcionam, e neste caso a "deficiência". Eu continuo a achar que não são necessárias datas predefinidas pelos outros, para que eu faça, me lembre, destaque, ou viva, neste caso a "deficiência" e me lembre de todos os que são subjugados e humilhados por simplesmente serem "diferentes". Por isso este, para mim, é um dia como todos os outros.

Lamento e entristece-me verificar que maioria pensa diferente. Passam o ano inteiro a ignorarem-nos, nestes dias lembram-se que existimos? Claro que não. Continuam e continuarão a ignorarem-nos, mas faz parte, fica bem, é da praxe comemorarem este dia e por isso as manifestações multiplicam-se por todo o país/mundo.

DEPOIS, MAIS UM ANO EM QUE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SÃO JOGADAS PARA BAIXO DO TAPETE E ESQUECIDAS. QUEM PODE, MANDA.

Este ano vou ser uma "Maria vai com as outras", apetece-me, estou para aí virado...para quê ser sempre diferente da maioria? Sempre do contra? Para não me chamarem inflexível, vou também comemorar. Comemorar não, porque nada há para comemorar, vou assinalar esta data à minha maneira.

1 - VOU DAR DESTAQUE ÀS INJUSTIÇAS QUE TENHO ESTADO A TENTAR RESOLVER PELAS VIAS NORMAIS, E ATÉ AGORA NÃO CONSEGUI, E VER SE CONSIGO RESPOSTAS ATÉ O DIA 03 DE DEZEMBRO DE 2011, VOU VER SE QUEM MANDA REALMENTE FEZ ALGO E MANEIRA QUE ENCONTREI PARA, CASO TUDO ESTEJA RESOLVIDO EM 2011, TAMBÉM COMEMORAR E FICAR FELIZ COMO A MAIORIA.

2 - A PARTIR DE AGORA TODOS OS CASOS QUE ME CHEGUEM SOBRE SITUAÇÕES DRAMÁTICAS/INJUSTIÇAS COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, E EU NÃO CONSIGA RESOLVER PELAS VIAS NORMAIS. PROMETO QUE IREI PRESENCIALMENTE ALOJAR-ME EM FRENTE AO ORGANISMO RESPONSÁVEL, ATÉ INJUSTIÇA SER ULTRAPASSADA. NESTE MOMENTO TENHO UM EXCELENTE RELACIONAMENTO E PARCERIA COM O GABINETE DA SENHORA SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA REABILITAÇÃO. MUITO ME TÊM APOIADO. MAS MUITOS MAIS CASOS FICAM POR RESOLVER E EU NÃO CONSIGO E NEM POSSO FICAR INDIFERENTE.

É UM DEVER MEU. SE TANTA VEZ DIGO QUE AMO O PRÓXIMO, QUE QUERO AJUDAR, CONTEM COMIGO, EU ESTOU DO VOSSO LADO, FAREI TUDO AO MEU ALCANCE PARA AJUDAR...E FAÇO UMAS DILIGÊNCIAS/TENTATIVAS DE AJUDAR E PERANTE RESPOSTAS NEGATIVAS DAS INSTITUIÇÕES FICO-ME POR AI, COM UM SIMPLES "FIZ TUDO O QUE FOI POSSÍVEL, DESCULPA, SINTO MUITO"? ESTOU ERRADO E A SER INJUSTO, PORQUE NÃO FIZ TUDO AO MEU ALCANCE.
FAZER TUDO É INCLUIR O QUE AGORA ME PROPONHO E PROMETO A TODOS. "SEMPRE QUE POR VIA NORMAL NÃO CONSIGA DESBLOQUEAR SITUAÇÕES, POREI-ME NA MINHA CADEIRA DE RODAS À FRENTE DA INSTITUIÇÃO DEVIDA, PARA FICAR BEM VISIVEL E ASSIM NÃO SE ESQUECEREM DO ASSUNTO". EXIJO E PEÇO ACÇÃO AOS OUTROS. DEVO DAR O EXEMPLO.

Aqui ficam as injustiças e neste caso metas a ultrapassar de 03 de Dezembro de 2010, a 03 de Dezembro de 2011: Clique, aqui.

AGORA UMA BOA NOTICIA

Como está cada vez mais difícil conseguir Produtos de Apoio através do Estado, lembrei-me de pedir ajuda a outros deficientes, desafiando-os a verem se não tinham lá por casa algum equipamento que pudessem disponibilizar para criar-mos um banco de produtos, e assim podermos empresta-los a quem estiver em situação difícil.

Fátima, Luis, José e Carlos muito obrigado. Graças a vós temos neste momento disponível para empréstimo:

01 Cadeira de Rodas Eléctrica

1 Cadeira de Rodas Sanitária

2 Almofadas antiescaras marca Roho

2 Almofadas antiescaras gel

1 Almofada antiescaras para cadeira de banho

1 Mesa apoio com rodas

1 Rampas portáteis

Destaco que estes produtos são usados e para emprestar a quem esteja absolutamente sem. Conheci casos de quem teve que ficar dias seguidos acamado porque sua cadeira de rodas foi para conserto, ou por estarem a aguardar decisão da Segurança Social. Serão emprestados a quem esteja temporariamente sem. Assim pode-se chegar a mais gente.

Seria maravilhoso continuarmos este movimento de quem tem e já não use, doar para quem não tenha nada.Se tem algo que possa doar, e esteja em condições de ser usado, contacte-me por favor e junte-se ao grupo.

sexta-feira, 26 de março de 2010

CENTRO RECURSOS PRODUTOS DE APOIO/AJUDAS TÉCNICAS DE TRAMAGAL/ABRANTES

O Centro de Recursos de Ajudas Técnicas surge para rentabilizar os equipamentos utilizados para a recuperação de doentes.
O utente utiliza o equipamento durante o tratamento e depois devolve-o ao CRAT para ser reutilizado por outra pessoa.

O CRAT destina-se a pessoas com deficiência permanente ou temporária, residentes no concelho de Abrantes e que não aufiram um rendimento anual per capita superior a 7500€ (sete mil e quinhentos euros).

Os pedidos ao CRAT são formalizados por requerimento escrito dirigido à Direcção da Associação Vidas Cruzadas.
Os candidatos devem apresentar ainda os seguintes documentos:
a) Prescrição médica da Ajuda Técnica;
b) Fotocópia do cartão do sistema ou sub-sistema de saúde
c) Fotocópia da declaração de IRS do ano anterior (com todos os anexos). Caso não tenha declaração de IRS é necessária certidão passada pela Repartição de Finanças da área de Residência do agregado, comprovativa de que não foi entregue.

A Associação poderá ainda solicitar comprovativo da Junta de Freguesia em como reside no concelho.

A utilização da Ajuda Técnica é gratuita, no entanto o utente a quem seja atribuída a Ajuda técnicas, fica obrigado à entrega de um cheque caução, de acordo com o equipamento a requisitar e em valor a definir pela Direcção da Associação Vidas Cruzadas. O cheque será devolvido após a verificação da integridade do respectivo equipamento.
Fonte: Associação Vidas Cruzadas

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

EMPRÉSTIMO/ALUGUER PRODUTOS DE APOIO.


Por razões várias, nem sempre é possível comprar Produtos de Apoio. Ou porque deficiência é temporária, nosso equipamento está em manutenção, falta de disponibilidade financeira…felizmente já existem muitas Instituições que nesse caso nos podem ser úteis, alugam ou emprestam desde cadeiras de rodas até gruas.

Por uma cadeira de rodas, aluguer mais barato que encontrei foi de € 1,00 por dia. Cruz Vermelha Portuguesa por exemplo empresta equipamento mediante uma simbólica caução em dinheiro. Cobram é deslocação, caso queira que entrega seja feita no seu domicilio.
Batta empresta sem contrapartidas. Em ambos os casos tem que se fazer prova da necessidade do uso Produto de Apoio.

Outras: Mais Que Cuidar e O Dom da Companhia.

ACRESCENTO: resolveram mudar nome a todo equipamento que nos serve de apoio no dia a dia, que antes se designavam por Ajudas Técnicas para Produtos de Apoio.
Sinceramente não entendo a necessidade de tal mudança. Mudar por mudar? Não, no meu caso, mudaram para complicar.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

BATTA - BOLSA DE AJUDAS TÉCNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO



Para que serve a BATTA?

O site facilita o encontro entre instituições e/ou particulares que dispõem de produtos de apoio para doar, emprestar, trocar ou alugar e aqueles que necessitam desses produtos.


Quem são os beneficiários finais?
Embora a articulação possa ser feita entre instituições e/ou particulares, os produtos de apoio destinam-se a pessoas com deficiência ou com incapacidade temporária.

«Pessoa com deficiência» aquela que, por motivos de perda ou anomalia, congénita ou adquirida, de funções ou de estruturas do corpo, incluindo as funções psicológicas, apresente dificuldades específicas susceptíveis de, em conjugação com os factores do meio, lhe limitar ou dificultar a actividade e participação em condições de igualdade com as demais pessoas;

«Pessoa com incapacidade temporária» aquela pessoa que por motivo de doença ou acidente encontre, por um período limitado e específico no tempo, dificuldades específicas susceptíveis de, em conjugação com os factores do meio, lhe limitar ou dificultar a sua actividade e participação diária em condições de igualdade com as demais pessoas;

Como funciona a BATTA ?
Quem dispõe de produtos de apoio queira doar, emprestar, trocar ou alugar, solicita a divulgação da oferta no site e articula a sua entrega, directamente com os potenciais interessados. A divulgação dos produtos e dos contactos das instituições e pessoas individuais, junto dos potenciais interessados nesses produtos é gratuita