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sábado, 3 de fevereiro de 2024

Diogo Martins é o novo Conselheiro para o Cliente com Necessidades Especiais da CP

A CP – Comboios de Portugal informou, esta quarta-feira, a nomeação de Diogo Martins, especialista em acessibilidades, para o cargo de Conselheiro para o Cliente com Necessidades Especiais informa o JN. O objetivo é apostar em melhorias que garantem a acessibilidade e conforto para todos os passageiros.

“A figura de Conselheiro tem como objetivo assessorar em práticas que defendam e promovam a acessibilidade aos serviços da CP por todos os cidadãos. Durante os últimos 19 anos, o cargo foi assumido pelo Tenente-Coronel António Neves, que em muito contribuiu para a inventariação dos obstáculos de acesso e ajudou a definir prioridades na adoção de medidas que tornem a mobilidade um direito adquirido”, lê-se no comunicado da CP enviado às redações.


Assim, a empresa nomeou para o cargo Diogo Martins, 34 anos, apaixonado pela ferrovia e especialista em acessibilidades. Nos últimos anos, “participou em vários testes de acessibilidade em material circulante da CP” e "nas reuniões do Conselho Consultivo para Pessoas com Necessidades Especiais da empresa", sendo ainda Embaixador para a #DiversityInTransport. De acordo com a empresa, Diogo Martins “sofre de Distrofia Muscular Congénita de Ullrich, uma doença rara e progressiva”.

“Ser nomeado para Conselheiro para o Cliente com Necessidades Especiais é muito importante a nível pessoal, ao reconhecer uma vida de trabalho dedicada a melhorar a acessibilidade aos transportes públicos, mas também por esta ser a empresa na qual a minha paixão por comboios nasceu e cresceu. Não se trata meramente de gostar de comboios, trata-se de entender que o setor dos transportes públicos, e em especial, o ferroviário, será essencial para o futuro da humanidade”, explica Diogo Martins.


O Conselheiro para o Cliente com Necessidades Especiais deve “identificar os obstáculos nos serviços prestados pela CP e ajudar a hierarquizar as intervenções de melhoria da mobilidade e acessibilidade”, bem como formular recomendações ao Conselho de Administração da CP, para corrigir as “práticas que afetem a qualidade e eficiência dos serviços prestados pela empresa nesta matéria”.

Já o Conselho Consultivo das Pessoas com Necessidades Especiais engloba várias associações, como a ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, a ADFA – Associação dos Deficientes das Forças Armadas, a APD – Associação Portuguesa de Deficientes, a APS – Associação Portuguesa de Surdos, a CNOD – Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes e a Fundação LIGA, e o Instituto Nacional para a Reabilitação, a Infraestruturas de Portugal (IP), Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a CP.

sábado, 23 de julho de 2022

"Cadeira de rodas não transporto": histórias de quem denuncia discriminação em TVDE

Na SIC Noticias mais uma vez a discriminação contra pessoas com deficiência. Lourenço Madureira Miguel filmou um momento em que foi insultado por um condutor de uma plataforma de TVDE. O caso não é único: conta também que muitas viagens que pede acabam por ser canceladas quando diz que tem uma cadeira de rodas ou quando o motorista o vê. Também Diana Niepce já se viu obrigada a fazer queixas por discriminação à polícia e reclamações junto das empresas.

Este episódio não é desconhecido aos protagonistas deste artigo: pedem uma viagem de TVDE (transporte individual e remunerado de passageiro em veículo descaracterizado) e, com o telemóvel na mão, vão olhando para a aplicação que mostra, no mapa, o veículo a aproximar-se do local. O carro está finalmente a aparecer no horizonte, mas o motorista não parou.

Lourenço Madureira Miguel, de 21 anos, utiliza frequentemente os serviços de transporte das aplicações na cidade de Lisboa. Uma doença rara está a tirar-lhe progressivamente a mobilidade e tem de se deslocar em cadeira de rodas. Pretende continuar a fazer uma vida “o mais parecida com aquilo que era antes de ficar doente” e, por isso, recorre aos serviços de TVDE para ir para a faculdade, onde estuda Medicina, para os tratamentos médicos, ou até mesmo para almoços e jantares com amigos.

A cada dia, o jovem faz “garantidamente” três a quatro viagens. Em 2021, foram mais de 600 viagens através de TVDE – um número que já ultrapassou este ano. Lourenço considera que foi discriminado por mais de um terço dos motoristas que lhe foram atribuídos.

“Muitas vezes, quando estou no hospital, mando uma mensagem a dizer ‘estou de cadeira de rodas’ e respondem ‘cadeira de rodas não transporto’. Começam a andar na direção contrária, para eu ter de cancelar a viagem (e não cancelarem eles, porque são penalizados) e até já iniciaram a viagem como se eu estivesse lá dentro”, denuncia, ressalvando que o segundo cenário aconteceu “muito poucas vezes”.

Também já aconteceu o motorista cancelar a viagem depois de Lourenço ter esperado mais de dez minutos pela chegada do veículo. “Dizem que chegaram, que não me viram e que estiveram muito tempo à espera. Já me aconteceu passarem à porta de minha casa, abrirem a janela e dizerem simplesmente ‘cadeira de rodas nem pensar, não sujo o carro por viagens dessas’. E vão embora”, prossegue o jovem. Tanto a Uber como a Bolt têm uma tarifa de cancelamento, paga pelo passageiro, que depende do tempo a partir do qual a viagem foi aceite pelo motorista.

“No último mês tive de começar a dizer que era discriminação pura e punível por lei, ameaçando fazer uma queixa formal”. Numa dessas situações, o motorista acabou por aceder e transportar o jovem, mas “completamente contrariado” e a insultá-lo.

Cansado destas situações, Lourenço decidiu gravar e expôs a situação nas redes sociais: “Eu não discrimino, eu sei bem ver as coisas. Você não vê que aquilo [cadeira de rodas] é um peso bruto? Você pode usar aquilo para se transportar de um lado para o outro, não é para pôr dentro do carro e tirar do carro. No seu carro está bem, agora no Uber não. O Uber não esta aqui para ser o seu criado”, ouve-se o motorista dizer.

Lourenço tem muito mais histórias para contar. Em todas elas há um ponto comum, que surge também nos relatos de Diana Niepce, de 37 anos. Coreógrafa, bailarina e escritora – e também ativista – Diana recorre às plataformas de TVDE para se deslocar até ao trabalho “porque os transportes públicos não são acessíveis”. “Viajo muito de Uber nacional e internacionalmente, porque viajo muito também com os meus espetáculos”, afirma, lembrando que já assistiu e foi também vítima de episódios de discriminação.

“Aquilo que me costuma acontecer, e ocorre muito mais do que uma vez, é [os motoristas] chegarem ao pé de mim, olharem para mim, abanarem a cabeça e irem embora”. Apesar das histórias que vai somando, Diana considera ser “uma privilegiada da deficiência” por ser “mulher, branca, jovem, caso contrário acredito que iria sofrer muito mais – mas muito mais – situações destas”.

A situação mais recente que passou – e que partilhou nas redes sociais como forma de denúncia – aconteceu esta semana: “Eu ia para o ensaio, tinha a minha equipa à espera e ia dar um workshop de dança. O senhor da Bolt mandou-me mensagem a dizer ‘olá (com um smile)’ e disse ‘estou a caminho’. Eu respondi. Ele chegou, parou ao meu lado, eu apontei para ele parar o carro numa zona mais acessível para mim e quando eu estava a chegar perto do carro ele arrancou. Mandei uma mensagem a dizer que ia fazer queixa por discriminação. Ele continuou a conduzir, ficou à espera que eu cancelasse a viagem – que é o que eles fazer para me cobrar a tarifa – e depois acabou por cancelar-me a viagem. Disse que não me viu.”

Segundo a lei n.º45/2018, as empresas que gerem plataformas de TVDE são obrigadas ao “transporte de cães-guia de passageiros cegos ou passageiras cegas, e em cadeiras de rodas ou outros meios de marcha de pessoas com mobilidade reduzida, bem como de carrinhos e acessórios para o transporte de crianças”.

A SIC Notícias enviou questões sobre estas denúncias a três empresas de TVDE a operar em Portugal – a Uber, a Bolt e a Free Now. A Uber afirma que “não tolera qualquer discriminação” e que “os motoristas que utilizam a aplicação Uber concordam em transportar utilizadores com deficiências e devem cumprir as leis da acessibilidade”. Já a Free Now admite ter recebido denúncias por discriminação e diz defender “ativamente princípios de inclusão e diversidade, promovendo ações e iniciativas de sensibilização para este efeito”. A Bolt não respondeu até à publicação deste artigo.

“Só alguém normal me pode fazer sentir deficiente": reclamações e denúncias à polícia

Lourenço admite que odeia reclamar, mas não pode deixar passar estas situações em branco. Foram várias as reclamações que apresentou junto das empresas em questão. “Isto tornou-se revoltante. Faço denúncias atrás de denúncias e já me aconteceu receber aquela mensagem de ‘Nós reprovamos essas atitudes, blá blá blá’ e dois ou três dias depois aparece-me o mesmo motorista, exatamente com a mesma postura”, reclama.

Diana vai mais longe e apresenta regularmente queixas formais na polícia por discriminação. “Estas situações não ocorrem assim tão frequentemente, mas ainda ocorrem. Cada vez que ocorrem, eu tenho de ir à polícia, tenho de apresentar queixa, tenho longas contestações em torno das aplicações que vêm com respostas protocolares porque infelizmente nem conseguem ter a capacidade de compreender o que é sentir-se marginalizado ou descriminalizado por causa de uma condição.” A falta de meios nas autoridades e a dificuldade em aceder aos dados do motorista em causa faz com que os processos fiquem "em água de bacalhau".

A resposta das empresas é, segundo a coreógrafa, diferente. Diana afirma que a Uber tem uma política melhor que a da Bolt, e conta a história que a levou a tirar essa conclusão: “Estava a levantar-me para passar para o carro e o motorista decidiu agarra-me no rabo, quando eu tinha dito que não precisava de ajuda nenhuma. Fiquei ofendida, como é óbvio”, lembra. O motorista disse que não a ajudava a pôr a cadeira no carro e, depois, acabou por interromper a viagem e “atirou a cadeira e os sacos para o chão”. “Deixou-me no meio do caminho. Obrigou-me a sair do carro comigo a chorar e a ter de chamar outro TVDE. O Uber seguinte viu a situação, também reportou e a Uber foi muito mais eficiente.”

“Só alguém normal é que me pode fazer sentir deficiente, isso acontece quando me faz sentir mal com a minha condição. É isto que me acontece com as plataformas”, remata.

Em resposta à SIC Notícias, a Uber não referiu qualquer informação sobre processos em curso ou consequências aplicadas aos motoristas que são alvo de denúncias por discriminação. Por outro lado, a Free Now sublinha que, perante as denúncias, inicia “de imediato processos de averiguação para resolver essas questões” e reforça “as medidas para evitar outra situações no futuro”.

“Contactamos todos os intervenientes de forma a entender em maior detalhe o que de facto aconteceu, não se justificando uma intervenção criminal, colocamos em prática o regulamento interno que pode envolver a suspensão ou mesmo expulsão do motorista”, acrescentam, sublinhando que a abordagem da empresa “é primeiramente educativa com o objetivo de mudar comportamentos de forma sustentada e não através da aplicação exclusiva de sanções em momentos pontuais”.

Serviços adaptados “não estão muitas vezes disponíveis”

Em dezembro de 2020, a Uber anunciou a criação do Uber Assist: um projeto em parceria com a Associação Salvador que “permite que pessoas com deficiência física, intelectuais e sensoriais, e que não precisem de veículos adaptados, façam viagens com motoristas que receberam formação específica para o efeito”.

Catarina Oliveira tem 33 anos, é nutricionista e consultora na área da diversidade e inclusão. Vive no Porto e não costuma usar as plataformas de TVDE porque – “felizmente” – tem carro. Uma experiência que correu mal há três anos, fez com que deixasse de recorrer a esta forma de mobilidade. Na altura, um motorista disse-lhe que não levava a cadeira de rodas. "O meu irmão passou-se, o senhor percebeu que estávamos a ficar revoltados e que ia haver consequências e começou a dizer que podíamos tentar colocá-la na mala do carro. Mas eu respondi: 'quem não quer ir agora sou eu'. Pedi ao meu irmão a minha cadeira e saí do Uber", lembra. Mais recentemente, experimentou a plataforma Uber Assist e “já correu bem”.

“A última vez que usei foi no São João, mas antes disso tinha ido para o aeroporto de Uber e o senhor foi impecável. Claramente notei que foi uma pessoa que tinha alguma formação no sentido de não pegar na minha cadeira sem eu pedir, eu disse que não precisava de ajuda para a transferência e ele não ficou aborrecido”, lembra Catarina.

Mas o Uber Assist nem sempre é uma opção. Diana sublinha que para poder utilizar um destes veículos tem de reservar, o que “não é eficiente”. Também Lourenço destaca que esta opção “não está muitas vezes disponível”.

A empresa afirma que “o Uber Assist está disponível em todo o território nacional, contudo a disponibilidade de serviço está sempre sujeita a disponibilidade de motoristas na zona e horários em questão”, sublinhando que este projeto é “um passo decisivo para contribuir para uma mobilidade mais inclusiva através da Uber”.

A Free Now destaca ser "a única plataforma que exige uma formação específica aos motoristas antes de iniciarem a atividade com a plataforma", que inclui "boas práticas e de inclusão". Além disso, tem também um serviço dedicado a acessibilidade reduzida, o qual aconselham aos utilizadores optarem. “No entanto, estes obedecem aos mesmos princípios de procura e oferta do restante mercado podendo, por momentos, não estar disponíveis. No caso de os serviços de mobilidade reduzida não estarem disponíveis, aconselhamos o passageiro a notificar previamente o motorista, de forma a garantir que as condições inerentes à viatura permitem o transporte em conformidade e segurança”, respondem.

A notificação prévia ao motorista pode levar a situações em que a viagem acabe cancelada, como já aconteceu a Lourenço.

Fonte: SIC Noticias

sábado, 10 de fevereiro de 2018

CP alarga descontos a pessoas com deficiência

O Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. e a Comboios de Portugal, E.P.E. assinaram, no dia 8 de fevereiro de 2018, um aditamento ao protocolo "Descontos para pessoas com deficiência".

O aditamento ao protocolo existente pretende alargar o número pessoas com deficiência beneficiadas, passando a abranger pessoas com incapacidade igual ou superior a 60% e inferior a 80%, as quais usufruirão de 20% de desconto no bilhete para qualquer comboio.

Para poder usufruir deste serviço basta apresentar o bilhete de identidade ou cartão do cidadão e o atestado de incapacidade multiusos.

No ato da assinatura estiveram presentes a Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, o Secretário de Estado das Infraestruturas, o Presidente do Conselho Diretivo Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., o Presidente da CP Comboios de Portugal, E.P.E., bem como representantes das organizações das pessoas com deficiência.

"A CP foi, e ainda é, no setor dos transportes, a primeira a executar medidas que visam implementar condições de acessibilidade para todos aqueles que enfrentam dificuldades permanentes ou temporárias de mobilidade", referiu Carlos Gomes Nogueira, presidente da CP, destacando a importância do trabalho desenvolvido por esta entidade em prol de "vencer barreiras e criar condições de uma verdadeira politica de inclusão".

De acordo com a Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, 2017 apresenta um saldo de mais de 65.000 viagens apoiadas no âmbito deste protocolo. "Com estes dados estamos seguros que estamos no caminho certo. Queremos as pessoas cada vez mais fora de casa, em movimento, cada vez mais incluídas na sociedade. Este é um incentivo a essa maior autonomia e participação cidadã das pessoas com deficiência. É essa a razão de estarmos aqui hoje", frisou Ana Sofia Antunes.

Por sua vez, Guilherme d'Oliveira Martins, Secretário de Estado das Infraestruturas, destacou a importância de conjugar a realidade da mobilidade com a da inclusão. "A CP está muito empenhada em aprofundar este protocolo, e esta assinatura veio demonstrar essa intenção de dar mais um passo, um passo para a inclusão conjugada com a mobilidade".

As pessoas com incapacidade igual ou superior a 60% e inferior a 80% poderão usufruir deste benefício a partir do dia 1 de março de 2018.

Mantém-se em vigor os descontos que existiam no âmbito deste protocolo para pessoas com deficiência com um grau de incapacidade igual ou superior a 80%. Fonte: INR

EU: O que adianta existir os descontos se a maioria não pode beneficiar dos serviços por falta de acessibilidades e equipas de apoio ao embarque e desembarque. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Auto táxis adaptados Serra D'Arga


Serviço de táxi para Portugal e estrangeiro. Efectuamos o seu transporte personalizado em viaturas de luxo para o destino que pretender em Portugal ou para o estrangeiro com comodidade e segurança. Os nossos serviços incluem ida, ida e volta ou podemos ir buscá-lo ao local que nos indicar.

Para isso bastará fazer a sua reserva conforme abaixo indicado, tendo também à sua disposição uma galeria para selecionar a viatura que pretenda utilizar.

Os nossos motoristas têm as mais altas qualificações profissionais.

Frota Auto Táxis para pessoas com mobilidade reduzida

Mais informações: Auto Táxis Serra D'Arga

Noticia enviada por Isa Barata

terça-feira, 12 de julho de 2011

Vende-se Ford Transit Connectd - adaptada para o transporte de uma pessoa em cadeira de rodas


Vende-se Ford Transit Connectd - adaptada para o transporte de uma pessoa em cadeira de rodas.

Motor de 110 cavalos
Km`s - 160 000
Vidros eletricos
Retrovisores eletricos
Ar condicionado
Peliculas nos vidros laterais e traseiros
Duas portas laterais deslizantes
ABS
Farois de nevoeiro
Auto radio com CD
Revisão feita à 1 mes
Numero de lugares - 5 com opção até 8 lugares
Toda a transformação para cadeira de rodas homolgada
Duas rampas telescópicas também homolgadas
4 cintos de fixação da cadeira de rodas
Em muito bom estado.

Mais informações: Coisas

Enviado pelo proprietário.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Novo Regulamento do Transporte de Doentes não Urgentes no âmbito do SNS

O Ministério da Saúde e a Liga dos Bombeiros Portugueses assinaram, no dia 11 de Maio de 2011, o acordo sobre o novo Regulamento do Transporte de Doentes não Urgentes.

Conheça-o aqui.

Culminando um trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses, e obtido o parecer da Entidade Reguladora da Saúde, o acordo define as regras que disciplinam o Transporte de Doentes não Urgentes no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O novo regulamento consubstancia um equilíbrio entre o acesso dos doentes à prestação dos cuidados de saúde e uma gestão criteriosa dos elevados recursos financeiros afectos ao pagamento deste tipo de serviços, garantindo que todos os que necessitam de transporte têm direito a ele.

Fonte: Portal da Saúde

quinta-feira, 24 de março de 2011

Ourique cria rede de transportes para pessoas portadoras de deficiência


O município de Ourique vai criar uma rede de transportes destinada a pessoas portadoras de deficiência.

A candidatura apresentada a fundos comunitários foi esta semana aprovada. A Câmara em conjunto com a Junta de Freguesia vai adquirir uma minibus e uma carrinha adaptada, revelou à Rádio Pax Pedro do Carmo. O projecto ronda os 200 mil euros.

O presidente da Câmara de Ourique afirma que apesar da crise a Câmara continua a aproveitar as candidaturas a fundos comunitários na área social. Segundo o autarca trata-se de um investimento importante.

Fonte: Rádio Pax

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Transporte de doentes: Bombeiros reúnem-se com Governo sem disponibilidade para aceitar medidas "absurdas"

A Liga dos Bombeiros Portugueses reúne-se hoje com o secretário de Estado da Saúde para debater as alterações ao regime de transporte de doentes não urgentes, recusando à partida medidas "absurdas" que acusa o Governo de impor.

O presidente da Liga, Duarte Caldeira, disse à agência Lusa que os bombeiros "não podem passivamente aceitar que o Ministério da Saúde queira impor medidas que se revelam absurdas".

Um despacho do secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, determinou em dezembro passado que o transporte de doentes não urgentes pago pelo ministério passa a ter de responder obrigatoriamente a dois requisitos: prescrição clínica e insuficiência económica.

A Liga afirma ter exemplos de casos de pessoas que foram privadas do acesso ao transporte de que necessitavam porque as estruturas locais do Ministério não tiveram capacidade de avaliar essa insuficiência e por isso não prescreveram o transporte.

Duarte Caldeira disse à Lusa que a Liga "não pode aceitar que os bombeiros sejam desrespeitados nesta conduta imperativa, de imposição unilateral por parte do Ministério". No entanto, frisou que a Liga vai para a reunião com "disposição para o diálogo e busca de soluções consensuais, na medida do possível".

Depois da reunião, a Liga pretende fazer "um balanço da grave situação que se vive no transporte programado de doentes, com milhares de pessoas privadas de tratamentos e associações à beira da rutura financeira".

Fonte: Sapo Noticias

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Rodoviária de Lisboa inaugura novo trajecto do “Voltas”


A Rodoviária de Lisboa (RL), empresa especializada no transporte colectivo de passageiros, inaugurou, na passada semana, a nova carreira Voltas. A nova rota, denominada Voltas Vertente Sul, cobre a zona do Vale do Forno, no concelho de Odivelas.

A presidente da Câmara Municipal de Odivelas (CMO), Susana Amador, o vice-presidente da autarquia bem como o Conselho de Administração da Rodoviária de Lisboa presidiram à viagem inaugural desta nova carreira, que é resultado de uma estreita parceria entre a CMO e a RL. O objectivo é ligar mais rápida e comodamente o Vale do Forno, Odivelas e a estação de metro do Senhor Roubado, tratando-se de um serviço no âmbito da “Linha Azul”, onde não existem paragens fixas, e que foi aprovado unanimemente em Assembleia da CMO.

Entrar e sair quando quiser no percurso azul é uma mais-valia deste serviço, tendo o passageiro apenas de levantar o braço para avisar o motorista. “Preservar as relações de proximidade e aumentar a qualidade de vida dos utilizadores são os principais objectivos da Rodoviária de Lisboa no alargamento deste serviço”, referiu António Corrêa de Sampaio, presidente da RL.

O Voltas Vertente Sul funcionará de segunda a sexta-feira, entre as 08:00 e as 17:30, com uma tarifa única de 0,40 euros, estando os autocarros que asseguram esta ligação equipados com videovigilância e plataforma de acesso a cadeiras de rodas, o que facilita a utilização das pessoas com mobilidade reduzida. Adicionalmente, as viaturas que realizam este percurso consomem menos 50% de combustível, o que vem reforçar a preocupação da RL com a preservação do Meio Ambiente. Lusomotores

BioRia - Veículo eléctrico nos percursos da natureza

Veículo eléctrico, cedido pelo Turismo Centro à autarquia de Estarreja, aumenta opções para conhecer percursos do BioRia. Idosos e pessoas com mobilidade reduzida já podem ir ver cegonhas e garças, sem esforço e sem poluir.

O novo microbus, um carro eléctrico com capacidade para oito pessoas e que respeita o equilíbrio ambiental, vai ajudar a suprir as limitações de quem quer percorrer os caminhos do BioRia, um projecto municipal de Estarreja que inclui Centro de Interpretação Ambiental (CIA) e percursos pelo meio da natureza. O veículo fez ontem a viagem inaugural, levando a bordo o presidente da autarquia, Eduardo Matos, e o presidente do Turismo Centro de Portugal (TCP), Pedro Machado.

"Vai ser uma mais-valia. Era necessário para termos o percurso disponível para todos, mesmo os que têm capacidade de locomoção reduzida, como idosos ou portadores de deficiência que não conseguiam fazer o percurso até ao fim", vendo as cegonhas, garças e lontras que habitam no meio de arrozais, juncais e linhas de água, explicou Norberto Monteiro, coordenador do BioRia.

O veículo, disponibilizado pelo TCP, "é silencioso, não polui, nem interfere com o ambiente", realçou Pedro Machado, que, a propósito do Dia da Biodiversidade, quis promover "o turismo de natureza, um dos eixos de afirmação da região Centro". Já o edil realçou a diversidade de opções para passear: a pé, de bicicleta, kayak e agora microbus.

O veículo tem autonomia para 80 kms e atinge 100 Kms por hora, ainda que vá circular a apenas 20 Kms/hora. Estará disponível entre Junho e Setembro, altura em que o CIA em Salreu estará aberto diariamente ao público. Em breve será adaptado um atrelado, elevando a capacidade para 20 ocupantes. JN

sábado, 22 de janeiro de 2011

Salvaterra de Magos - Concurso Público para Atribuição de Lugares Taxis Adaptados

1 . Entidade:
Município de Salvaterra de Magos, sita Praça da República, n.º 1, 2120-072 Salvaterra de Magos.

2. Objecto do concurso:
Atribuição de 6 licenças para táxis adaptados ao transporte de pessoas com mobilidade reduzida, para o Município de Salvaterra de Magos, fora do contingente fixado.

3. Local da prestação do serviço:
O serviço objecto deste concurso realiza-se no concelho de Salvaterra de Magos.

4. Podem apresentar propostas pessoas colectivas ou empresários em nome individual que não se encontrem em nenhuma das situações referidas no n.º 1 do Artigo 57.º, do Decreto-Lei n.º 278/2009, de 2 de Outubro, e que possuam as habilitações profissionais adequadas.

5 . O processo de concurso encontra-se patente para consulta, na página da Internet da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos www.cm-salvaterrademagos.pt, e em suporte papel no Serviço de Impostos, Taxas e Licenças, onde pode ser consultado nos dias úteis durante as horas de expediente (9:00 horas às 12:30 horas e das 14:00 horas às 17:30 horas).

6 . Podem ser solicitadas cópias do programa de concurso, até cinco dias antes da data limite de apresentação das propostas, mediante a formulação do competente pedido no local e horário indicado no número anterior.

7. Os interessados podem solicitar ao Júri do Concurso esclarecimentos relativos à boa compreensão e interpretação dos elementos expostos durante o primeiro terço do prazo fixado no número anterior. Os esclarecimentos serão solicitados por escrito, para a morada indicada em 1., através do email geral@cm-salvaterrademagos.pt, para o fax n.º 263509501.

8. As propostas deverão ser entregues no local referido em 1. até às 16 horas do 20.ºdia, a contar da data da publicação do anúncio no Diário da República pelos concorrentes ou seus representantes, ou remetidas pelo correio sob registo e com aviso de recepção.

9. O acto público do concurso efectuar-se-á pelas 10h do dia útil imediato à data–limite para a apresentação das propostas.

10. O anúncio completo a que se refere este concurso foi enviado para publicação no Diário da República a 10/01/2011

A Presidente da Câmara Municipal,

Ana Cristina Ribeiro

PROGRAMA DO CONCURSO CM Salvaterra de Magos

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Utentes sem transporte para tratamentos

Desde o início de Janeiro que Marta Valada, moradora em Azambuja, perdeu o transporte que tinha assegurado pelos bombeiros para levar o filho André, 10 anos, às consultas mensais no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa. “O meu filho tem uma deficiência motora e cerebral e é muito complicado levá-lo no comboio. Move-se com dificuldade, tem muita força e eu estou sempre com medo de cair com ele nas escadas”, conta. Marta Valada já se dirigiu ao Centro de Saúde de Azambuja para obter uma guia de transporte, mas o director disse-lhe que “nada podia fazer”.

Também Silvina Francisco, de Azambuja, deixou de ter acesso ao transporte para ir às consultas de fisioterapia no Hospital Garcia de Orta, em Almada. Tem artrite reumatóide e só consegue andar com a ajuda de canadianas. O marido que está quase cego viu igualmente a sua guia de transporte bloqueada para ir às consultas no Hospital Santa Maria, em Lisboa. “Não posso ir de transportes públicos porque como vê ando de canadianas e o meu marido também não vê. É impossível irmos os dois sozinhos”, conta a idosa que não tem dinheiro para ir de táxi e já começou a faltar às consultas que tinha marcadas. “Não temos solução, o remédio é deixarmo-nos andar assim”.

Etelvina Neves, 72 anos, teve um AVC há um ano, por altura do Natal. Estava a ser acompanhada por médicos, mas teve de suspender o acompanhamento. “O médico não me passou a credencial para poder usufruir do transporte dos bombeiros. Não tenho dinheiro para pagar a um táxi e devido aos meus problemas de saúde também não consigo ir de transportes públicos”, desabafa a moradora de Azambuja. Se não tivesse o apoio dos filhos Etelvina Neves diz que não teria dinheiro para pagar o transporte aos bombeiros. O Mirante

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Táximobil - Táxi adaptado em São João da Madeira

Ex.mo Sr.

Venho por este meio apresentar um serviço de Táxi para pessoas com Mobilidade Reduzida e também um táxi convencional de 4 lugares, mais o lugar para a Cadeira de Rodas.

Disponibilidade 24 horas por dia para todo o tipo de serviço de Táxi desde o normal até ao transporte de uma pessoa em cadeira de roda.
Este novo serviço permite a entrada na viatura das pessoas na sua cadeira de rodas, sendo instaladas em segurança, devidamente fixada ao chão do táxi.

É importante referir que a tarifa cobrada por esta viatura é igual à dos táxis convencionais em circunstâncias normais.

Contactos:
Rua Santo António nº 188 2º A
3700-261 S. João da Madeira

Tel. 256 099 743, 916 380 048, 969 777 192 e 938 203 332

Agradeço desde já toda atenção disponibilizada.

Os melhores cumprimentos,

Álvaro Braga da Silva

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Transporte de doentes não urgentes deixa de ser pago a quem ganha mais do que salário mínimo


Depois das taxas moderadoras, os desempregados e pensionistas ficam hoje também a saber que vão pagar o transporte de ambulâncias em caso não urgentes.

O Ministério da Saúde vai deixar de garantir, a partir de 1 de Janeiro, o pagamento do serviço de transporte de doentes não urgentes que tenham rendimentos superiores ao salário mínimo nacional.

Esta decisão surge na sequência de uma auditoria encomendada pela Autoridade Central do Sistema de Saúde (ACSS), que concluiu que as cinco Administrações Regionais de Saúde gastaram 94,1 milhões de euros em 2009.

A auditoria, realizada pela PriceWaterhouseCoopers e a que o PÚBLICO teve acesso, detectou situações de facturação de viagens fictícias, pagamentos em excesso e reembolsos sem o respectivo comprovativo, entre outras irregularidades.

No despacho ontem publicado em Diário da República que determina que o pagamento só passará a ser feito a doentes não urgentes com “a aferição e demonstração da insuficiência económica”, o secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, defende a importância de “emitir orientações referentes ao direito ao transporte de doentes não urgentes e a sua articulação com a condição de recursos, para, em fase posterior, ser definido um quadro normalizador global através de um regulamento geral de transporte de doentes não urgentes no âmbito do SNS”.

O despacho de Óscar Gaspar determina que o pagamento do transporte de doentes não urgentes é garantido aos utentes nas situações que “preencham simultaneamente os seguintes requisitos: em caso que clinicamente se justifique e em caso de insuficiência económica”. No primeiro caso, “a justificação clínica é feita pelo médico e deve constar no processo clínico do doente e da respectiva requisição”. Esta determinação surge porque na auditoria foram detectados inúmeros casos em que foram feitos pagamentos sem a justificação médica. Público

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Câmara de Lisboa - Apoio a pessoas com deficiência

O Projecto Transporte Adaptado, desenvolvido pelo Pelouro da Acção Social em parceria com o Elo Social, pretende dar resposta às necessidades de transporte dos munícipes de Lisboa, portadores de deficiência, assegurando diariamente o seu transporte nos percursos casa/formação/casa. Destina-se, principalmente a jovens com deficiência, maiores de 18 anos.

O pedido deve ser efectuado por escrito e encaminhado para o Departamento de Acção Social.

Conheça outros apoios disponibilizados pela Câmara.

Departamento de Acção Social
Equipa de Apoio à Deficiência
Rua do Machadinho, nº 20
1200-707 Lisboa
Tel.: 213 944 300
Fax: 218 171 252

domingo, 26 de dezembro de 2010

Autocarros eléctricos adaptados vão ser testados nos Açores

Ambas as viaturas disporão obrigatoriamente de local reservado a passageiros com mobilidade reduzida e a utilizador de cadeira de rodas e de espaço para cão guia de cegos.

Com uma autonomia de 120 quilómetros, a maior das duas viaturas a adquirir pelo governo regional, com apoios comunitários, terá uma lotação entre 30 e 36 lugares e uma velocidade máxima não inferior a 60 quilómetros por hora, referiu fonte do executivo.

Segundo acrescentou a mesma fonte, o outro veículo a testar nos circuitos urbanos do arquipélago dispõe de 18 a 22 lugares, possuindo uma autonomia de 100 quilómetros e uma velocidade máxima não inferior a 45 quilómetros por hora. AO Online

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Lisboa vai ter 50 táxis para pessoas com mobilidade reduzida

A cidade de Lisboa vai passar a contar nos próximos meses com 50 táxis adaptados ao transporte de pessoas com mobilidade reduzida, no âmbito de um concurso público promovido pela autarquia.

As viaturas que pertencerem a esta rede terão especificidades como uma plataforma de embarque, cintos de segurança adaptados, meios para fixar as cadeiras de rodas ou uma porta com um ângulo de abertura superior, mas poderão atender também cidadãos sem dificuldades de mobilidade, refere a agência Lusa.

De acordo com o aviso publicado no website da câmara de Lisboa, a lista de atribuição de licenças foi aprovada no final de Novembro pelo vereador da Mobilidade, Fernando Nunes da Silva, dispondo os classificados de 180 dias para efectuar o licenciamento dos veículos.

Apesar de o concurso público ter sido lançado há mais de um ano, o processo foi atrasado por uma providência cautelar interposta por um profissional do ramo, devido ao aumento do número de táxis da cidade.

Fernando Nunes da Silva explicou esta segunda-feira à agência noticiosa que era necessário aumentar o contingente de veículos, uma vez que não havia interessados em adaptar os seus táxis já em circulação. TVI24

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Táxi adaptado em São João da Madeira


Foi apresentado esta 2º feira, dia 15 de Novembro de 2010 pelas 11h em frente do Edifício da Câmara de S. João da Madeira, um novo Táxi, para além de prestar o serviço convencional de transporte como qualquer outro táxi normal, permite também o acesso a cadeira de rodas para pessoas com mobilidade reduzida.

Desde o dia 6 de Novembro, que já se encontra ao serviço na nossa praça de táxis, ou podem ligar para Álvaro Braga, solicitando o serviço porta-a-porta.
Este novo serviço permite a entrada na viatura das pessoas na sua cadeira de rodas, sendo instaladas em segurança, sendo devidamente fixada ao chão do táxi.

É importante referir que a tarifa cobrada por esta viatura é igual à dos táxis convencionais.

O objectivo principal é que os cidadãos de S. João da Madeira com mobilidade reduzida irão ganhar maior autonomia e segurança com a introdução deste novo táxi adaptado.

domingo, 3 de outubro de 2010

Transporte Adaptado Almada Solidária

O Projecto Almada Solidária consiste num serviço de transporte adaptado para munícipes com mobilidade reduzida e portadores de deficiência, proporcionando uma maior autonomia e conforto nas suas deslocações diárias.

O Transporte adaptado é assegurado pela Câmara Municipal de Almada, através de uma parceria com a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.

Quem pode requerer:

Pessoas com mobilidade reduzida e com deficiência, que se desloquem em cadeira de rodas, residentes no concelho de Almada.
A prioridade é para o transporte de crianças na deslocação para a escola.
Não será assegurado o transporte a crianças com idade inferior a 3 anos.

Onde pode requerer:

Presencialmente
Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM)
Centro de Formação Profissional Quinta dos Inglesinhos, Pêra de Baixo - 2825-108 Caparica

Divisão de Educação
Av. D. Nuno Álvares Pereira, n.º 74 D - 2800-177 Almada

Por telefone
APPACDM - 21 295 5840 / 21 295 4456

Divisão de Educação - 21 272 4700

Por fax
APPACDM - 21 294 3014
Divisão de Educação - 21 272 4777

Nas Escolas frequentadas.

Quando pode requerer?

Pode requerer até ao 1º dia útil do mês de Setembro.

Dentro do horário de atendimento dos serviços:
Divisão de Educação - segunda a sexta: 9h15-12h; 14h-16h30.
APPACDM - FALTA

O que precisa para requerer?

Preencher o formulário disponível nas escolas ou requerer o serviço directamente na Divisão de Educação da Câmara Municipal de Almada ou na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.

Qual o custo?

Sem custos associados.

Outras informações?

O serviço de transporte adaptado prevê o apoio de um auxiliar, tem seguro da viatura contra todos os riscos, seguro pessoal e de passageiros.
Fonte: Câmara Municipal de Almada