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domingo, 7 de abril de 2019

Apoie o Centro de Apoio Social da Carregueira através do seu IRS

Ao preencher a sua declaração de IRS, doe sem custos para si, 0,5% dos seus impostos ao Centro de Apoio Social da Carregueira.

Veja como é fácil e prático fazê-lo:

Conheça-nos melhor aqui, e aproveite para por um "gosto" na nossa página:
Facebook: https://www.facebook.com/centrodeapoiosocialdacarregueira/
Site: https://cascarregueira.wordpress.com/

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Vende-se sistema Wheeldrive (para cadeiras de rodas) usado

Trata-se de um sistema que dá propulsão eléctrica a cadeiras de rodas manuais.

É composto por 2 rodas com motor, bateria e controlos integrados, que substitui as rodas manuais da cadeira. Não sendo portanto precisas alterações estruturais à cadeira nem montagem de fios para joystick.

A vantagem para as alternativas (e-Motion e Smartdrive) é o facto do funcionamento ser mais intuitivo.

Preço de venda ao público recomendado pela marca: 6.344,18€.

É novo (1 mês) e está por estrear.

Mais informações: olx

Enviado por email


sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Petição: Proposta de redução da idade de reforma para pessoas com deficiência

Nós sabemos o que é ter uma deficiência. Sabemos o que é envelhecer com uma deficiência.
Sabemos nós e sabem aqueles que connosco convivem e os que estudam o envelhecimento das pessoas com deficiência, que o processo normal de envelhecimento é frequentemente complicado devido a uma vida inteira de mobilidade reduzida, pior estado geral de saúde, medicamentos, cirurgias, etc.

Sabemos que as pessoas que vivem e envelhecem com uma deficiência de longo prazo têm uma elevada prevalência de condições de saúde secundárias tais como: dor, cansaço ou fraqueza, depressão, perturbações do sono, problemas de memória e de atenção, problemas intestinais e urinários, úlceras de pressão, sobrepeso e obesidade, entre outras.

Sabemos o sobre esforço que fazemos para manter uma atividade profissional. O que custa ter de ultrapassar permanentemente as mais diversas barreiras, das barreiras arquitetónicas às barreiras atitudinais.

Sabemos como esse esforço afeta o nosso envelhecimento e como na maior parte das deficiências existe precocidade no envelhecimento, afetando mesmo em muitas patologias a esperança média de vida.

Justifica-se, tal como para algumas profissões consideradas de desgaste rápido, baixar a idade de reforma para todos aqueles que tiveram pelo menos 20 anos de trabalho, 15 dos quais correspondam a uma incapacidade igual ou superior a 60%.

Temos direito a gozar a reforma sem que as nossas incapacidades estejam de tal modo agravadas que nos impeçam fruir com alguma qualidade de vida esse tempo de recompensa por uma vida de trabalho.

Aproxima-se a discussão do Orçamento do Estado. Já por duas vezes foram recusadas propostas para a diminuição da idade de reforma para as pessoas com deficiência. Pensamos que é altura de se fazer justiça, apelando deste modo a que os partidos apresentem propostas neste sentido ou aprovem as propostas que forem apresentadas.

Apelamos a todas as pessoas com deficiência e a todas que reconhecem a justiça desta nossa reivindicação, que subscrevam este abaixo assinado. 

Assine aqui.

Faça-se justiça!

sábado, 23 de junho de 2018

Solicitação de criação de componente económica de apoio à Família com pessoa com incapacidade (menores e maiores)

À Assembleia da República

Solicitação de criação de componente económica de apoio à Família com pessoa com incapacidade (menores e maiores).


Tendo em conta que a Constituição da República Portuguesa no seu artigo 71º, consagra o seguinte:

O Estado obriga-se a realizar uma política nacional de prevenção e de tratamento, reabilitação e integração dos cidadãos portadores de deficiência e de apoio às suas famílias, a desenvolver uma pedagogia que sensibilize a sociedade quanto aos deveres de respeito e solidariedade para com eles e a assumir o encargo da efetiva realização dos seus direitos, sem prejuízo dos direitos e deveres dos pais ou tutores. 

Assine aqui a petição.

E dado que os atuais apoios económicos concedidos se encontram desadequados e obsoletos face à atual conjuntura económica, solicita-se a criação de uma componente económica de apoio à Família com pessoa com incapacidade.

Sendo que a Segurança Social terá já reconhecido que existe um acréscimo de encargos relativos à deficiência no seio familiar, pois o montante atribuído a uma família de acolhimento de pessoa com deficiência é consideravelmente superior ao atribuído a uma família de acolhimento sem estas características, e demonstrando um completo desfasamento relativamente àqueles que são os atuais apoios dados às famílias com pessoa com incapacidade, considerando ainda que os valores atribuídos às instituições oscilam entre os 509,51€ e os 1,027,03€ (conforme Adenda ao Compromisso de Cooperação para o Sector Social e Solidário 2017-2018) e ainda levando em consideração o estudo de avaliação do impacto dos custos financeiros e sociais da existência de pessoas com deficiência nos agregados familiares, desenvolvido pelo CES e que data já de 2011, em que estes valores oscilavam entre 5100€ e os 26300€ por ano, o valor a atribuir a esta componente económica deverá ser de igual valor ou superior àquele que é o valor atribuído às famílias de acolhimento, ressalvando que este valor adicional acumula com o subsidio de assistência a 3ª pessoa ou complemento por dependência.

Visando ainda que segundo o artigo 9º, alínea d) da Constituição da República Portuguesa, uma das tarefas fundamentais do Estado é: Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação de direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais; é este apoio económico fundamental à inclusão destas famílias na sociedade, promovendo a igualdade e dignidade destas famílias em relação às demais, uma vez que as necessidades básicas e diárias são diversas e em que normalmente um dos progenitores se vê privado de colaborar no rendimento familiar em iguais circunstâncias, de forma a prover a devida prestação de cuidados necessária.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Portal + Mobilidade - Vote e divulgue

Existindo pessoas que, de forma temporária ou permanente, vivem com a dificuldade de se deslocarem em curtas distâncias (ex. uma rua, uma avenida, um centro comercial, um jardim) devido a deformações ou limitações físicas considero que deveriam existir soluções alternativas ao transporte público ou ao táxi dado que estas curtas distâncias não deveriam justificar esta falta de autonomia, gasto de tempo e preço por deslocação. Também estes veículos não poderão conceder o acesso desejado dentro de superfícies comerciais, museus, etc.


Neste sentido e no âmbito da meta da Europa 2020 contra a pobreza e a exclusão social, propunha a criação de um “Portal + mobilidade” e/ou uma aplicação compatível com qualquer dispositivo móvel (virtual e com acesso físico nas juntas de freguesia) no qual o cidadão com limitações físicas se poderia inscrever e ver que meios, alternativos à sua deslocação, tem à sua disposição no município e pela rede de parceiros associados. Esses meios seriam cadeiras de rodas simples e elétricas ou scooters de mobilidade elétrica para pessoas com deficiência motora. No portal seriam aceites doações de outros cidadãos que quisessem contribuir com cadeiras que já não lhes fossem úteis de forma a promover o altruísmo e a inclusão social.

O foco de investimento na minha proposta está:
- Na criação do “Portal + Mobilidade”
- Em meios de locomoção alternativos para capacitar alguns municípios para este problema.
Por um país mais inclusivo e amigo de todos, por cidadãos mais capacitados e felizes.

Vote aqui:

Sugerido por António Valador

sábado, 2 de junho de 2018

Questionário: A autocompaixão e a atenção plena em técnicos de reabilitação e cuidadores de pessoas com deficiência

Esta investigação surge no âmbito da dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia, na subárea de especialização de Intervenções Cognitivo-Comportamentais nas Perturbações Psicológicas e da Saúde, sob a orientação da Professora Doutora Paula Castilho.



O projeto de investigação visa a compreensão da relação entre a autocompaixão e atenção plena (mindfulness) e a fadiga da compaixão (burnout), sintomas psicopatológicos (ansiedade, depressão) e qualidade de vida dos técnicos de reabilitação e cuidadores de pessoas portadoras de deficiência. A autocompaixão tem sido crescentemente reconhecida pela comunidade científica pelo seu impacto positivo na saúde mental, qualidade de vida, felicidade e conectividade social. Desta feita, a compaixão apresenta-se como uma estratégia fundamental para a resposta emocionalmente adequada às exigências do trabalho, uma vez que promove o bem-estar psicológico e a resiliência, sendo de particular relevância para os profissionais das áreas da saúde, educação e reabilitação.

Responda ao questionário AQUI

A sua participação é de extrema importância e consiste no preenchimento de alguns questionários. Assim, solicitamos que não deixe nenhuma questão por responder, dado que tal invalidaria todas as suas respostas. Não existem respostas certas ou erradas, pretendendo-se apenas que responda da forma mais sincera e verdadeira possível. Os questionários são anónimos e confidenciais, sendo os dados utilizados unicamente para fins da investigação.

Fonte: O Deficientezinho

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Vamos ajudar a Adriana?

Caros amigos,
Como presidente da Associação Salvador queria partilhar convosco a história da Adriana, à qual não podemos ficar indiferentes.


A Adriana nasceu prematura, provocando uma paralisia cerebral grave (tem 100% de incapacidade) mas o destino pregou outra partida à família e a Adriana também ficou cega.

Por estar numa cadeira de rodas, a Adriana não consegue entrar na própria casa de banho, nem deslocar-se dentro de casa. A mãe tem que percorrer 9 metros com a filha ao colo para entrar na casa de banho, estando desgastada pois a Adriana pesa 75kg, tornando a tarefa muito dolorosa e impossível num futuro próximo.

É necessário adaptar a casa de banho e alargar alguns corredores mas a família não tem rendimentos, sendo que a mãe está desempregada e o pai recebe um ordenado muito baixo.

Como me revelou a mãe: “qualquer dia não tenho forças para levar a Adriana ao colo”

Mais informações: Associação Salvador

sábado, 17 de março de 2018

Estudo sobre o impacto da assistência pessoal no bem-estar das pessoas com deficiência

Estudo sobre o impacto da assistência pessoal no bem-estar das pessoas com deficiência.


Este estudo insere-se num doutoramento em Psicologia Social sobre o impacto de factores sociais e psicossociais na vida das pessoas com deficiência.

Os/As participantes do estudo devem:

- ser maiores de 18 anos;
- ser ou pretender ser candidatos/as a assistência pessoal pelo projeto-piloto nacional de vida independente (MAVI - Modelo de Apoio à Vida Independente).

O questionário demora em média 20 minutos a ser preenchido.

Serão sorteados 10 vales Sonae no valor de 50 euros cada, entre os/as participantes do estudo.

http://isctecis.co1.qualtrics.com/jfe/form/SV_3q0rekgkbRijzTf

Participe e divulgue pelos seus contactos.
Muito obrigada,
Carla Branco
Estudante de doutoramento em Psicologia Social, CIS-IUL, ISCTE-IUL, LiSP
carla_branco@iscte-iul.pt

Enviado por email

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Questionário: Acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida aos serviços de transportes

Peço o vosso apoio para responder, se for o caso, e divulgar este questionário sobre a utilização de transporte rodoviário e fluvial. Este questionário é da responsabilidade da autoridade da mobilidade e dos transportes e destina-se à melhoria da acessibilidade dos transportes.

Podem responder só à parte relativa ao autocarro, ou à fluvial, ou a ambas, dependendo da vossa situação.
A resposta deve ser enviada no corpo do email, para dsmm@amt-autoridade.pt

Contamos consigo? Aqui vai o questionário:

Acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida aos serviços de transporte em autocarro

1. Quais são as necessidades específicas das pessoas com mobilidade reduzida que levam a que estas enfrentem problemas na utilização dos serviços de transporte em autocarro?

2. Descreva, se aplicável, uma boa prática implementada em Portugal, que promova a acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida aos serviços de transporte em autocarro e que vá mais longe do que o simples cumprimento da legislação aplicável.

3. Relativamente à boa prática descrita, esta:

a. Está relacionada com: i) a acessibilidade às instalações, infraestruturas ou veículos; ii) procedimentos e processos de boa qualidade (p.e.: reservas, pedidos de informação, solicitação de assistência, etc…); iii) uma boa prática implementada por funcionários ou outras pessoas (Nota: selecione todas as opções aplicáveis).

b. Aplica-se a que fase do transporte: i) antes da viagem; ii) durante a viagem; iii) após a viagem (Nota: selecione todas as opções aplicáveis).

c. Beneficia que grupos: i) pessoa com doença mental; ii) pessoa com incapacidade cognitiva; iii) pessoa portadora de deficiência visual; iv) pessoa portadora de deficiência auditiva ou muda; v) pessoa em cadeira de rodas; vi) pessoa com incapacidade fisiológica; vii) pessoa com mobilidade reduzida relacionada com a idade; viii) pessoa com mobilidade reduzida temporária (mulheres grávidas, pessoas com membros partidos, etc…); ix) outros grupos (Nota: selecione todas as opções aplicáveis).

4. Porque considera que esta boa prática é um sucesso? Que critérios considerou na sua análise (estatísticas, reações positivas, inovação, eficiência em termos de custos, facilidade de implementação, etc…)?

5. Quais os operadores de transporte (ou outras entidades) que implementaram esta boa prática?

6. Na sua opinião, esta boa prática poderia ser implementada noutros países?

7. Na sua opinião, esta boa prática poderia ser implementada noutros modos de transporte?

Acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida aos serviços de transporte marítimo

8. Quais são as necessidades específicas das pessoas com mobilidade reduzida que levam a que estas enfrentem problemas na utilização dos serviços de transporte marítimo?

9. Descreva, se aplicável, uma boa prática implementada em Portugal, que promova a acessibilidade das pessoas com mobilidade reduzida aos serviços de transporte marítimo e que vá mais longe do que o simples cumprimento da legislação aplicável.

10. Relativamente à boa prática descrita, esta:

a. Está relacionada com: i) a acessibilidade às instalações, infraestruturas ou veículos; ii) procedimentos e processos de boa qualidade (p.e.: reservas, pedidos de informação, solicitação de assistência, etc…); iii) uma boa prática implementada por funcionários ou outras pessoas (Nota: selecione todas as opções aplicáveis).

b. Aplica-se a que fase do transporte: i) antes da viagem; ii) durante a viagem; iii) após a viagem (Nota: selecione todas as opções aplicáveis).

c. Beneficia que grupos: i) pessoa com doença mental; ii) pessoa com incapacidade cognitiva; iii) pessoa portadora de deficiência visual; iv) pessoa portadora de deficiência auditiva ou muda; v) pessoa em cadeira de rodas; vi) pessoa com incapacidade fisiológica; vii) pessoa com mobilidade reduzida relacionada com a idade; viii) pessoa com mobilidade reduzida temporária (mulheres grávidas, pessoas com membros partidos, etc…); ix) outros grupos (Nota: selecione todas as opções aplicáveis).

11. Porque considera que esta boa prática é um sucesso? Que critérios considerou na sua análise (estatísticas, reações positivas, inovação, eficiência em termos de custos, facilidade de implementação, etc…)?

12. Quais os operadores de transporte (ou outras entidades) que implementaram esta boa prática?

13. Na sua opinião, esta boa prática poderia ser implementada noutros países?

Na sua opinião, esta boa prática poderia ser implementada noutros modos de transporte?

Enviado por Associação Salvador

domingo, 7 de janeiro de 2018

Questionário: O impacto da assistência pessoal na vida das pessoas com deficiência

Se tem uma deficiência, é maior de 18 anos e é ou pretende ser candidato/a a assistência pessoal pelo projeto-piloto nacional (MAVI) Vida Independente, Participe neste estudo que a Carla Branco está a fazer.

"O impacto da assistência pessoal na vida das pessoas com deficiência - 1ª fase/ 1º questionário
Este estudo tem como objetivo perceber o impacto da assistência pessoal no bem-estar das pessoas com deficiência.

Os/As participantes do estudo devem ser pessoas maiores de 18 anos e que sejam ou pretendam ser candidatos/as a assistência pessoal pelo projeto-piloto nacional de Vida Independente (MAVI - Modelo de Apoio à Vida Independente).

A participação neste estudo consiste no preenchimento de um total de 3 questionários (semelhantes), separados por períodos de 1 ano (3 fases). Salientamos, no entanto, que a sua participação é voluntária e pode desistir a qualquer altura do processo.

Ao participar neste estudo pode habilitar-se a ganhar um de 10 vales Sonae no valor de 50 euros, que serão sorteados no final desta 1ª fase de recolha.

O questionário leva em média 20 minutos a ser preenchido. As respostas são anónimas e confidenciais. Não existem respostas certas nem erradas, estamos interessados apenas na sua experiência."

VÁ, CLIQUEM NO LINK ABAIXO PORQUE A CARLA MERECE E VOCÊS AINDA SE CANDIDATAM A RECEBER 50 EUROS DE COMPRAS

https://isctecis.co1.qualtrics.com/…/form/SV_3q0rekgkbRijzTf

Texto: Jorge Falcato

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Ajude esta família com 3 filhos gémeos com deficiência

Caros amigos,

Como fundador da Associação Salvador queria pedir-lhe 20 segundos do seu tempo para partilhar uma história que me emocionou de uma família com 3 filhos gémeos com deficiência. A Sandra e o António Nobre são um casal jovem e tiveram a felicidade de serem pais de trigémeos mas a sorte não esteve ao seu lado na saúde dos três filhos, hoje com 6 anos de idade.


A Francisca tem paralisia cerebral, o Guilherme e o Rafael possuem uma doença rara, deslocam-se todos em cadeiras de rodas. Apesar de os meninos terem epilepsia, problemas motores e respiratórios graves, a Sandra e o António são um casal feliz e inspirador. A mãe está desempregada e apenas o Pai trabalha e a família não consegue comprar um equipamento que trará melhoras à Francisca.

Neste Natal ajude a família Nobre a comprar um fato de estimulação que fará toda a diferença na qualidade de vida da Francisca.

O seu donativo vai fazer a diferença para apoiar esta família e muitas mais pessoas com deficiência.


Enviado por email

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Do Pica do 7 à Casa da Mariquinhas - ensaio solidário exclusivo para si!

Caro amigo,

É fã do António Zambujo? E da Gisela João?
A Associação Salvador tem uma oportunidade única para lhe proporcionar um encontro exclusivo!

O António Zambujo e a Gisela João vão abrir as portas do seu último ensaio do Festival Caixa Alfama a um público exclusivo, para uma experiência inesquecível! O OBJETIVO - APOIAR A ASSOCIAÇÃO SALVADOR E A SUA MISSÃO!


Ao adquirir este bilhete terá a oportunidade de fazer parte deste momento mais intimista, num ambiente descontraído e informal, mais próximo dos artistas, ao mesmo tempo que contribui para a Associação Salvador.

Bilhete Solidário - 25€
(Ensaio Exclusivo + Todos os concertos desse dia)
Passe Solidário - 45€
(2 Ensaios Exclusivos + Todos os concertos dos 2 dias)

Compre já o seu BILHETE SOLIDÁRIO AQUI ou contacte a Associação Salvador para qualquer dúvida ou assistência através do 213 184 828 ou info@associacaosalvador.com!

Os bilhetes estão à venda, também, na FNAC, Worten, El Corte Inglês, ABEP, Turismo de Lisboa e Delegações ACP.

Veja o programa do Festival Caixa Alfama aqui!

Enviado por e-mail

sábado, 8 de julho de 2017

Participe no inquérito: as condições de vida das pessoas com deficiência em Portugal

O Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra desenvolve atualmente o projeto “Decide - Deficiência e auto-determinação: o desafio da "vida independente" em Portugal”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT/MEC), com o objetivo de investigar os diferentes contextos de vida e serviços de apoio existentes para pessoas com deficiência em Portugal, os seus impactos e oportunidades na vida das pessoas com deficiência.
Além de outras metodologias, o estudo inclui a realização de um inquérito às pessoas com deficiência com idades iguais ou superiores a 18 anos, para conhecer as suas condições e oportunidades de vida em domínios diversos: educação e formação, serviços de apoio e relações na comunidade, relações pessoais, acesso a recursos financeiros, gestão dos orçamentos pessoais e discriminação e violência.
O preenchimento do inquérito não exige mais do que 15/20 minutos do seu tempo. Todas as passagens são feitas de modo automático e o preenchimento pode ser interrompido e retomado noutro momento, bastando para isso indicar um endereço de e-mail para onde lhe será enviado um link para prosseguir posteriormente. As respostas ao questionário são confidenciais e serão sempre tratadas de uma forma anónima. 
O inquérito está disponível, até ao dia 7 de Agosto, no seguinte link:
Após o seu preenchimento, deverá clicar em "submeter" para validar as suas respostas.
Para mais informações os esclarecimentos poderá consultar a página do projeto (http://www.ces.uc.pt/projectos/decide/) ou contactar-nos por e-mail (projdecide@ces.uc.pt) ou através do telefone 239855570.
Muito obrigado pela sua participação.
Cordialmente,
Fernando Fontes
Enviado por e-mail

domingo, 18 de junho de 2017

Questionário famílias com crianças com NEE

O GAIP está a colaborar com o Projeto Europeu PSI-WELL (envolvendo 6 países) que tem por objetivo:

1) diagnosticar, através de uma pesquisa transversal e nacional, o nível de inclusão social, stress e bem-estar de 1500 famílias de crianças e adolescentes com Necessidades Especiais (NE);

2) Promover, através de Programa de Intervenção social e psicopedagógico, o bem-estar de famílias de crianças/ adolescentes com NE. Como NE, incluem-se também as NEE, mas não só.
Apelamos à vossa colaboração através do preenchimento de um questionário online (20 a 25 minutos para preenchimento) e reencaminhamento para outros pais que possam colaborar com a coleta de dados.

O questionário está disponível em https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfXIlq8PVc5A2qXBGcgfdPk6gW2IwaAZBtVj4H14jdENjdodQ/viewform e o Código de Investigador é “GAIP”.

O Projeto pretende alcançar pais de crianças com NE, ou seja, as crianças que em qualquer momento da sua vida, apresentam dificuldades em satisfazer necessidades de caráter biopsicológico, como por exemplo:

1. crianças em contexto de luto; em contexto de pós divórcio parental, em contexto de hábitos alcoólicos,
2. crianças vítimas de bullying, de qualquer tipo de violência/ discriminação ou exclusão (por ex: obesidade, alteração ou diferenças relativas à orientação sexual),
3. crianças em exposição à pobreza, à falta de higiene ou de cuidado, exposição à exclusão, exposição a qualquer tipo de violência,
4. crianças com patologia crónica (diabetes, paramiloidose, atrite reumatoide, etc), doença oncológica e doença terminal, … etc.

Obrigada,
Danielle Capella
Psicóloga
Mestre em Estudos sobre as Mulheres (FCSH/UNL)
Assistente de Investigação (ISCTE)
Formadora
Tlm: 924290645

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domingo, 28 de maio de 2017

Festa dos amigos da Associação Salvador

A Associação Salvador vem convidar todos os amigos e família para a Festa dos Amigos da Associação Salvador, a realizar no dia 1 de Junho, Dia da Criança das 16h às 22h no Jardim do Campo Grande!

O acesso é gratuito e a festa é aberta a toda a comunidade.

Conta com um mercadinho de marcas portuguesas, foodtrucks, streetfood & drinks, muita animação infantil para marcar o Dia Mundial da Criança (pinturas faciais, moldagem de balões, magia, e muito mais) e um cartaz musical que conta com Susana Félix, DJ Fernando Alvim, Ricardo Reis Pinto e os Tocá Rufar!

A totalidade das receitas revertem para apoiar a Sandra Manuel.

"Sou a Sandra e trabalhei nos Bombeiros até 2014. Fui vítima de um crime de violência doméstica por parte do meu ex-companheiro que me deixou paraplégica".

Juntos vamos comprar uma plataforma elevatória e dar liberdade à Sandra!

Contamos consigo na melhor festa de sempre!

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Questionário: Avaliação de Necessidades da População com Deficiência ou Incapacidade e suas Famílias

De modo a cumprir da melhor forma a missão de Pais-em-Rede, vimos pedir a vossa colaboração no preenchimento de um breve questionário que possibilitará um levantamento das necessidades da população com deficiência e suas famílias, com o objetivo de melhor conhecer esta realidade, avaliar as carências existentes e propor soluções, de modo a conseguirmos, tão rapidamente quanto possível, colaborar na criação de respostas inclusivas que tanta falta fazem.
Este email está a ser enviado a todos os associados, pelo que, no caso de não se aplicar a si, solicitamos desde já a sua colaboração através da partilha do questionário junto de pessoas com deficiência ou incapacidade, ou suas famílias.

A rede depende da colaboração de todos!

Muito obrigada pela vossa disponibilidade.

(Para preenchimento aceder ao link: Avaliação de Necessidades da População com Deficiência ou Incapacidade e suas Famílias)

A Direção

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domingo, 2 de abril de 2017

Neste caso ajudar não custa nada

Chegou mais uma vez a altura de submeterem as vossas declarações do IRS, e como sabem podem doar sem custos 0,5% dos vossos impostos a uma instituição.

Venho pedir-vos que o façam ao Centro de Apoio Social da Carregueira, instituição onde resido e trabalho.


Para nos doarem 0,5% dos vossos impostos destinados ao Estado, basta seguir as instruções da imagem, ou seja colocar o nº do nosso NIF 503 524 158 no campo 11, do Modelo 3 da sua declaração.

Convido-vos também a conhecerem melhor o nosso trabalho aqui: https://cascarregueira.wordpress.com/ e 

colocar um "gosto" na nossa página no facebook:

O CAS Carregueira agradece.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Investigador português com paralisia cerebral desprezado em Portugal

Paulo Condado, doutorado em Engenharia Electrónica e Computação, criou um software para ajudar pessoas deficientes — como ele, que sofre de paralisia cerebral. Em resultado de um parto mal assistido no Hospital de Faro, há 37 anos, ficou com a voz e alguns movimentos afectados, mas as limitações físicas não impedem de conduzir automóvel e estar ligado ao mundo das novas tecnologias, em constante actividade. A partir de um escritório montado em casa, desenvolve ferramentas utilizadas pelo mundo fora. No Algarve, onde vive, é mais um desempregado com altas qualificações.


“Não consigo arranjar emprego no sector público nem no privado, nem como investigador, nem como simples informático”, lamenta Paulo Condado.

O investigador, licenciado em Engenharia Informática, doutorado e pós-doutorado em Engenharia Electrónica e Computação, foi recentemente distinguido pela Universidade do Algarve (Ualg) com uma “menção honrosa” no âmbito do Prémio Carreira Alumni 2016. Aplausos e elogios não faltaram. O emprego que lhe completaria a verdadeira integração social continua a não surgir.

“Mandei currículos para todas as empresas da região na área da informática, e algumas de Lisboa e de Coimbra, mas nem tive direito sequer a uma entrevista.” A mulher, assistente operacional no Hospital de Faro, acrescenta: “Promessas houve algumas, nada mais do que isso.”

As palavras de agradecimento que proferiu, durante a cerimónia da entrega do prémio, saíram através de uma voz sintetizada por um computador. A aplicação, denominada easy voice, foi criada por ele, em 2009, no âmbito do doutoramento. “Muito bom” foi a classificação que o júri lhe atribuiu no exame. A seguir recebeu o convite para visitar o Instituto de Tecnologias de Massachusetts — MIT, nos Estados Unidos da América. “Tive oportunidade de trocar opiniões com investigadores de renome sobre o meu trabalho. Todos eles me incentivaram a continuar e a melhorar”, recorda.

Uma vez regressado a Portugal, idealizou o easy right — um método de introdução de texto que permite às pessoas com problemas de coordenação nos membros superiores utilizarem pequenos dispositivos móveis. O trabalho foi desenvolvido por um aluno de mestrado que co-orientou.
Acender e apagar as luzes da casa, abrir e fechar portas ou ligar e desligar a máquina do café com um simples telemóvel é uma das sua últimas criações informáticas. A aplicação destina-se a permitir a pessoas com deficiência a interacção com o ambiente. “É importante conhecer as dificuldades que as pessoas com deficiência enfrentam no quotidiano”, observa. No que lhe diz respeito, sublinha, procura, “com o desenvolvimento da ciência, ajudar a integração social” destas pessoas.

Uma vez terminada a bolsa de investigação que recebeu da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e acabado o subsídio da Fundação Calouste Gulbenkian, que lhe permitiu prosseguir com os estudos, aumentaram as dificuldades financeiras do casal. Há cerca de um ano foi recebido pela secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, na esperança de que seria a pessoa certa para melhor compreender e ajudar a vencer as suas batalhas. Depois de revelar as dificuldades que tem tido para derrubar as barreiras da exclusão social, obteve da governante a resposta politicamente correcta. “Vou ver o que posso fazer.” Em Março do ano passado voltou à carga, dirigindo-se ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que remeteu o assunto para o Governo. Por fim, em Dezembro, foi recebido no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Faro, e foi informado de que se poderia candidatar a um contrato de emprego-inserção, com um ordenado de cerca de 400 euros. “Senti-me humilhado, recusei, porque me impuseram como condição prévia submeter-me à avaliação de um técnico da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral (APPC) que iria avaliar as minhas capacidades.”

A filha, de quatro anos, aos pulos pela sala, aproxima-se para revelar um sonho: “Quero ser doutora das crianças.” O pai, sorridente, desabafa: “Já fui também um jovem idealista.” Agora, aos 37 anos, tem a carreira suspensa.

Há cerca de ano e meio escreveu uma “carta aberta” a expor a sua situação de investigador, preso pelo “preconceito” de uma sociedade que não favorece a integração. Da Suíça chegou-lhe o convite para leccionar numa universidade, da Irlanda uma oferta de emprego numa multinacional. “Mas é aqui que tenho a minha família”, diz, na esperança de ainda de vir a ter uma oportunidade de trabalho no Algarve — uma “região inteligente”, segundo os projectos apresentados ao programa Portugal 2020.

Fonte: Público

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Este Natal, a Roche dará um presente por si. Basta um gosto.

Cara(o) cidadã(ão)!

Este Natal, a Roche dará um presente por si. É muito simples participar neste movimento de solidariedade. Para tal, só tem de fazer gosto nas páginas da ANEM, SPEM e TEM. Ao fazê-lo, a Roche doará por si 1 Euro para esta causa.

Junte-se a esta causa e faça as luzes brilhar pela Esclerose Múltipla em www.FazerBrilhar.pt

Divulgue pelos seus amigos e na entrega do IRS

Nota: no caso da TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla está a contribuir para a conclusão, 2º fase, do Centro Multidisciplinar de doenças Neurodegenerativas.

Obrigado e desejos de uma maravilhosa Época Natalícia.

Enviado por email