sábado, 28 de setembro de 2013

Mais concelhos abrangidos pelos Contratos Locais de Desenvolvimento Social+

Dezanove concelhos de sete distritos de foram abrangidos pelo Programa Contratos Locais de Desenvolvimento Social+, que visa combater o desemprego e a “pobreza crítica”, incluindo situações relacionadas com deficiência e incapacidade.

O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, estimou, em abril, conseguir criar 400 postos de trabalho com os novos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), para os quais, no total, existe uma verba de cerca de 20 milhões de euros.

Os CLDS+ visam aumentar a empregabilidade, combater a “pobreza crítica”, garantindo “uma maior proteção” às crianças, aos jovens e aos idosos, apostando num “superior desenvolvimento local e na concretização de medidas que promovam a inclusão ativa das pessoas com deficiência e incapacidade”.

Passam a fazer parte do programa os concelhos de Montemor-o-Novo, Viana do Alentejo, Mourão, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Penela, Lousã, Fornos de Algodres, Sabugal, Vila Nova Foz Coa, Pedrógão Grande, Aviz, Monforte, Coruche, Ribeira de Pena, Tondela, Penalva do Castelo, São Pedro Sul e Resende, concelhos dos distritos de Portalegre, Coimbra, Guarda, Viseu, Leiria, Santarém e Vila Real, conforme informa o Diário da República (DRE).

O montante global da dotação orçamental afeta a estes territórios, ao longo do período de execução (18 meses), é de cerca de 5,6 milhões de euros, dos quais cerca de 3,1 milhões de euros são verbas financiadas pela Fundo Social Europeu (FSE), 1,2 milhões correspondem a financiamento da Contrapartida Pública Nacional (CPN) e 1,2 milhões são provenientes dos jogos sociais.

Criados em 2007, a primeira vaga de Contratos Locais de Desenvolvimento Social vigorou entre 2010 e 2012, após um primeiro projeto-piloto.

Os contratos são celebrados pelo prazo de 18 meses, tendo como limite máximo de duração o dia 30 de junho de 2015.

Fonte: Plural&Singular

Presa em casa por falta de técnico de saúde na escola

Uma adolescente, com paralisia cerebral profunda, está presa em casa, no Marco de Canaveses, porque necessita de aspiração muito frequente de secreções e a escola não tem quem assegure a tarefa.
Carla Alexandra Madureira Silva, 16 anos, vive com os pais e três irmãos, na calçada de Lamas, na vila de Alpendorada. Vítima de várias complicações de saúde, alegadamente decorrentes de um parto complicado no Hospital de S. João, Porto, a jovem, no dizer dos pais, regista avanços e denota sinais de satisfação com o convívio em ambiente escolar.

A assistência à pequena Carla requer alguém com experiência e sobretudo com formação técnica na área da saúde. Para tal, o Agrupamento de Escolas de Alpendorada alega que fez um pedido especial ao Gabinete de Gestão Financeira da DREN, para que seja dada luz verde à contratação e colocação de um técnico de saúde - um enfermeiro - na referida escola. "Porém, até agora, não há resposta", disse ao JN fonte do agrupamento.

Já o Ministério da Educação, em resposta ao JN, pouco ou nada acrescenta. "A situação está a ser analisada pelos serviços, por forma a definir muito em breve uma solução para as especificidades da aluna", explicou, laconicamente, fonte do Ministério da Educação e Ciência (MEC).

O ano letivo já começou há uma semana, mas a pequena Carla permanece em casa e ninguém sabe quando é que poderá regressar, em segurança, à EB1 do Cruzeiro.

"A escola recebe-a de braços abertos. Não nos responsabilizamos é pelo acompanhamento clínico. Não temos ninguém habilitado para fazer esse serviço. Se os pais quiserem vir cá sempre que for necessária a assistência, nós temos as portas abertas para a Carla", clarifica o Agrupamento de Escolas de Alpendorada.

Fonte: JN

Mulher tetraplégica alimentada na boca pelo filho de 2 anos

O menino mastiga a comida de modo a que a mãe possa alimentar-se. A mulher esteve dois anos em coma após um acidente de viação e acordou com a voz do filho.
É uma lição de vida e sobrevivência dada por um menino de apenas dois anos. Gao Qinbao mastiga a comida e coloca-a na boca da mãe tetraplégica, como se de um pássaro se tratasse.

Em 2010, a mãe, Zhang Rongxiang, teve um grave acidente de viação na província de Jiangsu, na China. Com um prognóstico reservado, os médicos não acreditavam que a chinesa pudesse sobreviver. Foi então que descobriram que a mulher estava grávida e que o bebé não tinha sofrido lesões. Gao cresceu na barriga da mãe apesar desta se encontrar em coma e, só após cinco meses, foi feita a cesariana.

Zhang Rongxiang esteve em coma até maio deste ano, altura em que acordou com o som da voz do filho. Um amor incondicional de um bebé que esteve sempre ao lado da mãe adormecida e que agora é ele que a alimenta, como conta o «Daily Mail» citando os meios de comunicação locais.

Uma pirâmide invertida do amor entre uma mãe e um filho.

Fonte: TVI 24

Deficientes têm de fazer dezenas de quilómetros para votar no Distrito de Bragança

Os eleitores do Distrito de Bragança que necessitem de acompanhante para votar no domingo vão ter de se deslocar dezenas de quilómetros para conseguirem um atestado médico que o comprove, alertou hoje o presidente da Câmara de Vinhais.

Américo Pereira disse à agência Lusa que a Autoridade Regional de Saúde do Norte decidiu que nestas autárquicas só estarão disponíveis, durante o período em que funcionam as urnas, em quatro dos 13 concelhos da região médicos para passagem de atestados a cidadão portador de deficiência que implique o acompanhamento por terceira pessoa para exercer o direito de voto.

Contactado pela Lusa, o delegado distrital de saúde, Victor Lourenço confirmou o número de médicos, mas estranhou que "os autarcas não tenham dado conta que já nas últimas eleições europeias e legislativas" aconteceu o mesmo e não houve protestos.

O ofício da Autoridade Regional de Saúde do Norte, assinado pelo delegado distrital, chegou hoje à Câmara de Vinhais e dá conta de que entre os treze concelhos abrangidos pela Unidade Local de Saúde do Nordeste, apenas em quatro haverá médico disponível para atestar a necessidade de acompanhante.

Os médicos vão estar, entre as 08:00 e as 19:00 de domingo, em centros de saúde de Bragança, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Torre de Moncorvo, obrigando os utentes dos restantes oito concelhos do distrito de Bragança e do de Vila Nova de Foz Coa, na Guarda, a deslocarem-se a estes locais.

"É uma vergonha, os portadores de deficiência já têm dificuldade para se deslocar às assembleias de voto quanto mais a outra terra", declarou o autarca de Vinhais, o socialista Américo Pereira, que se recandidata ao lugar.

Segundo disse, só no concelho de Vinhais, "já houve eleições em que 50 pessoas necessitaram destes atestados".

O documento assinado pelo médico serve para comprovar aos membros da mesa de voto que o eleitor, devido a qualquer deficiência, necessita de acompanhante para poder votar".

"Sem o atestado, mesmo que a pessoa não veja ou tenha outro problema qualquer, só pode votar se os membros da mesa quiserem", observou.

O delegado distrital de Saúde, Victor Lourenço, explicou à Lusa que esta organização resulta da restruturação que houve há três anos em que acabaram as subdelegações de saúde e o Nordeste Transmontano, que tinha 25 médicos de carreira nesta especialidade, ficou apenas com quatro.

O responsável fez a comparação com outros distritos do país como, por exemplo "Viana do Castelo que tem sete concelhos e onze médicos" enquanto a área da Unidade Local de Saúde do Nordeste abrange 13 concelhos e tem apenas quatro médicos.

O delegado distrital de saúde não soube quantificar quantos atestados para este fim foram passados na região em outros atos eleitorais.

Garantiu apenas que "nas eleições autárquicas é quando há sempre mais procura".

Fonte: RTP

Crato quer destruir a escola inclusiva

Considerando que neste início de ano lectivo os direitos e garantias dos alunos com Necessidades Educativas Especiais estão a ver vandalizados, ultrajados e atropelados, provocando um grave retrocesso na Inclusão social e educativa das nossas crianças, o MDI-Movimento (d)Eficientes Indignados apoia veementemente as iniciativas levadas a cabo por um grupo de onze associações que se uniram com uma preocupação comum: a falta de cumprimento dos princípios base da escola inclusiva.

Único escritor tetraplégico português lança livro

O romance “Provas de Amor” da autoria de Hélder Ferreira editado pela Associação Cultural Fértil é este sábado apresentado em Braga, num evento que decorre a partir das 16h00 na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Editado pela Associação Cultural Fértil, com um preço acessível de capa de 7 euros, este romance de 185 páginas será apresentado por Desiré Essoh, um luso costa-marfinense que é investigador doutorando no Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho.
Hélder Ferreira nasceu a 26 de maio de 1978, em Vila Nova de Famalicão, onde iniciou e completou a sua escolarização. O seu talento artístico levou-o a formar-se em música, formação esta que continuou em Nantes (França), depois do 12.º ano. Hélder tocava Viola d´Arco e Cavaquinho, tendo sido membro do grupo “Os Eruditos”, com o qual fez variadíssimos concertos. Em 2003, sofreu um acidente vascular cerebral que o deixou tetraplégico, sendo considerado como o primeiro escritor português tetraplégico.

“Fico imensamente feliz porque mesmo assim sentado e totalmente imóvel, somente dispondo da grande ajuda de um pequeno dedo, consegui elaborar um livro”, referiu Hélder Ferreira por ocasião do lançamento do anterior livro “Escrevendo, Pensando (2009:9)” editado pela Chiado Editora e que já vai na sua terceira edição.

Fonte: Correio do Minho

Pesquisadores russos desenvolvem nova técnica para utilização de células estaminais em lesões da medula

Cientistas russos da Sibéria desenvolveram uma técnica única de tratamento de pacientes vítimas de acidentes de trânsito, quedas, ferimentos por arma de fogo, lesões na medula espinhal, entre outros, e que perderam o movimento de parte do corpo.


Ela se baseia na surpreendente capacidade das células estaminais de se transformar em células de outros órgãos. Vale notar que cada transformação se opera segundo um esquema individual, pois cada organismo tem um conjunto único de sinais para pôr em ação uma cadeia de metamorfoses.

Por enquanto, os cientistas não conhecem todos os sinais, mas aprenderam a comandar as células do sistema nervoso. Usando diferentes sinais químicos, eles aprenderam a transformar as células-tronco em elementos do sistema nervoso, principalmente nos neurônios que conduzem sinais nervosos aos músculos, glândulas, pele e membranas mucosas.

Em princípio, os maiores laboratórios mundiais também sabem transformar células estaminais em células nervosas da medula espinhal. Mas, como acontece frequentemente na ciência, um método muito bem conhecido em teoria pode não funcionar na prática.

Segundo um cientista do projeto, no caso das células estaminais, a causa é a seguinte: cultivadas em uma matriz especial, as células são retiradas e transferidas para uma região afetada da medula espinhal. Mas essa transferência é prejudicial às células estaminais. Como resultado, muitas delas perdem suas funções ou até a vida.
“Aprendemos a evitar perdas. Transferimos as células sem retirá-las da matriz.

Isso nos permite restaurar quase completamente as funções da medula espinhal danificada e devolver aos paraplégicos a capacidade de se mover”, disse o cientista.
“Fizemos experiências em animais com uma ruptura total da medula espinhal.

Eles estavam completamente paralisados. Após o transplante de uma matriz com células-tronco, os animais começaram a se mover e tiveram as funções da bexiga, reto e de outros órgãos completamente recuperadas”, disse à “Rossiyskaia Gazeta” Ígor Baríchnikov, professor catedrático da Universidade de Krasnoiarsk, na Sibéria.

Por enquanto, as experiências só estão sendo realizadas em animais. Para começar operações em seres humanos, os cientistas necessitam de equipamento mais sofisticado e materiais de consumo, o que exige financiamento.

De acordo com o cientista, os pesquisadores já sabem como aplicar essa tecnologia inovadora em seres humanos. Contudo, podem surgir problemas legais decorrentes do uso de células estaminais.

Fonte: Ser Lesado

sábado, 21 de setembro de 2013

A deficiência e a austeridade

Por Carvalho da Silva

Nas últimas semanas, ao preparar uma conferência no quadro da evocação dos 40 anos da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, conversei com diversas pessoas que trabalham na área das respostas à deficiência, desde professores, profissionais da saúde, dirigentes associativos a investigadores que abordam as problemáticas da deficiência, da inclusão/exclusão, dos custos suportados pela sociedade e pelas famílias. Neste processo, deparei-me com inúmeros alertas que precisam de ser do conhecimento de todos.

A brutal austeridade a que vimos sendo sujeitos afeta a esmagadora maioria dos portugueses, mas está a provocar o esmagamento da dignidade e da integridade de muitas pessoas portadoras de deficiência, a matar justos sonhos de plena inclusão, a colocar em pobreza gritante muitos destes homens e mulheres.

A utilização de meios humanos, materiais, técnicos e científicos hoje existentes que permitem vencer barreiras e gerar capacidades nas pessoas com deficiência, propiciando--lhes o acesso e a participação em todos os campos da vida social, é um direito fundamental. Mas as políticas em curso, sempre em nome da "poupança", estão a destruir avanços conquistados nas últimas décadas e a induzir uma vergonhosa regressão.

Os alertas são preocupantes e surgem a partir das realidades vividas nas mais diversas áreas da sociedade. No trabalho, as quotas de emprego para pessoas com deficiência são agora absolutamente ignoradas. A taxa de desemprego destes trabalhadores deve ser brutal e vai imperando a resposta reacionária: "Se não há trabalho para os normais, como querem que haja para os deficientes". Entretanto, estão a degradar-se as medidas de prevenção e reparação dos trabalhadores que contraem doenças profissionais ou sofrem acidentes de trabalho. Da escola, chegam os alertas sobre a diminuição do número de professores para acompanhamento das crianças com necessidades educativas especiais, o aumento do número de alunos por turma e o desaparecimento de outras medidas de apoio. Começa a ser assustador o que se passa na escola pública e jamais estes apoios serão garantidos pela escola dos mercados.

Os cortes na saúde, nos transportes, nos orçamentos das autarquias e de outros organismos públicos fazem ressurgir velhas dificuldades e barreiras que se repercutem violentamente na vida destes cidadãos.

As dificuldades aumentam no seio das famílias em resultado da diminuição dos seus rendimentos, dos efeitos da emigração, da manutenção ou até corte dos irrisórios valores de certas prestações sociais. A solidão e o acantonamento a que são remetidas as pessoas com deficiência coloca-as num aprisionado sofrimento que é preciso denunciar e combater.

A deplorável exploração que o primeiro-ministro (PM) e outros governantes fazem das diferenciações existentes na sociedade e o aprofundamento das desigualdades - que agora até o FMI reconhece - conduzem a exclusões que se manifestam ainda mais violentamente entre os que têm maior fragilidade.

Será que o PM também vai desafiar as pessoas com deficiência a emigrar?

Portugal caminhou da sociedade da exclusão para a sociedade das desigualdades, com salvaguarda mínima da dignidade humana. Hoje, está-se a regredir para práticas de assistencialismo, de caridadezinha, de paternalismo hipócrita e redutor da integridade das pessoas e da sua liberdade.

Vivemos décadas de uma ditadura fascista que não permitia a cidadania social e que praticava a inibição face às pessoas com deficiência. As famílias escondiam-nas.

Relembremos que o aparecimento, a ação livre e a intervenção sociopolítica das principais associações das pessoas com deficiência estiveram na formação do lastro democrático que deu origem ao 25 de Abril e, depois, foram construtores da democracia.

Não permitamos a regressão! Não admitamos que se reinstalem como "naturais" certas limitações funcionais da sociedade e muito menos os constrangimentos e barreiras que as pessoas com deficiência enfrentam no dia a dia.

Fonte: JN

Partícipe: Inquérito aos preconceitos sobre a mobilidade reduzida

"Este inquérito faz parte de um projeto de investigação, no âmbito de uma tese Doutoramento, em realização na Universidade de Aveiro.
Pretende identificar preconceitos existentes relativamente à mobilidade reduzida, procurando clarificar a importância destes, enquanto obstáculos à inclusão.

A participação de todas as pessoas é muito importante, porque apenas desta forma será possível compreender melhor a discriminação resultante da incapacidade, muitas vezes expressa de forma dissimulada.
Os dados recolhidos são anônimos, confidenciais e não serão utilizados para outros fins que não os objetivos do estudo.

Responda aqui.

Desde já obrigado pela sua colaboração.
Renato Bipo

Fonte: Movimento (d)Eficientes Indignados

Produtos de Apoio: "Se já não precisa de ajuda, ajude outros que precisam"

"Se já não precisa de ajuda, ajude outros que precisam" é o desafio que a Santa Casa da Misericórdia
de Lisboa lança a todas as pessoas e entidades, no âmbito de uma campanha de recolha de produtos de apoio nos concelhos de Lisboa e Cascais, desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional para a Reabilitação.

Caso tenha, na sua posse, cadeiras de rodas (elétricas ou manuais), camas articuladas, canadianas, andarilhos, sofás (com cobertura em napa) ou outros produtos de apoio a que já não dê utilidade, esta é a oportunidade para lhes dar uma nova vida. Para ajudar outras vidas.

Na procura permanente de novas respostas às necessidades da população carenciada, a Santa Casa assegura, assim, a recolha destes produtos para colocá-los ao dispor de quem deles mais precisa no momento, sejam os utentes da Santa Casa ou da sua rede de parceiros.

Em 2012, através do Serviço de Gestão de Produtos de Apoio, pudemos já contribuir para melhorar a qualidade de vida de cerca de 4 mil pessoas. Mas queremos ser ainda mais ambiciosos e, por isso, abrimos a iniciativa a todos os que possam ajudar.

Junte-se a nós, colaborando na construção de um mundo mais solidário e mais sustentável, com o incentivo à doação e reutilização de produtos.

Quem pode doar?

Todas as pessoas individuais e entidades coletivas, como associações, organizações e empresas podem fazer uma doação de produtos de apoio à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. O doador passará a fazer parte da rede de beneméritos da instituição.

Como doar?

De forma muito simples: basta contactar-nos através de e-mail (rita.mendes@scml.pt,vitor.relha@scml.pt ou cristina.vazalmeida@scml.pt) e referir que pretende doar os produtos de apoio, indicando o seu nome, morada, contacto telefónico (e poderá enviar o logotipo da entidade, organização ou empresa, se for o caso e quiser divulgar) e entraremos em contacto consigo.

Publicaremos a lista de beneméritos com o logotipo (link para a entidade) e com as razões de terem doado à Santa Casa, no site que estamos a criar.

Se preferir, pode doar pessoalmente, dirigindo-se para isso ao Serviço de Gestão de Produtos de Apoio da SCML (na Rua Garrett nº 10, em Lisboa. Telefone 21 347 70 93).

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa assegura a recolha dos produtos na morada que seja indicada, dentro das áreas de Lisboa, Parede e Cascais.

Contamos consigo, por boas causas.


Enviado por email

Ulcera de Pressão: Martinho Horta

Lembram-se?

Nosso Martinho Horta tem novidades. Foi operado.

Vejam no seu AS RODINHAS as últimas noticias.

Responda estudo de mercado sobre vestuário adaptado

Posso contar com a sua colaboração?

Estou a realizar um estudo de mercado que tem como objectivo verificar os hábitos de consumo, preferências e uso de vestuário (incluindo no caso de limitação física). 

A sua opinião é muito importante e são apenas 2 minutos!

Responda AQUI ao questionário.

Obrigada pela ajuda! 
Sara Lima

SIMO: Serviço de Informação para Mobilidade e Ortopedia

Este website fornece informações para pessoas com dificuldades motoras. Para muitas pessoas com dificuldades de mobilidade, até mesmo sair para simplesmente ir a lojas ou a um café pode ser lento e doloroso, para alguns, simplesmente não é possível sem ajuda.

Muitas pessoas já não são capazes de subir as escadas na sua casa, sem medo de cair. Felizmente, existem soluções. Esses produtos são altamente especializados e requerem um bom conselho antes de fazer uma compra. SIMO é um fornecedor de informações.

Informação completa: SIMO