terça-feira, 29 de março de 2011

Canoagem para todos


Sábado, 9 de Abril · 15:00 - 18:00
Local: Montijo (Zona Ribeirinha, no antigo cais dos vapores do Montijo)

Olá a todos.

No âmbito de uma iniciativa idealizada por mim, pela Carla Ferreira e pelos estagiários da secção de canoagem do Clube Atlético do Montijo, decidimos organizar uma actividade onde todos poderão experimentar a canoagem, desfrutar da paisagem, tranquilidade e passar uma tarde excelente para além de diferente.

Este evento foi marcado para o dia 9 de Abril por um motivo, calha num fim-de-semana em que não existem provas d...e canoagem e por isso estarão presentes todos os responsáveis do clube, sem eles presentes não poderemos organizar um evento semelhante dadas as dificuldades que todos sabemos, pois somos todos pessoas especiais.

O evento tem um custo simbólico de 2.5€, esse valor serve apenas para ajudar o clube, é um clube pobre mas prontificou-se logo para nos ajudar nesta organização, tendo sempre em conta o dia por causa das provas que se avizinham.

Espero poder contar com a vossa presença para este evento, muito obrigado a todos.

Norberto Mourão, Carla Ferreira e Secção de Canoagem do Clube Atlético do Montijo.

segunda-feira, 28 de março de 2011

APPACDM avança com complexo da Quinta da Romeira


Até 2015, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Coimbra tem de abandonar o edifício da Rua Gomes Freire, onde funciona o Colégio de Santa Maria. O contrato com o senhorio do prédio termina numa altura em que a direcção espera ter já “de pé” o complexo da Quinta da Romeira, pelo que a expectativa é que a obra esteja no terreno entre 2012 e 2013.

De acordo com Helena Albuquerque, presidente da direcção da APPCDM, o projecto de arquitectura já foi aprovado, encontrando-se os projectos de especialidade na Câmara Municipal de Coimbra. Depois, resta definir as formas de financiamento de uma obra que está orçada em 1,2 milhões de euros e que, além da creche e do jardim-de-infância vai disponibilizar aos utentes outro tipo de valências.

No momento, o complexo da Quinta da Romeira é a grande prioridade da APPACDM de Coimbra, com esperança de que a consignação de 0,5% do IRS dos contribuintes se possa traduzir numa ajuda. Para já, explica Helena Albuquerque, é certo que o valor da venda de uma propriedade da associação será para aplicar na obra, ficando a faltar o dinheiro para a outra metade. Com a actual conjuntura económica, a direcção da APPACDM está consciente de que a missão não é fácil, mas mantém a esperança que, em 2012, poderão abrir «linhas de financiamento» para dar uma ajuda à concretização deste empreendimento sócio-educativo.

Actualmente, frequentam o Colégio de Santa Maria, nos Olivais, 100 crianças – 40 na creche e 60 no jardim-de-infância -, com a particularidade de os grupos serem compostos, em partes iguais, por alunos, ditos normais, e por alunos com dificuldades cognitivas e deficiência.
No novo espaço da Quinta da Romeira, a APPACDM quer construir também mais um centro de actividades ocupacionais, até porque o de S. Silvestre está lotado e com «uma lista de espera muito grande», adianta Helena Albuquerque, dando conta de uma outra valência: um centro de atendimento temporário, que acolherá utentes em caso de doença ou ausência dos pais, por exemplo.
A responsável da APPACDM de Coimbra reforça ainda que o projecto está criado de modo a que se possa reforçar a oferta, em caso de necessidade.

Com uma vasta acção na área da deficiência mental, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Coimbra não esquece a formação profissional e integração laboral dos seus utentes e, nesse âmbito, está a lançar a Rede de Empresas Solidárias, para já, com 15 entidades. A apresentação vai decorrer no dia 2 de Abril, às 15h30.

Fonte: Diário de Coimbra

Associação Portuguesa de Terapeutas da Fala


A Associação Portuguesa de Terapeutas da Fala (APTF) é uma associação sem fins lucrativos, fundada a 11 de Maio de 1978, e representa em Portugal os profissionais de saúde responsáveis pela prevenção, avaliação, tratamento e estudo científico da comunicação humana e das perturbações com ela relacionadas.

Neste contexto, a comunicação humana envolve todos os processos associados com a compreensão e produção da linguagem oral e escrita, bem como as formas adequadas de comunicação não verbal. As perturbações reportam-se à Fala e à Linguagem, dois dos aspectos mais complexos e desenvolvidos do funcionamento cerebral, bem como ao funcionamento auditivo, visual, cognitivo - incluindo a aprendizagem -, muscular oral, respiratório, vocal e da deglutição.

Mais informação: APTF

Prevalência da dor crónica preocupa especialistas


A dor crónica é um problema de grande magnitude, devido à elevada prevalência e impacto individual, social e económico, alertaram os especialistas à margem do workshop “Dor Crónica – O Impacto Socioeconómico” que contou com o patrocínio científico da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) e apoio da Grünenthal, avança comunicado de imprensa.

Os especialistas concluíram que a inexistência de uma rede de referenciação, as insuficiências no diagnóstico e a falta de formação dos profissionais de saúde, na área específica da dor, são possíveis justificações para a elevada prevalência da dor crónica em Portugal.

A resignação da população e dos profissionais de saúde, assim como a desvalorização do fenómeno da dor, são também factores que contribuem para que 30 por cento dos portugueses sofra de dor crónica.

Duarte Correia, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, adianta que “o Programa Nacional de Controlo da Dor, promovido pela Direcção-Geral da Saúde, tem contribuído para a avaliação desta situação preocupante no nosso país, e a sua completa e total implementação terá um impacto extremamente positivo na melhoria dos cuidados de saúde relativos à dor, quer ao nível do diagnóstico quer ao nível do tratamento. O contributo da APED e de todos os profissionais de saúde que se dedicam ao tratamento da dor será decisivo na diminuição da magnitude deste grave problema de saúde pública”.

Para reduzir o impacto da dor crónica, em Portugal, os especialistas concluíram que é necessário melhorar a acessibilidade aos cuidados de saúde com a criação de uma rede de referenciação em dor crónica; melhorar a avaliação e tratamento da dor, prevenindo a sua cronicidade e promover estilos de vida saudáveis como forma de prevenção primária.

A dor crónica é caracterizada como uma dor persistente ou recorrente, de duração igual ou superior a três meses e/ou que persiste para além da cura da lesão que lhe deu origem. A lombalgia crónica, a osteoartrose, as cefaleias e a artrite reumatóide são algumas das causas mais frequentes de dor crónica. Se a dor não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas está gravemente afectada, podendo em muitos casos conduzir à incapacidade para o trabalho.

Fonte: RCM Pharma

Controle do computador pelo pensamento


Interface cérebro-computador

O primeiro chip neural implantado em voluntários humanos para um teste clínico acaba de completar 1.000 dias em perfeito funcionamento.

O BrainGate (portal para o cérebro, em tradução livre) está implantado em uma mulher com tetraplegia e, desde então, permite que a paciente controle um cursor na tela do computador usando apenas o pensamento.

Este é um marco importante para as interfaces cérebro-computador porque os primeiros experimentos sofriam rejeição logo após o implante – o organismo criava uma espécie de cicatriz que impedia que os eletrodos coletassem as informações do cérebro.

Controle do computador pelo pensamento

Para testar o funcionamento continuado do aparelho e estabelecer com segurança a marca dos 1.000 dias, os médicos do MIT e da Universidade Brown, nos Estados Unidos, responsáveis pelo experimento, submeteram a paciente a um teste com duração de cinco dias.

Os resultados bem-sucedidos foram publicados nesta quinta-feira no Journal of Neural Engineering.

“Essa prova de conceito – que, após 1.000 dias uma mulher que não tem nenhum uso funcional de seus membros e é incapaz de falar, pode controlar com confiabilidade um cursor na tela de um computador usando apenas a intenção do movimento da mão – é um marco importante para o campo,” disse o Dr. Leigh Hochberg.

A mulher, identificada no artigo científico apenas como S3, realizou tarefas de apontar e clicar – para isso, ela precisava apenas imaginar que sua mão está se estendendo e movendo o cursor.

A média de precisão foi superior a 90 por cento. Alguns alvos na tela eram do tamanho de ícones de programas comuns de computador.

“Nosso objetivo com a interface neural é alcançar o nível de desempenho de uma pessoa sem deficiência usando um mouse”, disse o principal autor do relatório, Simeral John.

BrainGate
Em desenvolvimento desde 2002, o sistema BrainGate é uma combinação de hardware e software que detecta diretamente no cérebro sinais elétricos produzidos pelos neurônios que controlam o movimento.

O aparelho decodifica esses sinais e os traduz em instruções digitais que são passadas ao computador.

O BrainGate está sendo avaliado em sua capacidade de dar às pessoas com paralisia o controle de dispositivos externos, tais como computadores, dispositivos de assistência robótica ou cadeiras de rodas.

A equipe também está envolvida em outra pesquisa para o controle de próteses avançadas e para o controle intracortical direto de aparelhos de eletroestimulação funcional para pessoas com lesão na medula.

Fonte: Deficiente Ciente

domingo, 27 de março de 2011

Deficiência nos Censos

Em crónica de 17 de Março trouxe ao assunto os Censos de 2001. Ainda não conhecia o "Questionário dos Censos" de 2011.

Nesta quero chamar a atenção para a mais que certa indefinição dos resultados que virão a ser apurados pelos Censos de 2011, no que respeita à deficiência.

Vejamos: Os Censos de 2001 apuraram 636.059 pessoas com deficiência, representando 6,1% da população residente em Portugal, e tipificaram por tipo de deficiência: 25,7 % de deficiência visual; 24,6% motora; 13,2% auditiva; 11,2% de deficiência mental; 2,4% de paralisia cerebral e 23% de outras deficiências.

Quanto ao grau de incapacidade, os Censos de 2001registaram que mais de metade da população com deficiência não possuía qualquer grau de incapacidade atribuído. A população restante estava classificada por cinco níveis de incapacidade escalonados por percentagem.

No respeitante à ocupação, revelaram taxas de ocupação muito baixas, particularmente no respeitante à deficiência mental e paralisia cerebral.

Dava percentagens das pessoas com deficiência economicamente activas e os que viviam de pensões de reforma. E dava percentagens dos que viviam "a cargo das famílias".

Os dados apurados mereceram muitas reservas, porque se considerou que não retratavam a realidade social.

Os questionários para os Censos de 2011suscitam apreensões. Não foram feitos para clarificar o que nos de 2001 ficou por esclarecer.

Não me parece que possam radiografar a realidade social da deficiência quando o "Questionário" funciona por questões como: "Não tem dificuldade ou tem pouca" em ver; "Tem muita dificuldade" em ver; "Não consegue" ver. Os mesmos itens para o "ouvir", para o "andar e subir degraus", de "memória ou concentração", de "tomar banho sozinho", de "compreender os outros ou fazer-se compreender". Como enquadrar por aqui os graus de incapacidade, tipificados por percentagens?

Pelas respostas às questões não vamos ficar a saber a origem das "dificuldades" e o arrumar dos resultados só forçando nos dará a tipologia das deficiências. Fica de fora se a pessoa com deficiência alguma vez passou por um serviço que procedesse à classificação do grau de incapacidade.

Também o campo 23 do "Questionário Individual", por omissão de uma pequena explicação, conduzirá a resultados pouco ou nada clarificadores. Quantos conseguem viver com o rendimento de uma reduzida pensão? E o que fica a "cargo da família"?

As pessoas com múltiplas deficiências, situação muito frequente, também ficam às escuras.

Para clarificar algumas dúvidas do "Questionário Individual", servi-me da "Linha de apoio", (chamada grátis): 800 22 20 11, INE. Perante a complexidade das questões, transferiram a chamada para atendimento por técnico da especialidade. Quando apresentei os valores da pensão por "incapacidade permanente para o trabalho", recebi uma resposta de orientação: Se a "pensão" não chega", "responda-se que está "a cargo da família"". De facto está a "cargo da família".

Para clarificar as dúvidas sobre grau de incapacidade e tipologia da deficiência procuraram convencer-me que os Censos pretendem radiografar a sociedade nos aspectos mais globais. Para situações específicas da sociedade, será necessário utilizar outros meios de diagnóstico. Compreensível.

O informar das vidas das pessoas terá de passar por outros processos. A observação e a vivência dão outro conhecimento e despertam outro modo de ver e de sentir.

Para atingir esse objectivo, é necessário fazer sair do silêncio as pessoas com deficiência, para que se saiba como vivem.

É necessários que gritem alto para que se saiba que não aceitam pensões 207,06 congeladas.

Autoria: Miranda Manel

Fonte: Comunidade Sol

Eu vou estacionar nos lugares p deficientes!

Embora um pouco antiga, leia este absurdo:

Na cidade do Porto, de repente, os lugares p deficientes começaram a aparecer nos passeios como cogumelos! Já tinha reparado em diversas ruas onde, de 200 em 200m há um lugar e por vezes dos 2 lados da rua...
Hoje, na Rua Alfredo Magalhães e na paralela Rua de Camões, num raio de 300m contei 6 lugares p estacionar só p deficientes!

Sendo que a unica instituição publica naquela zona é o Inem, não há finanças, tribunal, CSaude, sei lá, algo que exija bastantes lugares p pessoas com limitações, e sendo que em toda a rua os parquimetros dominam...será que há assim tantos deficientes motorizados p estacionar? É que raramente vejo carros adaptados e mto menos com simbolo ou cartão...

Hoje estava cheio de pressa e apeteceu-me mesmo lá deixar o carro já que todos os outros lugares estavam ocupados. Tive que deixar o carro na Praça da Republica e desci a remoer...

É uma hipocrisia! Os tribunais podem não ter rampa, as finanças podem não ter elevador, os autocarros podem não estar adaptados mas, em zonas de dificil estacionamento, toca a meter lugares vazios de 100 em 100m para um deficiente escolher onde estacionar! Haja pachorra!

Aqui mais uma vez se vê que as mentalidades demoram demais a ser mudadas. Leia as respostas a esta mensagem. Surpreenderam-me na positiva: Fórum Autohoje

sábado, 26 de março de 2011

Robô ajuda a reabilitar quem perdeu movimento de braços ou pernas


Fonte: Deficiente-Fórum

Idosos usam cartão para benefícios sociais


Ter comparticipação de 25% em produtos de higiene ou em situação de deficiência e poder fazer obras em casas que já estão degradadas são algumas das vantagens que os idosos de Estarreja têm actualmente. E tudo com a ajuda de um simples cartão. Mais de 400 reformados e pensionistas usufruem dos benefícios sociais do Cartão Sénior Municipal.

A iniciativa nasceu há cerca de cinco anos pela mão da autarquia de Estarreja, mas sofreu modificações este ano. "Para além da medicação, agora as pessoas acamadas têm comparticipação nos produtos de higiene específicos, tais como fraldas, cremes e sabões com PH neutro", começou por explicar a vereadora de Recursos Humanos, Acção Social e Qualidade, Rosa Simão.

Outra novidade é o facto de estes reformados e pensionistas do concelho, com idade igual ou superior a 65 anos, terem agora preferência no programa ‘Casa Melhor’. O programa destina-se a conservar habitações degradadas de pessoas carenciadas. "Qualquer pessoa pode candidatar-se mas agora tem preferência. O programa tem tido muito sucesso. Quem nunca pôde ter uma casa de banho dentro de casa, passa a ter", exemplifica a responsável.

Para além dos benefícios sociais, estes idosos usufruem de descontos nas áreas da cultura, lazer e desporto. "Notamos que cada vez mais participam em actividades desportivas e isso é positivo", disse.

Para que a iniciativa resultasse, a autarquia teve de contar com a ajuda dos estabelecimentos locais. Mais de 60 lojas aderentes ao cartão sénior municipal aplicam descontos nos seus produtos. "Funciona como o cartão jovem, mas para idosos", rematou Rosa Simão.

Fonte: CM

Estudo renova esperança de vítimas de lesão na coluna


Cientistas da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, obtiveram sucesso em uma experiência em que células nervosas de camundongos foram cultivadas em microtubos. O experimento renova a esperança na regeneração de células nervosas danificadas por conta de doenças ou lesões na coluna vertebral, o que poderia fazer com que pessoas com esses problemas voltassem a andar.

Liderados por Madison Yu, os pesquisadores criaram uma estrutura com microtubos de vários tamanhos, pequenos o suficiente para que as células nervosas aderissem a suas paredes. A equipe revestiu, então, os tubos com as células nervosas e depois observou a reação.

Ao invés de permanecer imóveis, as células começaram a desenvolver apêndices, como os que as plantas usam para se agarrar a muros e paredes. Elas seguiram os contornos dos microtubos, demonstrando que os nervos podem crescer em estruturas determinadas.

O próximo passo agora é aprimorar a experiência. Os pesquisadores utilizarão dispositivos de escuta para captar as emissões elétricas entre as células nervosas e, no caso das danificadas, fazer a comunicação a partir de computador.

Os comandos que o cérebro envia para o corpo são transmitidos por meio desses sinais elétricos transmitidos pelas células nervosas. Na maioria dos casos, quando uma célula morre ou é danificada, outra faz a função em seu lugar.

No caso da medula espinal, estrutura que começa no cérebro e termina no fim da coluna vertebral, as lesões costumam impedir totalmente a troca de mensagens. O objetivo do experimento da Universidade Wisconsin é restabelecer essa comunicação, permitindo que pessoas para ou tetraplégicas recuperem os movimentos.

Fonte: Veja.com

Queixas por maus tratos encerram lar

Alimentos impróprios para consumo, deficientes condições de higiene, falta de alvará e suspeitas de maus tratos aos utentes. Estas foram as razões que levaram a Segurança Social a encerrar ontem, pela terceira vez em oito anos, um lar de idosos na Serra de Santo António, concelho de Alcanena.

O processo foi desencadeado após uma denúncia por alegados maus tratos, em Dezembro. Segundo apurou o CM, suspeita-se que os idosos eram "lavados com um balde de água fria e um pano, obrigados a lavar a roupa na rua e privados de alguma medicação" para minimizar os custos. Eram ainda "insultados" e alimentados de forma "inadequada".

Dos 20 utentes encontrados no estabelecimento, quatro foram hospitalizados a conselho médico, cinco foram levados por familiares e os restantes seguiram para outras instituições, disse uma porta-voz da Segurança Social.

Os familiares que aceitaram falar ao CM tinham conhecimento da falta de licença, mas estavam convencidos de que os idosos eram bem tratados. "Nunca ouvi falar de maus tratos", afirmou Filipa Gameiro, queixando-se da dificuldade em arranjar uma alternativa para o avô.

O lar, pertencente a Belmira Sarabuga, já tinha encerrado em 2003 e 2008, pelas mesmas razões. A proprietária e o marido foram detidos por desobediência e suspeita de maus tratos e respondem hoje em tribunal. Na operação, foram ainda apreendidas duas armas de fogo.

Fonte: CM

Vila Real de Santo António já possui Serviço de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência ou Incapacidade (SIM-PD)

A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António assinou ontem o protocolo com o Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P., com vista à criação do Serviço de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência ou Incapacidade (SIM-PD) que a partir de agora passa a estar disponível na autarquia.

A cerimónia contou com a presença da Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Serrão, além do Presidente da autarquia, Luís Gomes e do Director do Instituto Nacional para a Reabilitação, Rui Ribeiro.

Os Serviços de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência ou Incapacidade são serviços instalados nas autarquias, especializados no atendimento da pessoa com deficiência, suas famílias, técnicos e profissionais bem como da população em geral, que permitem concentrar num único lugar a informação personalizada e correcta sobre todos os direitos e recursos existentes para os vários casos de incapacidade ou deficiência. Este serviço pretende também encaminhar e acompanhar estas pessoas na procura das soluções mais adequadas à sua situação concreta e no desenvolvimento das suas capacidades para assumirem, nas respectivas comunidades, os direitos e deveres cívicos inerentes a qualquer cidadão.

Este serviço vem juntar-se aos outros já existentes no município de Vila Real de Santo António, como a terapia da fala, transporte a deficientes, “Praia para Todos”, sala de desenvolvimento ou ainda a hidroterapia e reabilitação.

Luís Gomes, afirmou que uma das grandes preocupações tem sido “promover a inclusão de pessoas com deficiência na sociedade, estando para isso a autarquia a trabalhar continuadamente na preparação do espaço público de todo o concelho, eliminando barreiras e criando um espaço com mobilidade para todos”.

Após a sessão e como forma de assinalar o momento, o Presidente da Câmara Municipal entregou a um munícipe com deficiências motoras a chave de um novo apartamento, no Bairro da Catalunha, em Monte Gordo.

Fonte: Rádio Horizonte

Médicos serão avaliados a partir de 2012

Governo e sindicatos chegaram a acordo para arrancar com a avaliação de desempenho dos médicos.

Os médicos vão começar a ser avaliados em 2012, sendo que esta avaliação só estará concluída no primeiro trimestre de 2013, disse ao Económico o dirigente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), Sérgio Esperança.

Os médicos ficam sujeitos às mesmas regras de avaliação da administração pública, ou seja, ficam sujeitos a uma quota de 25% para a nota máxima (que permite progredir na carreira) e a um quota de 5% para a avaliação de excelente (que dá direito a prémios de desempenho).

Contudo, tanto as progressões nas carreiras como as compensações estão congeladas até 2013. Sérgio Esperança acredita que quando a avaliação dos médicos estiver terminada, em 2013, esta situação já possa estar regularizada.

Fonte: Económico