domingo, 10 de agosto de 2014

Parques de Sintra acessiveis

A Parques de Sintra tem em curso o projeto “Parques de Sintra Acolhem Melhor”, que pretende
melhorar as condições de acessibilidade aos Parques e Palácios sob gestão da empresa e constituí-los como exemplo de boas práticas do turismo acessível e da igualdade de acesso ao Património natural e construído.

Este projeto, com um investimento global de cerca de 2 milhões de Euros ao longo de 2 anos, e cofinanciado pelo Turismo de Portugal em 25%, teve como ponto de partida uma aprofundada investigação sobre as melhores práticas e conta com a consultoria de várias associações nacionais do setor, nomeadamente a ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal), a APS (Associação Portuguesa de Surdos) e a Associação Salvador.

Decorre até junho de 2015 e implicou a integração na empresa de uma bolseira de doutoramento para a investigação das boas práticas, análise de casos de estudo e dos produtos disponíveis no mercado global. Desta forma, foi definida a melhor estratégia e selecionadas as melhores opções de acordo com os impactos pretendidos.

O projeto “Parques de Sintra Acolhem Melhor” pretende melhorar o acesso de uma maior diversidade de visitantes, nomeadamente no que respeita a:

- condições de mobilidade – acesso físico: nomeadamente novos equipamentos e adaptações físicas dos espaços;
- qualidade dos serviços prestados;
- alterações nas plataformas e métodos de comunicação.

Firefly: equipamento elétrico para adicionar à cadeira de rodas manual

O Firefly é um equipamento eléctrico que se pode adicionar à sua cadeira de rodas manual com uma simplicidade suprema.
Usa 4 sistemas de travamento automático (rótulas) para fixação ao chassi (quadro) de sua cadeira, extremamente rápido e fácil, recomendado somente para paraplégico. Ao acoplar o Firefly à sua cadeira de rodas, torna-se numa cadeira de rodas eléctrica, permitindo ao usuário maior alcance e velocidade. Este equipamento extra foi projectado para uso ao ar livre e tem alcance máximo de 30 Km, dado à sua mobilidade pode fazer inversão em qualquer espaço.
Dado ao seu pequeno raio de viragem, pode-se ser usado dentro de casa (não propriamente num T1), mas pode ser usado em centros comerciais, espaços e edifícios públicos bem como em centros de reabilitação. Este equipamento é desenvolvido pela Rio Mobility em San Francisco.

Características:
Montagem e desmontagem ultra rápido e fácil.
A Firefly torna sua simples cadeira de rodas em uma cadeira de rodas eléctrica.
A Firefly encaixa na maioria de todas as cadeiras de rodas manuais.
OF Versão rápido tem a velocidade de 18 ou 12 Km/h.
OS Versão lenta com velocidade máxima de 15 ou 8 Km/h.
Afinação por parafuso as velocidades.

Fonte: As Rodinhas - Mais informações: Rollick

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Campeonato do Mundo de Boccia Pequim 2014

Decorrerá em Pequim, China, entre os dias 19 e 28 de Setembro de 2014, o Campeonato do Mundo de Boccia.
A seleção nacional, como habitualmente, será um dos grupos mais fortes e candidatos aos lugares mais altos dos pódios em todas as categorias. Basta termos em consideração os resultados obtidos em provas internacionais recentes e os lugares que os nossos atletas ocupam no ranking mundial da modalidade para encararmos a prova com optimismo e confiança.

Conscientes da evolução de atletas provenientes dos quatro cantos do mundo, a nossa seleção tem noção das dificuldades que enfrentará, mas irá certamente encher-nos uma vez mais de orgulho.

Fonte: PCAND

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Colabore neste estudo

Um amigo pede o nosso apoio para realizar um estudo. Se puderem colaborem preenchendo o questionário abaixo e envia-lo para o endereço de email mencionado.

Eu, Diogo Manuel Roque Baião, aluno do I Curso de Licenciatura de Terapia Ocupacional da Escola Superior de Saúde de Beja, venho por este meio solicitar a sua disponibilidade para participar num estudo sobre a importância da reabilitação física e do desporto em indivíduos que sofreram de lesões encefálicas e medulares, em termos de acessibilidade aos locais onde se pratica desporto e atividade física quer em termos de um acompanhamento técnico adaptado à condição física desta população. 

Aprazia-me garantir desde já o anonimato, bem como a confidencialidade relativamente a quaisquer dados pessoais. É importante cada vez mais defender um maior grau de autonomia e independência funcional por parte destes indivíduos, e seria desde já crucial a sua colaboração.

Para envio do questionário e quaisquer esclarecimentos diogo_baiao_796@hotmail.com

Questionário nº ____
Questionário: Prática Desportiva Adaptada

Idade: _________________                              Género: 1. Masculino          2. Feminino
Onde Reside: ________________________    Vive sozinho/a?____________________

Estado Civil

1. Solteiro/a
2. Casado/a
3. Viúvo/a
4. Divorciado/a
5. União de Facto

Escolaridade

1. Analfabeto
2. Sabe Ler e Escrever
3. Ensino Primário
4. Ensino Secundário
5. Ensino Superior

Qual destes episódios foi o seu?

1. Acidente Vascular Cerebral (AVC)
2. Traumatismo Crânio Encefálico (TCE)
3. Lesão Medular


I - Antes do Episódio


1. Costumava praticar atividade física/frequentar ginásio ou algum tipo de modalidade desportiva? Se Sim, qual ou quais?
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2. Se respondeu afirmativamente à questão anterior, com que frequência praticava atividade física durante a semana?
_____________________________________________________________________________

3. Antes do episódio, continuava a praticar desporto/atividade física ou já tinha desistido antes de ter acontecido o mesmo?
_____________________________________________________________________________

            3.1. Se já tinha desistido antes do episódio, quais as razões que o/a levaram a abandonar a prática de atividade física/modalidade desportiva?
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
II - Depois do Episódio


4. Atualmente, pratica atividade física/frequenta ginásio ou algum tipo de modalidade desportiva? Se Sim, qual ou quais?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

            4.1. Se respondeu Sim à questão 4, tem fácil acesso ao local onde pratica atividade física ou não?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
           
            4.1.1. E tem dificuldades em desempenhar a atividade física? Quais são então essas dificuldades/barreiras? _______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

            4.2. Se respondeu Sim à questão 4, gosta de estar envolvido/a na prática de atividade desportiva? Porquê?
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            4.3. Sente que o acompanhamento por parte do técnico do ginásio é adequado e vai de encontro às suas necessidades? Porquê?
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            4.4. Se respondeu Não à questão 4, gostaria ou sente necessidade de praticar atividade física num ginásio ou frequentar um clube desportivo? Porquê?
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            4.4.1. Que dificuldades/barreiras pensa à partida encontrar que possam impedir a participação na atividade física/modalidade desportiva desejada?
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5. Como se sentiu ao preencher este questionário? Tem algum comentário a colocar sobre as questões ou possíveis sugestões?
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Obrigado pela sua colaboração!

Atenciosamente,
Diogo M. R. Baião

Banco de produtos de apoio em Leiria

A Câmara Municipal de Leiria decidiu criar um banco de equipamentos dirigido a pessoas com
mobilidade reduzida. O objectivo é servir de promotor e intermediário entre instituições e pessoas que cedam equipamentos, como cadeiras de rodas, canadianas, andarilhos, camas articuladas, que, em devido estado de conservação, vai passar a ser fornecido temporariamente ou em períodos de longa duração a pessoas e a entidades que necessitem. O beneficiário compromete-se assim a realizar a entrega do equipamento ­q­­­­u­an­­­­­do deixar de precisar dele, nas mesmas condições em que foi cedido, ou seja, funcional e bem conservado.

A proposta do Banco de Ajudas Técnicas do município de Leiria, criado pelas necessidades da população leiriense mais fragilizada e com mobilidade reduzida, foi aprovada em reunião de Câmara, na terça-feira.

Fonte: As Rodinhas

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Cadeirantes Life

Segundo os Cadeirantes Life, o video abaixo e seu conteúdo pode ser mais ou menos interessante dependendo do seu e do nosso TESÃO.


Mais informação: Cadeirantes Life

Terapia Celular para Lesão Medular


A Beike tem fornecido terapia celular para muitos pacientes com Lesão Medular desde 2005. O objetivo do nosso tratamento é regenerar as células nervosas danificadas dos paciente, usando transplante com células-tronco. Nossas células-tronco podem gerar uma nova célula entre as células nervosas, acima e abaixo do local da lesão, permitindo que o paciente alivie alguns dos sintomas e recupere algumas funções perdidas. Assim, o nosso tratamento pode melhorar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.

Talheres adaptados


Mais informações: helpyness

Projecto Simon. Lisboa prepara dísticos anti-fraude para pessoas com deficiência

Aos cerca de oito mil detentores de dístico de estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida
em Lisboa, juntam-se todos os anos mais algumas dezenas, que aproveitam as regalias do cartão mesmo sem terem direito ao uso. Por ser um cartão fácil de falsificar ou mesmo por ser emprestado a familiares do utilizador, é muitas vezes aproveitado por quem não precisa.

Para promover a redução de fraudes no uso cartão de estacionamento em Lisboa, a EMEL - Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa - apresentou ontem o projecto Simon, que pretende promover a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. As soluções tecnológicas vão ser implementadas em Lisboa, Madrid e Parma, num projecto piloto, para que depois seja possível criar um sistema único em toda a União Europeia.

"As cidades europeias lutam há muito tempo contra a fraude neste sector. Além da parte financeira, o mais preocupante é que estão a ser retirados lugares a quem realmente precisa", explicou Stephan Wagner, fundador da Locoslab, empresa responsável pela modernização do dístico. De um cartão azul plastificado, o documento vai passar agora a ter um chip identificador, com a tecnologia NFC incorporada, que permite a comunicação entre aparelhos numa distância até dez centímetros. Assim, o condutor pode estacionar no local apropriado e colocar o dístico visível no tablier do carro para que o fiscal, através de um smartphone, possa identificar o cartão como válido. As tecnologias, no entanto, não se esgotam na fiscalização.

O utilizador poderá aceder a uma aplicação que, depois de desenvolvida, terá informações por georreferenciação, o que permite saber quais os locais de estacionamento mais próximos para pessoas com deficiência e a sua especificação (em espinha, paralelo à vias, em parque ou na via pública). A equipa de trabalho está ainda a tentar acrescentar à app informações sobre transportes da Carris com acesso a pessoas que se deslocam em cadeira de rodas.

Nuno Sardinha, do departamento de mobilidade da EMEL, explicou ao i que o objectivo inicial em Lisboa passa por angariar 1500 utilizadores de dísticos para participarem no projecto piloto. "Só assim teremos dados suficientes para provar a validade do projecto e prepará-lo para ser implementado nos restantes países europeus", acrescentou. O responsável lembra que Lisboa está a trabalhar no sentido de melhorar a acessibilidade e é a única cidade do país com todos os lugares de estacionamento disponíveis gratuitamente para pessoas com mobilidade reduzida.

O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, cujo plano de acessibilidade conta já com algumas propostas no que respeita à acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida. João Carlos Afonso, vereador com o pelouro dos direitos sociais lembrou que não é a inclinação da cidade que impede a melhoria dos acessos. "Estamos a trabalhar para que todos possam ter o direito fundamental de andar na rua com segurança", salientou.

Fonte: Jornal i

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Ser deficiente é fixe!

Minha nova crónica no Jornal Abarca...

Take 1:
Toca o telefone, atendo-o, e do outro lado da linha... Está lá? É o Sr Eduardo Jorge? Sem dar sequer tempo para respostas, a pessoa continua...sou o fulano de tal e estou a ligar-lhe com a finalidade de diminuir o preço da sua fatura telefónica. Quanto paga mensalmente pelo uso do seu telefone?

Take 2: Está? Fala o Sr Eduardo Jorge? Respondo: Sim, diga coisas...Do outro lado da linha sem me permitir mais conversa, continua: parabéns, o seu número de telefone foi sorteado e acabou de ganhar um prémio no valor de €25 que poderá levantar durante o dia de hoje no endereço x.

Take 3: Estou a falar com o Sr Eduardo Jorge? Sim está, respondo. Sua esposa encontra-se? É que estou a ligar-lhe porque durante o dia x, estaremos no endereço x, a realizar um rastreio de...e a oferecer amostras gratuitas do nosso novo produto que tem feito muito sucesso. Estamos a convidar a sua esposa a estar presente.

É comum a todos estes telefonemas, logo que atendo o telefone um som ambiente ensurdecedor, principalmente mistura de várias vozes do outro lado da linha. São somente três exemplos dos vários tipos de telefonemas que recebo variadissimas vezes, durante o ano, a prometer isto e aquilo. Também gosto do telefonema a realizar-nos uma pergunta muito básica, que caso não se responda acertadamente á primeira, de certeza que teremos hipóteses ilimitadas. Tipo: Estamos no verão ou no inverno? Isto num dia escaldante em pleno mês de Agosto.

Como já dizia minha mãe, para grandes males grandes remédios. Logo que do outro lado da linha me permitem responder, utilizo de imediato o truque que aprendi e me resolve sem falhas o problema, ou seja, deixam-me imediatamente em paz, nalguns casos chega a ser tão eficaz que me desligam o telefone de imediato na cara. Querem saber qual é esse truque? Respondo: "Sou uma pessoa com deficiência..." e para compor o quadro ainda mais triste, acrescento que me desloco em cadeira de rodas. Ora aí está o truque meus amigos. Nada como ser "deficiente" e ainda por cima deslocar-se numa "cadeirinha", como geralmente se referem á nossa cadeira de rodas.

Merecem o meu respeito estas pessoas que somente estão a tentar ganhar uns trocos que podem fazer toda a diferença nas suas vidas, mas que são chatinhos lá isso são, por isso nestas horas ser deficiente é fixe e de que maneira. Claro está, que o que faz estas pessoas reagirem desta forma é a imagem que têm de nós, somos "deficientes", somos "coitadinhos", e claro não temos dinheirinho e nem lhes servimos para nada. Ah, e meus amigos "deficientes", podem usar e abusar deste estratagema porque vos garanto que a sua eficácia é garantida e além disso não cobro direitos de autor.




Eduardo Jorge

Deficiente de Vaqueiros que foi destque na imprensa integrada no Centro de Reabilitação Torrejano

Noticia de Abril: D. Ofélia sobe ao Parlamento

Dona Ofélia Marques e sua filha foram as “estrelas” dos noticiários, durante toda a semana passada. Jornais, rádios e televisões deram ampla divulgação ao problema desta mãe e filha, que sofrem na pele desde que o posto de saúde da freguesia de Vaqueiros foi encerrado pela Administração Regional de Saúde.

Quinta-feira passada, no Parlamento, a deputada Idália Serrão “apertou” com o ministro da Saúde. Questionou-o sobre o encerramento do posto de saúde de Vaqueiros e o problema da dona Ofélia e sua filha. O Ministro da Saúde revelou que entre 2001 e 2012 a utente diagnosticada com paralisia cerebral teve 79 consultas nos cuidados primários e no ano passado apenas 4. No mesmo período foi atendida no Hospital de Santarém 42 vezes. O que levou Idália a criticar o ministro por violar os direitos de privacidade da senhora. A deputada de Santarém insistiu com o ministro em respostas para o problema gerado em Vaqueiros com o fecho da extensão de saúde. “Os idosos têm de pagar 20 euros para ir e vir a consulta”, denunciou a deputada.

Mas a maior surpresa veio na sexta-feira. Dona Ofélia e a filha, que nunca tiveram transporte para ir ao médico, de sua casa em Vaqueiros até ao centro de saúde em Pernes, foram convidadas especiais para um encontro em Lisboa, na Assembleia da República, com os deputados do PSD. O transporte até à Assembleia da República foi assegurado pela Junta de Freguesia que nunca antes se tinha mostrado disponível para as levar ao médico. O que teria evitando todo este “drama” mediático-político. Depois disto, “choveram” propostas para a solução do “drama” de dona Ofélia. O ministro da Saúde garantiu consultas médicas ao domicílio. A Segurança Social e a Câmara ofereceram-lhe nova casa em Pernes e ainda uma colocação para a filha numa instituição à escolha. Dona Ofélia recebeu ainda um telefonema do Ministério da Saúde dizendo que a partir daquele ela e a filha ficavam isentas do pagamento das taxas moderadoras. Excelentes notícias, portanto. E pronto, o caso parecia estar resolvido.

Só que, entretanto, existem ainda uns 200 moradores em Vaqueiros que continuam com o posto de saúde encerrado, depois de terem visto também a escola e a Junta de Freguesia de Vaqueiros serem encerradas no último ano. Houve protestos, claro, da população e dos autarcas locais. Ninguém se lembrou que pelo menos podiam ajudar as pessoas no transporte até ao centro de saúde. E dona Ofélia foi notícia, recorde-se, por ter andado a empurrar a filha em cadeira de rodas desde a sua casa em Vaqueiros até ao centro de saúde de Pernes. São cinco quilómetros para cada lado. Dez quilómetros pela estrada nacional nº3.

Entretanto, questionado sobre quando poderá haver médico de família para todos os utentes, Paulo Macedo não se comprometeu com datas, afirmando estar disponível para negociar com os sindicatos para haver um número adicional de utentes por médico de família durante um período delimitado.
“O número de reformados acentuou-se em 2011 e 2012, pelo que a vontade de recrutar todos os médicos não chega para atingir o nosso desiderato de dar um médico de família a todos os utentes”, disse Paulo Macedo. Entre as medidas em curso para dar resposta a esta necessidade, Paulo Macedo referiu a contratação excepcional de médicos reformados, a ampliação da assistência a médicos estrangeiros e o ajuste das próprias listas de espera.

Segundo a diretora do ACES Lezíria, no final de 2013 foi proposta a “possibilidade de agendar em Pernes as consultas dos utentes da localidade de Vaqueiros, de modo a que a Junta pudesse organizar o transporte conjunto dos utentes com dificuldades de obtenção de transporte”, o que, sublinha, “não foi considerado pela Junta”. Paula Rodrigues, disse ainda que o agrupamento da Lezíria necessita da integração de 26 médicos de família para colmatar a carência de clínicos nos nove concelhos do distrito de Santarém que abrange atualmente. Existem 93 médicos distribuídos por uma área total de 3.500 quilómetros quadrados, “sendo que 11 se encontram a aguardar despacho de aposentação”.

Noticia actual: Deficiente de Vaqueiros integrada no Centro de Reabilitação Torrejano

A filha de Ofélia Marques, Patrícia, portadora de paralisia cerebral desde nascença, já está a frequentar o Centro de Actividades Ocupacionais do Centro de Reabilitação e Integração Torrejano (CRIT). Patrícia tem 32 anos e a sua história foi tornada pública em Março deste ano porque, com o encerramento da extensão de saúde de Vaqueiros (concelho de Santarém), em Setembro de 2013, sempre que precisava de ir ao médico, a sua mãe, Ofélia Marques, fazia cinco quilómetros a pé pela movimentada Estrada Nacional 3 até Pernes, onde se situa o centro de saúde e a farmácia mais próximos. Sempre empurrando a cadeira de rodas da filha, de que nunca se separava. Ofélia não tinha dinheiro para táxis e os autocarros não estão adaptados para transportar deficientes.

Depois do assunto ter sido tornado público na comunicação social regional e nacional, a Santa Casa da Misericórdia de Pernes disponibilizou uma casa de residências assistidas na Quinta de São José, em Pernes. Previa-se que a situação durasse apenas dois meses, mas mãe e filha ainda lá se encontram, à espera que a Câmara de Santarém disponibilize uma casa de habitação social para onde possam ir viver. Contactada por O MIRANTE, Ofélia Marques diz que a integração da filha no CRIT tem corrido bem e que está a tentar arranjar emprego em Pernes.

O CRIT desenvolve actividades para jovens e adultos com deficiência grave e profunda, cujas capacidades não permitam, temporária ou permanentemente, o exercício de uma actividade produtiva, procurando promover a sua qualidade de vida.

Fontes: O Ribatejo e O Mirante

Correr o troço do autocarro 728 em Lisboa

O grupo “Corredor do bus”(http://www.corredordobus.com/), encabeçado pelo entusiasta João Campos, tem vindo a realizar diversas corridas nos troços efectuados pelos autocarros da Carris. No passado dia 19 de Julho foi realizada a 15º edição desta original corrida, num dos troços mais extensos da Carris (mais de 22 […]

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