Sábado, 18 de Maio de 2013

Artistas com deficiência: Actualização da Base de Dados de Arte e Criatividade da ANACED

Exmo. Sr. ou Sr.ª:

Considerando indispensável o conhecimento prévio da realidade nacional, para o desenvolvimento de qualquer iniciativa que promova mais e melhores oportunidades para os artistas nacionais portadores de deficiência, a ANACED iniciou em 1992 a construção de uma Base de Dados sobre o tema da arte e criatividade de e para pessoas com deficiência.

Desta Base de Dados fazem parte Instituições nacionais e internacionais que desenvolvem actividades artísticas com pessoas com deficiência e artistas que desenvolvem o seu trabalho fora das Instituições.

Dando continuidade a este trabalho, a ANACED está uma vez mais a alargar, a actualizar e a informatizar a sua Base de Dados, através da recolha de mais informação sobre Organizações Nacionais que desenvolvem actividades nesta área com pessoas com deficiência.

Neste sentido, vimos por este meio solicitar a colaboração de V. Exas. no preenchimento do Questionário, acessível através do link http://pt.surveymonkey.com/s/M8TRXHQ , na certeza de que a participação dessa Instituição é muito importante para promover mais e melhores oportunidades para os artistas nacionais portadores de deficiência e para reforçar a sua imagem pela divulgação da sua arte, tentando simultaneamente modificar a atitude social face às capacidades destas pessoas

Sem outro assunto de momento, agradecemos desde já a atenção dispensada, apresentando os nossos melhores cumprimentos,

No caso de eventuais dúvidas no preenchimento, p.f. contactar a ANACED através do n.º 213 636 836.

A Direcção da ANACED

Os conteúdos e produto divulgado são da exclusiva responsabilidade da ANACED.
ANACED
Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência
Rua do Sítio ao Casalinho da Ajuda
1349 -011 Lisboa
Tels. 21 363 68 36 – 21 361 69 10
Fax 21 364 86 39
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Enviado por email

Bocálan Portugal: Terapias assistidas por animais

A Bocalán Portugal é uma associação de caracter social sem fins lucrativos que tem como objectivo o
treino e entrega de animais de assistência a pessoas que deles necessitem. Promove, igualmente a implementação de programas de reabilitação destinado a pessoas em situação de desvantagem ou incapacidade de caracter mental, físico ou psicossocial, recorrendo à utilização de cães/animais de assistência no programa terapêutico, contribuindo deste modo para a promoção da autonomia e consequentemente para a melhoria da qualidade de vida.​

Fazem ainda parte dos objectivos desta Associação promover e ministrar cursos de formação, seminários, entre outras acções de sensibilização a pessoas que estejam interessadas.​

Para a concretização destes objectivos, a Bocalán Portugal é constituída por uma equipa multidisciplinar composta por profissionais de saúde, de acção educativa, bem como instrutores e treinadores de animais de ajuda social.

Mais informação: Bocalán Portugal

Proposta Governo para a Educação Especial

Com a presença do Secretário Geral da FENPROF, Dr. Paulo Sucena, e de toda a coordenação nacional da FENPROF para a Educação Especial, realizou-se no dia 8 de Abril, em Coimbra, uma Conferência de Imprensa.
Nesta iniciativa fez-se uma descrição pormenorizada da forma como o projecto do ME para a reestruturação dos Apoios Educativos às crianças e jovens com necessidades educativas especiais pretende:

desresponsabilizar o Estado pela Educação dos alunos com necessidades educativas especiais (n.e.e.);
institucionalizar e privatizar a educação/ensino dos alunos com n.e.e.; alterar o conteúdo funcional do docente de educação especial; reduzir o número de docentes de educação especial.

O Secretário Geral Paulo Sucena, em nome da Direcção da FENPROF, declarou que a FENPROF está a preparar queixas sobre esta matéria para o Presidente da República, Assembleia da República e Provedor de Justiça e uma queixa contra o Estado Português para a UNESCO, por violar o compromisso internacional que assumiu ao subscrever a Declaração de Salamanca.
A FENPROF anunciou, também, que em Maio do corrente ano será realizado um Tribunal de Opinião para denúncia pública e acusação das retrógradas políticas de exclusão social e escolar que este Governo pretende implementar.

Projecto do ME rompe com a Escola Inclusiva
A exclusão como regra, a inclusão como excepção

A Escola Inclusiva é uma importante conquista civilizacional do século XX. A construção de uma sociedade democrática e de uma cidadania participativa impõe o respeito pela diferença e a igualdade de oportunidades para todos os cidadãos. A Escola Democrática, Pública, de Qualidade e Inclusiva é o meio mais eficaz para o conseguir.
A Legislação Portuguesa, desde há muito, preconiza essa Escola. Mesmo antes das importantes recomendações da Declaração de Salamanca (1994), a Constituição da República Portuguesa (desde 1976) consagra, no seu art. 71º, que "os cidadãos física ou mentalmente deficientes gozam plenamente dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição (...)". A Lei de Bases do Sistema Educativo (1986) determina que a educação especial se organize "preferencialmente segundo modelos diversificados de integração em estabelecimentos regulares de ensino (...)" (art. 18º .1) e a Lei de Bases da Prevenção, Reabilitação e Integração da Pessoa com Deficiência (1989) impõe a adopção de "medidas de integração progressiva dos alunos de ensino especial no sistema normal de ensino" (art. 9º .2).
A Declaração de Salamanca (1994), de que o Estado Português é um dos subscritores, assumiu, no plano internacional, esta filosofia inclusiva ao afirmar como princípio educativo fundamental o acesso das crianças e jovens com necessidades educativas especiais às escolas regulares, que a elas se devem adequar, como "os meios mais capazes para combater as atitudes discriminatórias criando comunidades abertas e solidárias."
Afrontando estes princípios e rompendo com a Escola Inclusiva, o ME pretende agora reorganizar a educação especial segundo um modelo em que a exclusão/segregação passa a ser a regra e a integração/inclusão, a excepção.
Com o seu Projecto para a Educação Especial, o ME pretende:

Desresponsabilizar o Estado pela educação dos alunos com necessidades educativas especiais:
Deixando dezenas de milhares de alunos com necessidades educativas especiais sem apoio(s), em turmas de maior dimensão, sob a responsabilidade única do docente do ensino regular;  fazendo depender a organização dos apoios do (magros) orçamentos das escolas; impedindo o adiamento do início da escolaridade obrigatória para crianças com necessidades educativas especiais; não preconizando nenhuma medida de apoio para as crianças entre os 0-3 anos, para os alunos do ensino profissional ou para os alunos de ensino superior.

Institucionalizar e privatizar a educação/ensino dos alunos com necessidades educativas especiais:
Facilitando o seu encaminhamento para instituições privadas de educação/ensino especial.

Alterar o conteúdo funcional do docente de educação especial:
Retirando-lhe funções de identificação, diagnóstico, programação e avaliação, em parceria com os outros intervenientes no processo educatico; atribuindo-lhe apenas funções de "explicador" dos alunos com necessidades educativas especiais de carácter prolongado.

Reduzir o número de docentes de educação especial:
Dispensando milhares de docentes com experiência e formação na área da Educação Especial, apesar de continuarem a ser necessários.

Os professores não vão ficar indiferentes.
Cerca de 3000 professores de todo o país participaram em plenários convocados pelos sindicatos da FENPROF e aprovaram, por esmagadora maioria, uma moção de rejeição deste Projecto.
A FENPROF solicitou audiências aos Grupos Parlamentares e à Comissão Parlamentar de Ciência, Cultura, Educação, Desporto e Juventude da Assembleia da República para denúncia destas intenções.

A FENPROF está a preparar:
1 - Queixas para o Presidente da República, Assembleia da República e Provedor de Justiça contra a abusiva tentativa do M.E. de promover levantamentos de dados tendo em vista a preparação do próximo ano lectivo, como se este projecto já fosse "lei".
2 - Queixa à UNESCO contra o Estado Português por violar o compromisso internacional, que assumiu ao subscrever a Declaração de Salamanca.
A FENPROF vai realizar, em Maio de 2013, em Lisboa, um Tribunal de Opinião para denúncia pública e acusação das políticas de exclusão escolar/social que este Governo pretende implementar.

A Escola Inclusiva é uma conquista dos pais, dos professores e da sociedade.

É preciso voltar à luta em sua defesa.
Texto do Secretariado Nacional da FENPROF divulgado aos jornalistas em conferência de Imprensa realizada em Coimbra,8/4/13, com a participação de Paulo Sucena, secretário-geral da Federação, e dos elementos que constituem a coordenação da FENPROF para a Educação Especial

Enviado por Ana Maria Cantante

Músico que ficou tetraplégico agora faz música com a boca

“Fui para um centro de reabilitação, onde passei por vários médicos e fiz vários exames. Aí veio uma assistente social e me perguntou:
– ‘Já está sabendo das vantagens [em ser cadeirante]?’
– ‘Vantagens?’
– ‘Sim. Vantagens! Agora, na compra de um carro você tem 40% de desconto! Você pode viajar de graça de avião e o seu acompanhante só paga 20% da passagem!’
Caramba! Devia ter quebrado o pescoço antes, hein?”
É assim que Fabrício Loureiro, 31, o Brício Loureiro, de Araraquara (273 km de São Paulo) relembra no palco algumas das situações que vivencia desde 20 de novembro de 2010, data do acidente que o deixou tetraplégico.

Hoje, dois anos e quatro meses após quebrar a vértebra C5, lesionar a medula e perder todos os movimentos do pescoço para baixo em um acidente numa piscina, Loureiro se vê em uma situação que nunca imaginara viver: faz stand-up comedy (comédia feita por um humorista sozinho no palco).

Na época do acidente, Loureiro trabalhava como analista de marketing em São Paulo. Durante 90 dias, ele não conseguiu mexer nada do pescoço para baixo.

“Foram três meses de revolta. Eu tinha uma vida totalmente ativa e de repente vi aquilo tudo parar”, lembra.

Pouco tempo após sofrer a lesão, Loureiro passou pelo centro de reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo.

Impossibilitado de trabalhar, mudou-se para a casa da mãe em Araraquara, onde vive atualmente.

APRENDENDO A VIVER

Depois, fez tratamento psicológico e foi “evoluindo”. “Para mim, a vida de cadeirante vai ser horrível para sempre. Mas é uma vida possível. Basta se adaptar à condição imposta.”

Com apoio de enfermeiros em casa e fisioterapia, já recuperou o movimento dos braços. Em vez de se “vitimizar”, como ele diz, resolveu buscar atividades que o ajudassem a se sentir útil.

“Comecei a procurar a internet. O que eu tinha no meu quarto? Um notebook e a possibilidade de ficar sentado.”

Loureiro resolveu criar um blog, além de canais de vídeo temáticos no YouTube. O blog “NãoConcreto” (www.naoconcreto.com.br) faz humor e tem de 30 mil a 40 mil visitas diárias.

Continue a ler no Deficiente Ciente

Pessoas sexys com deficiência

Quem quer tirar fotos como as deste site tem nossas câmeras, nosso apoio, nosso equipamento, e nosso desejo de participar nas suas ideias. Aceita o desafio de "Pessoas Sexys com Deficiência"?

Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

Convite Iniciação à Prática de Canoagem

A Associação Salvador tem o prazer de o(a)convidar a participar num evento dedicado à canoagem, que terá lugar no Clube Atlético do Montijo no próximo dia 8 de junho de 2013.

O programa é o seguinte:

13h45: Saída de Lisboa em autocarro adaptado - ponto de encontro em Sete Rios junto ao Jardim Zoológico
14h30/ 15h00: Chegada ao Clube Atlético do Montijo/ Briefing
16h00 - 18h00: Prática de canoagem e lanche de convívio
19h30/ 20h00: Hora prevista de chegada a Lisboa

A participação neste evento é gratuita e destina-se exclusivamente a pessoas com deficiência motora e respetivo acompanhante.

Apesar de o programa estar desenhado para partida/ chegada a Lisboa, está aberto a outras pessoas que possam deslocar-se pelos próprios meios até ao Clube Atlético do Montijo.

Os interessados deverão preencher o formulário de pré-inscrição até ao dia 21 de maio. Caso o número de vagas seja ultrapassado antes desta data, o prazo de inscrição poderá terminar antes.

Após esta data informaremos se a sua inscrição foi uma das selecionadas. Caso seja selecionado(a), será solicitada uma caução de 5€ por participante.

Na seleção dos participantes daremos prioridade:
1) A pessoas que nunca participaram em eventos da Associação Salvador;
2) Aos amigos da Associação Salvador.

Qualquer dúvida, não hesitem em contactar-nos.

A equipa da Associação Salvador

Av. Fontes Pereira de Melo 14, 9º
1050-121 Lisboa
Tel.: 213 184 851
Email: info@associacaosalvador.com
Site: www.associacaosalvador.com

Terapia / Método Plakatt

Esta terapia / Método ainda não é praticável em Portugal, existe sim em 30 países dos quais 348 Instituições ate a vizinha Espanha pratica, e o Brasil.

Não é difícil de aprender, vem ver, vem aprender.
Enviado por Paula Pericão

Ação de sensibilização "Regimes de interdição e inabilitação e da tutela"

A ação de sensibilização é gratuita, confere certificação e têm um número limitado de 18 formandos.

Pode obter mais informação sobre esta ação no Plano de Formação Externa 2013 emhttp://www.inr.pt/content/1/142/formacao e inscrever-se utilizando a ficha de inscrição, em anexo, enviando-a para manuela.s.branco@inr.msss.pt ou inr@inr.msss.pt , até ao dia 18 de maio.

Agradecemos desde já a sua colaboração na divulgação desta informação a todas as pessoas que desenvolvam a sua actividade nos processos de integração e participação das pessoas com deficiência.

Enviado por Mithos

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

Pela primeira vez tranferi-me sozinho da cadeira de rodas para a cama

Depois de tanto tentar, cheguei lá. É indescritível o que senti ao conseguir transferir-me pela primeira vez, sem ajuda de ninguém da cadeira de rodas para a cama. Pior é da cama para a cadeira, nesse caso ainda não consigo.
A tábua de transferência EasyGlide foi uma excelente aquisição.

Já consigo descascar uma laranja

Desta vez no jornal Abarca e no Portal Vida Mais Livre, relato uma das minhas últimas conquistas:

Já consigo descascar uma laranja. Alguns de vocês deverão estar a pensar que não devem estar a ler bem, mas estão, é isso mesmo. Eu já consigo descascar uma laranja. Nem imaginam o meu contentamento! Mas tenho que confessar que não o consigo fazer com todas as laranjas. Existem umas peças que têm a casca muito fininha e colada aos gomos, essas não eu não consigo descascar. É que a técnica que utilizo para as descascar, consiste em introduzir os dedos indicador e médio da mão direita, dedos esses que estão sempre em posição ereta, e com mais ou menos dificuldade a casca vai saindo. Se for o caso da laranja ter a casca fininha, dedos não têm espaço para penetrar entre os gomos e a casca, e nesse caso saem, pequeníssimas quantidades de casca, e o interior da laranja começa a desfazer-se e torna-se complicado continuar.
Mas alguns devem estar a questionar do porquê desta euforia toda por conseguir fazer uma coisa tão simples e, aparentemente, fácil. Estou muito feliz porque a minha vida é feita de pequenos sucessos, como este. Estas pequenas vitórias me dão força para continuar todos os dias a tentar mais e mais. São estas coisas que alimentam meu sonho. Sinto-as como se de um grande feito se tratasse e também como recompensa do meu esforço diário por não me acomodar, de querer e tentar sempre mais.

Aparentemente o fato de conseguir descascar uma laranja não muda nada na minha vida. Muda, e muito. Dá-meconfiança, até orgulho, e além de tudo, imenso prazer por poder saborear uma laranja descascada por mim e não ter que esperar que todos terminem a sua refeição para lhes pedir que me a descasquem, ou então, evitar de pedir para não dar trabalho. Tenho certeza que mais vitórias virão, interessa é não perder a esperança e continuar a trabalhar dia após dia para manter o sonho vivo. Tenho a certeza que a recompensa chegará quando menos esperar, como foi neste caso.

Na imagem, deixo um exemplo da técnica que utilizo para descascar a laranja. Consiste em colocar um pano, ou um guardanapo de papel por baixo do fruto, mão esquerda a segurar a laranja com firmeza, e dedos indicador e médio da mão direita a perfurarem a casca. É claro que cansa bastante, e demora algum tempo, mas a recompensa final vale o sacrifício.

1º Encontro Regional de Desporto Adaptado em São Brás de Alportel

Vimos por este meio apresentar e solicitar a respectiva divulgação 1º Encontro Regional de Desporto Adaptado que terá lugar nos dias 6 e 7 de Junho, em S. Brás de Alportel. 

Com este Encontro pretende-se o desenvolvimento de 2 acções distintas: uma actividade formativa para técnicos de saúde e agentes desportivos; e uma actividade de apresentação e experimentação de diversas modalidades desportivas adaptadas para a população portadora de deficiência (maiores de 16 anos, preferencialmente incapacidade motora).

A Equipa de Organização deste Encontro é composta pela Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, pela Delegação Regional do Algarve do Instituto de Português do Desporto e Juventude e pelo Centro de Medicina e Reabilitação do Sul.

Com os melhores cumprimentos,
Susana Andrade da Cruz
Assistente Social
Sitio das Almargens, 8150-022 S. Brás de Alportel
Tel.: (+351) 289 840 700; Fax: (+351) 289 840 790
www.cmrsul.pt

Enviado por email

Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH)

Observatório da Deficiência e Direitos Humanos (ODDH)
A sessão pública de apresentação do ODDH teve lugar no próximo dia 14 de maio, pelas 18:00h, na Biblioteca do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Criado no âmbito deste Instituto, o novo Observatório reúne investigadores de quatro universidades (Lisboa, Coimbra, Minho e Algarve) e representantes de cerca de uma dezena de organizações da deficiência que se propõem acompanhar o desenvolvimento das políticas para a deficiência em Portugal e contribuir para a implementação e monitorização da Convenção sobre os Direitos Humanos das Pessoas com Deficiência no nosso país. 

Para mais informações sobre esta iniciativa, contactar a Prof.ª Paula Campos Pinto: ppinto@iscsp.utl.pt ou ODDH

Petição pelo fim de proibição de prescrição pelos médicos assistentes de medicamentos nos hospitais

Caros Dirigentes Associativos,
Algumas associações estão a organizar uma “Petição pelo fim de proibição de prescrição pelos médicos assistentes de medicamentos nos hospitais”.
Gostaríamos de saber se estão interessados em subscrever esta petição antes de a lançar publicamente entre o dia 24 / 25 de maio.
Se for esse o caso necessitamos do nome da instituição, nome completo de uma pessoa e respetivo cargo na associação, nº de BI (ou CC) e de email.

Com os nossos melhores cumprimentos,
P’los subscritores
Paulo Alexandre Pereira


Título: Petição pelo fim de proibição de prescrição pelos médicos assistentes de medicamentos nos hospitais.

Sua Excelência,

Senhora Presidente da Assembleia da República

Drª Assunção Esteves

Nós, abaixo assinados, vimos expor e requerer a V. Exa. o seguinte:

Em Portugal, ainda existe a proibição de prescrever alguns medicamentos.

A maioria dos médicos está a fazer o que pode para que os doentes não fiquem sem nenhuma medicação (um mal menor, pois é preferível terem alguma medicação do que não ter nenhuma). Infelizmente, em muitas situações, não está nas mãos dos médicos decidir qual a melhor medicação e a mais adequada a dar aos doentes, tudo dependendo das indicações dadas pelos Conselhos de Administração (CA´s) aos: Diretor Clínico, Diretor de Farmácia e, implicitamente, à Comissão de Farmácia e Terapêutica.

Nos últimos meses, vários hospitais alteraram recorrentemente a medicação a doentes crónicos. A par da não evidência científica sobre a equivalência dos medicamentos substituídos, a alteração coerciva da medicação é contrária às normas de orientação clínica sobre a prescrição da medicação, em doentes crónicos.

A prática levada a cabo pelas administrações hospitalares é de extrema gravidade não só porque colide com as boas práticas clínicas, violando inclusive as normas de orientação clínica, mas também porque não respeita as especificidades individuais dos doentes.

Existem hospitais que para uma determinada doença não querem dar a melhor medicação e a mais adequada aos doentes.

Existe desigualdade entre doentes, consoante o hospital em que estão a ser tratados.

Não podemos aceitar que substituam todos os medicamentos por um único, o mais barato.

Pede-se a V. Exa. que receba a presente Petição e, em consequência, a encaminhe para a Comissão Parlamentar competente ou solicite ao Senhor Ministro da Saúde que dê instruções no sentido de nos hospitais não ser permitida a troca de medicação, sem a aprovação do médico que assiste o doente, sendo também disponibilizada, nos hospitais onde exista essa consulta, a melhor medicação (aprovada pelo Infarmed) e a mais adequada a dar ao doente, de acordo com o médico assistente e o próprio doente.

Os signatários

Paulo Alexandre da Silva Pereira
Presidente da Direção
TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla

Emília Santos Rodrigues
Presidente da Direção
SOS Hepatites

Maria do Carmo G. V. S. Miranda Raposo
Coordenadora 
Núcleo de Sjögren da LPCDR
Vice-presidente
LPCDR - Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas

Maria Carolina Bastos Afonso Lopes
Vogal da Direção
Myos - Associação Nacional Contra a Fibromialgia e Síndrome de Fadiga Crónica

Maria Conceição A. Brochas Carmo Pereira
Vice-Presidente da Direção

APELA - Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica
Lurdes Silva
Coordenadora

ANEM - Associação Nacional de Esclerose Múltipla
Maria Arsisete T. S. Saraiva de Almeida
Presidente da Direção

ANDAR - Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide
José Emanuel Teixeira Carvalhinho
Diretor
ACREDITAR - Associação de Pais e Amigos das Crianças com Cancro

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Domingo, 12 de Maio de 2013

Natação adaptada em Aveiro

A ANDDI-PORTUGAL vai organizar os "CAMPEONATOS NACIONAIS DE NATAÇÃO DE VERÃO 2013 – PISCINA CURTA", a ter lugar nos próximos dias 1 e 2 de Junho, na Piscina do Sporting Clube de Aveiro (Travessa do Carril – 3800 Aveiro).

Esta prova tem a colaboração da APPACDM e Sporting Clube de Aveiro, o apoio técnico da Associação de Natação de Aveiro e é aberta a todas as áreas de deficiência.

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Seminário em Educação Especial: NEE-PIT: Planos Individuais de Transição na Atualidade

O seminário terá como oradoras convidadas a Drª Elisa Tinoco, coordenadora do Centro de Recursos para a Inclusão da APACI; a Professora Fernanda Monteiro, coordenadora da Educação Especial da Escola Secundária de Barcelos; Professora Sandra Macedo coordenadora da Educação Especial da Escola Secundária de Lijó e uma Encarregada de Educação de um aluno Com PIT. O seminário terá como moderadora a Professora Joana sousa, colaboradora na APACI há 8 anos.


Os temas a abordar pelos intervenientes:
- Experiência profissional e Vivências
- Elaboração, implementação e execução dos PITs - dificuldades, cooperação, comunicação
- Legislação atual sobre os PIT - teoria e prática.

A entrada é livre, mediante pré-inscrição na receção da Escola Secundária de Barcelos, ou através do e-mail: seminariopit@gmail.com.

O público alvo são docentes, pais, alunos, técnicos ligados à educação especial (CRI e outros) e à comunidade escolar e restante comunidade, ou seja, a todos os interessados.

Este seminário foi organizado no âmbito do Estudo para a Dissertação de Mestrado em Educação Especial da Professora Joana Sousa.

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Jovem tetraplégico é escolhido para fazer parte de equipa de hóquei no gelo dos EUA

O desporto é sempre exaltado pela disciplina que pode dar a um jovem, pela sabedoria de saber
competir, ganhar e perder, e, principalmente, pela inclusão e superação que ele pode proporcionar. Nessa semana mais uma incrível história que envolve todos esses elementos aconteceu. No "draft" da USHL (Liga de Hóquei dos Estados Unidos, a maior liga júnior do país), Jack Jablonski, tetraplégico, foi escolhido pela equipe do Chicago Steel para integrar a equipe na próxima temporada. Assista ao vídeo e veja a história do atleta com depoimentos dos pais.

Veja aqui a reportagem em video.

- Não ligo muito sobre andar, desde que eu possa voltar a patinar no gelo de novo. E eu vou, não importa o quanto eu lute no caminho por isso. Mas eu vou patinar novamente, essa é minha meta.

Fonte e informação completa: Sportv.com

Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

Workshop Produtos de Apoio ESSA

No dia 28 de Maio, das 11h às 14h iremos realizar um workshop sobre Produtos de Apoio à Mobilidade, Verticalização, Posicionamento e Banho e dirigido a Alunos, Educadores Clínicos, Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Terapeutas da Fala, Assistentes Sociais e Cuidadores.
Enviado por email

Imagens chocantes: mãe agride filho tetraplégico


A mulher da tapas e socos no rapaz de 27 anos, que ainda é obrigado a ouvir ameaças. Ele ficou tetraplégico ao cair de um telhado. O jovem enganou a mãe para conseguir gravar as imagens.

Domingo, 5 de Maio de 2013

Atualização pensões dos sinistrados no trabalho

ATUALIZAÇÃO DAS PENSÕES DOS SINISTRADOS NO TRABALHO 

As pessoas com deficiência causada por acidente de trabalho, estão profundamente indignadas pela ausência de sensibilidade social do governo, ao não promulgar a portaria para a atualização das suas pensões.

São vários milhares de pessoas com deficiência que tem como único rendimento a pensão paga pela companhia de seguros.

Pensões que tem vindo a ser reduzidas pelo aumento da inflação, o que significa um agravamento severo das suas condições de vida.

As pensões devidas por acidente de trabalho deveriam ser atualizadas em janeiro de cada ano.

Em Dezembro de 2012 e em março de 2013, a Associação Nacional dos Deficientes Sinistrados no Trabalho reclamou dos Ministros da tutela a promulgação da necessária portaria para a atualização das pensões dos sinistrados no trabalho, recordando que o pagamento das pensões é da única responsabilidade das companhias de seguros.

Recordamos também que o atraso da portaria apenas beneficia as seguradores, penalizando fortemente as pessoas com deficiência e as suas familias.


Estamos em finais de abril, e não há notícia do injustificado silêncio do governo aos constantes apelos dos sinistrados no trabalho para o cumprimento da lei.

A ANDST estranha também que a única resposta do Instituto de Seguros de Portugal, tenha sido a notícia veiculada na comunicação social de que os prémios a pagar pelas entidades patronais ás seguradoras deveria ser aumentado.

Por imperativo de justiça social, reclamamos novamente aos Ministros da tutela, a urgente publicação da portaria que atualize as pensões dos sinistrados no trabalho.

Enviado por email

Sábado, 4 de Maio de 2013

Guia de recursos para um computador adaptado e guia de produtos de apoio low-cost

Guimarães disponibiliza dois guias no âmbito da promoção das acessibilidades:

“ Guia de Recursos para um Computador Inclusivo”
Reúne uma série de softwares e aplicativos de acesso livre e gratuito destinados a pessoas com algum tipo de limitação física, visual, auditiva, intelectual ou outra e procura de forma clara e simples informar o utilizador sobre a sua aplicabilidade e função de acordo com as diferentes situações e necessidades

E “Guia de Produtos de Apoio low-Cost” 
Apresenta soluções e adaptações de baixo custo, confecionadas a partir de materiais baratos e disponíveis no quotidiano, com o propósito de melhorar a qualidade de vida das pessoas com limitações ou dificuldades

Estes guias são da autoria da mestranda em Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas da UTAD, Ana Cláudia Fernandes Ribeiro e resultam do seu estágio curricular desenvolvido na Divisão de Ação Social.

Estes Guias podem ser um recurso de apoio para todos aqueles que contactam de perto com pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou incapacidade.

Consulte-os aqui!
Guia de Recursos para um Computador Inclusivo
Guia Produtos de Apoio Low-Cost

Rede Social de Guimarães - Largo Cónego José Maria Gomes - 4800-419 Guimarães - Tel: +351 253 421 255 - Fax: +351 253 515 134 - E-mail:rede.social@cm-guimaraes.pt


Portugal é exemplo europeu nas acessibilidades, garante Instituto Cidades e Vilas com Mobilidade

No espaço de dez anos, Portugal passou de local onde "o tema [das acessibilidades] começava a
florir" a "bom exemplo europeu", mas tardam em aparecer no terreno os resultados dos sucessivos programas públicos e privados com vista à melhoria da mobilidade para pessoas com deficiência. Quem o assume é Paula Teles, presidente do Instituto Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM), responsável pelo livro Acessibilidade e Mobilidade para Todos, que é lançado em Lisboa esta quinta-feira. O trabalho dos municípios portugueses neste âmbito "ainda não é visível mas está a aparecer", garante.

Tal como o PÚBLICO noticiou recentemente, quem se desloca em cadeira de rodas ou sofre de outro tipo de deficiência física depara-se ainda com inúmeras dificuldades na sua vida diária, seja no acesso a serviços, aos transportes ou simplesmente à via pública. Isto apesar de os centros cívicos de um terço das cidades portuguesas já serem plenamente acessíveis e, de 2008 até hoje, metade dos municípios (154) ter já começado a trabalhar em prol das acessibilidades para todos, aponta o livro.

Em 2003, lê-se no prefácio, "a sociedade civil ganhava força e preparava-se para o combate da democratização dos territórios e do direito à mobilidade". Actualmente, Portugal é apontado como um exemplo de mobilidade a nível europeu.

Apesar de os resultados práticos ainda serem poucos, de acordo com o livro as boas práticas começam a surgir por todo o país. É por isso que a publicação apresenta 50 exemplos concretos que abrangem o trabalho de câmaras municipais, entidades privadas e comunicação social. A ideia é "mostrar com alegria, numa altura de crise, que temos ainda bons trabalhos em Portugal", diz Paula Teles.

A crise é, aliás, para a responsável, uma oportunidade. "Algumas destas boas práticas são de baixo custo. Estamos a debater onde investir o nosso pouco dinheiro, vamos aproveitar para que tudo o que fazemos seja bem feito." E, para o ICVM, foram bem feitas as requalificações urbanas de Valença, São João da Madeira, Palmela e Vilamoura, entre outras.

À procura de mais acessibilidade
"Estamos em baixo de forma e deprimidos" com a situação actual, explica a fundadora do ICMV, e este livro vem "criar adrenalina" na sociedade e "vai ser importante na campanha para as autárquicas". Isto porque, acredita Paula Teles, o tema das acessibilidades vai estar presente na retórica política das candidaturas ao poder local. "Os municípios são muito importantes para [o desenvolvimento] [d]esta questão", até porque, para além de um direito humano, a acessibilidade é hoje também um factor de competitividade.

"O turismo acessível está na ordem do dia. Temos dados que evidenciam que as famílias procuram municípios mais acessíveis", explica Paula Teles, que é ainda presidente da Comissão Técnica de Acessibilidade e Design Inclusivo do Instituto Português da Qualidade (IPQ). Uma das boas práticas divulgadas no livro no âmbito do turismo é mesmo relativa ao IPQ e ao Turismo de Portugal, que têm colaborado numa Comissão para a Normalização no Domínio do Turismo.

Os 50 exemplos de práticas acessíveis apresentados em livro serão agraciados com um diploma em Maio, numa cerimónia a realizar na Fundação Serralves, no Porto. Além disto, o livro – que é co-financiado pelo Instituto Nacional para a Reabilitação – conta também com 13 entrevistas a autarcas e outros responsáveis de entidades públicas e privadas e depoimentos. A cerimónia de lançamento decorre esta quinta-feira, às 17h00, na sede do Instituto Nacional para a Reabilitação, em Lisboa.

Fonte: Público

Projeto Empreender Social: apoio a pessoas com deficiência a criar seu próprio emprego

O Projeto Empreender Social é uma estrutura de Empreendedorismo Integrado que, tem como principal objetivo, apoiar as pessoas com deficiência ou incapacidade permanente, no seu processo de integração ou reintegração no mercado de trabalho, pela via da criação do próprio posto de trabalho

Com este projeto, o Centro Social Paroquial de Pinhal Novo (CSPPN), procura dar resposta a uma das principais necessidades sentidas pelos cidadãos portadores de deficiência e / ou incapacidade permanente. Desta forma e com apoio especializado e permanente, mais do que projetos empresariais de sucesso, temos a profunda convicção de que, estaremos de uma forma muito modesta, a criar projeto de vida de sucesso que, viabilize a sua real e plena integração na sociedade.

Inovadora e de certa forma pioneira em Portugal uma vez que, é exclusivamente dedicada à população com deficiência ou incapacidade permanente.

Quem pode Candidatar-se?

Pessoas com deficiência ou incapacidade permanente, maiores de idade e com pelo menos o 9º Ano de escolaridade e que, estejam em condições físicas em mentais de tomar decisões.

Como Funciona?

Os Empreendedores com deficiência fazem chegar ao CSPPN, as suas ideias de negócio, onde são recebidas por um gestor de projeto, com formação na área da gestão e com sensibilidade e experiência, na áreas da deficiência e acessibilidade que, as analisa e faz também uma primeira avaliação.

Será marcada uma 1ª entrevista com o empreendedor, tendo o objetivo de abordar algumas possíveis propostas de melhoria à ideia original de negócio e ao mesmo tempo estabelecer conhecimento entre o gestor de projeto do lado do CSPPN e o empreendedor.

Continuando a ser acompanhado pelo CSPPN, o processo segue para o nosso parceiro, no Ensino Superior, onde se junta á e equipa de projeto mais um gestor de projeto, nomeado pelo parceiro. Deve salientar-se que, o segundo gestor de projeto pode ser um aluno, das áreas de gestão, finanças ou empreendedorismo, ou um professor ou, um ex-professor ou um ex-aluno do nosso parceiro no ensino superior , Instituto Politécnico de Setúbal.

A equipa de projeto tem a missão de acompanhar e apoiar o empreendedor ao longo de todo o processo de preparação do arranque do negócio, apoiando-o na elaboração de planos de negócio, de planos de marketing, de websites, etc….só para dar alguns exemplos. Após o arranque do pequeno negócio, o empreendedor continuará a ser acompanhado, pelo tempo em considerado necessário, em função das condições verificadas caso a caso.

Algumas Questões…

ONDE SE INSCREVER ?

Presencialmente, nas instalações do CSPPN, ou através do nosso site em http://www.csppinhalnovo.pt

QUE DOCUMENTOS SÃO NECESSÁRIOS?

Consulte o regulamento do projeto Empreender Social e a sua documentação de apoio e fique a saber que documentos são necessários para a inscrição .

NÃO TENHO DINHEIRO! EXISTE ALGUM APOIO?

O Fundo “ Empreender Social” surge para apoiar os processos de criação de pequenos negócios por parte de pessoas com deficiência, que demonstrem não ter condições financeiras para aceder às normais formas de financiamento disponíveis no mercado.

Consulte o regulamento e faça já a sua inscrição. Esperamos por si. Apresente já o seu Projeto.

Para quaisquer esclarecimentos, dúvidas ou questões, envie-nos um email para: empreender.social@csppinhalnovo.pt

Enviado por msg

Quanto mais depressa, mais devagar: o longo caminho dos deficientes

Para quem anda de cadeira de rodas ou é invisual, o simples acto de atravessar uma passadeira nas
movimentadas ruas da capital pode tornar-se uma aventura

Quando sai de casa, todas as manhãs, Madalena Brandão tem imediatamente um desafio à sua espera. No cruzamento entre a Avenida da República e a Avenida Júlio Dinis, em Lisboa, onde mora, o passeio tem um desnível de 10 centímetros face à passadeira. Madalena desloca-se em cadeira de rodas, pelo que, para chegar à plataforma onde se situam as paragens de autocarros e daí ao Campo Pequeno, tem de andar em plena estrada, à mercê dos automóveis que por ali passam.

Depois de pelo menos quatro desvios a que o desenho das passadeiras obriga, novo desafio a aguarda já em frente à Praça de Touros. Aqui, a passadeira tem uma rampa, mas excessivamente inclinada. Madalena só a consegue subir sem ajuda porque está numa cadeira de rodas eléctrica.

Hélder Mestre, numa cadeira manual, não tem a mesma sorte. "Isto é sempre um folclore", diz. Ultrapassadas as primeiras dificuldades, estão juntos os três autores do blogue "Lisboa (IN)Acessível", criado no mês de Fevereiro: além de Madalena e Hélder, Filipa Marcos.

Licenciada em Reabilitação Psicomotora, Filipa não tem qualquer deficiência física, mas partiu dela a iniciativa de criar o blogue.

"Esta área sempre me interessou muito. As pessoas não estão muito sensibilizadas para este tema", admite Filipa, que espera que o blogue contribua "para mostrar que é cool ser acessível". Algo que muitas ruas e edifícios de Lisboa ainda não são. Iniciando um percurso que já relataram na Internet, os três seguem pela Avenida da República acima, demonstrando as falhas da via para pessoas em cadeira de rodas.

Por exemplo, mal a Praça do Campo Pequeno fica para trás, em direcção à estação de Entrecampos, Madalena tem de circular uma vez mais em plena estrada, numa faixa reservada a autocarros, já que a altura do passeio é de, pelo menos, 15 centímetros.

Os veículos que ali passam vêem-se obrigados a abrandar e a desviar-se. "Uma vez, um autocarro teve de esperar que eu passasse", já que aquele troço não é suficientemente espaçoso para uma cadeira de rodas e um veículo largo ao mesmo tempo, afirma Madalena. Hélder segue no passeio, porque Filipa o ajudou a subir. Mas também aqui não é fácil circular.

O empedrado, além de não ser muito amplo, é inclinado em direcção à estrada e apresenta obstáculos como postes de iluminação e sinalização e caixotes do lixo. "Não há sensibilidade nem preocupação" para os problemas da acessibilidade, diz Hélder, que assume ter que empregar uma grande força de braços para manter a cadeira direita e não cair na estrada.

Nada a que, aliás, não esteja habituado. Tetraplégico desde os 19 anos, Hélder Mestre continuou a fazer o que já fazia antes do acidente de automóvel que o atirou para a cadeira de rodas: atletismo.

No passado dia 24 de Março, esteve mais uma vez na Meia-Maratona de Lisboa, na prova de deficientes motores, cuja passagem pela nova Avenida da Ribeira das Naus - em mau estado na altura - poderia ter trazido problemas aos atletas. "A única maneira de evitar males maiores seria fazer a travessia do troço a uma velocidade muito moderada", o que acabou por acontecer, conta Hélder no blogue.

Dois minutos para um botão

De regresso ao passeio, depois de ultrapassado o viaduto ferroviário da estação de Entrecampos, Madalena vai relatando a experiência que é andar em transportes públicos como o Metro de Lisboa. "Tenho de telefonar a dizer que vou apanhar o metro e perguntar se os elevadores estão a funcionar." Segundo o Metropolitano, 35 das 55 estações da rede já têm acessibilidade plena e, de acordo com dados de 27 de Fevereiro, 85 dos 97 elevadores estavam operacionais.

A estação de metro de Entrecampos não é uma das que são acessíveis para pessoas em cadeira de rodas. Mas esse não é o único problema de mobilidade da zona, o que levou a que nove associações de deficientes apresentassem a proposta "Lisboa Acessível" ao Orçamento Participativo da Câmara de Lisboa em 2012. O projecto - orçado em 500 mil euros - foi seleccionado para ser executado no prazo de 18 meses e destina-se a eliminar todas as barreiras do eixo Entrecampos-Saldanha, o que significará a adaptação de 81 passadeiras e 16 paragens de autocarro.

De acordo com o Decreto-Lei 163/2006, que regula as acessibilidades de espaços públicos, estas alterações deviam ocorrer num prazo máximo de 10 anos, ou seja, até 2016. No caso dos edifícios novos, a acessibilidade plena deveria estar garantida logo no projecto.

Algo que não acontece, por exemplo, num edifício recém-construído no número 186 da Avenida 5 de Outubro, onde, exactamente em frente à porta de entrada principal, existe uma caixa de electricidade que quase impede a entrada no prédio. "É falta de formação, consciencialização, fiscalização e penalização", resume Hélder Mestre perante o insólito da situação.

As acessibilidades para deficientes em Lisboa parecem, assim, seguir a máxima do anúncio da Prevenção Rodoviária Portuguesa em que Hélder levava dois minutos a abotoar um botão de camisa: "Quanto mais depressa, mais devagar".

Fonte: Público

Como adquirir o "Atestado Médico de Incapacidade Multiusos"

 Minha última crónica no Jornal Abarca, foi sobre: O Atestado Médico de Incapacidade Multiusos serve como prova da nossa deficiência, e também para efeitos de acesso a medidas e alguns benefícios estabelecidos na lei. Existe uma Tabela Nacional de Incapacidades (TNI) e é nessa tabela que especialistas se baseiam para definir nosso grau de incapacidade. A partir dos 60% de incapacidade já se pode obter alguns apoios por parte do Estado, como por exemplo os relativos ao imposto sobre veículos, imposto único de circulação, IRS, férias, bilhetes CP, internet, telefone, etc.

Para adquirir o Atestado Médico de Incapacidade Multiusos, deverá dirigir-se ao Centro ou Posto de Saúde da sua área de residência e requerer a avaliação da sua incapacidade. Deve fazer-se acompanhar de relatórios médicos e dos meios auxiliares de diagnóstico complementares que o fundamentem, relativos aos últimos seis meses. Posteriormente receberá uma convocatória por escrito para se dirigir a uma junta médica. Pela lei não deveria demorar mais que 60 dias, mas ultimamente os prazos não estão a ser cumpridos. No próprio dia da junta médica é-lhe entregue o respectivo atestado contendo o seu grau de incapacidade.

Infelizmente a primeira emissão do Atestado Médico de Incapacidade Multiusos tem um custo total de € 50. Nunca entregue o seu atestado original. Sempre que lhe o requisitarem entregue uma fotocópia. Legislação: Decreto-Lei nº202/96, de 23 de Outubro: http://www.inr.pt/bibliopac/diplomas/dl_202_96.htm e alterado pelo Decreto-Lei n.º 291/2009, de 12 de Outubro http://dre.pt/pdf1sdip/2009/10/19700/0749707500.pdf

Por Eduardo Jorge


Cadeiras de rodas ocupam estacionamento em Vila Real

Os alunos do curso de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas da Universidade de
Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) colocaram cadeiras de rodas em vários lugares de estacionamento.

Pelo local foram ainda distribuídos cartazes com o sinal de estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida e onde se podia ler “este lugar está abusivamente ocupado porque existem pessoas que não respeitam esta sinalização”.

Sara Diogo, aluna da academia transmontana, explicou que a iniciava pretende servir de alerta contra a ocupação indevida de lugares de aparcamento por pessoas cujas viaturas não possuem, o dístico de mobilidade reduzida.

“Em Vila Real acontece frequentemente, as pessoas estacionarem nestes lugares não tendo o dístico”, salientou.

Por isso mesmo, hoje, em vez de serem os automobilistas a estacionarem nos lugares para pessoas com dificuldades de mobilidade, foram as cadeiras de rodas a ocupar 25 lugares de estacionamento no centro da cidade e logo a partir da hora de ponta.

Segundo outra aluna, Filipa Lobo, as pessoas acataram bem e sem problemas a iniciativa, perguntando apenas o que se passava e qual o objectivo da iniciativa.

“O facto de conseguirmos sensibilizar as pessoas é a chave para mudarmos mentalidades e é nessa expectativa que continuamos a fazer este tipo de iniciativas”, frisou.

Para o professor da UTAD e responsável pelo curso, Francisco Godinho, “nunca é demais lembrar às pessoas que os que têm mobilidade reduzida precisam de lugares mais próximos dos serviços”.

O desrespeito por esta sinalização “é um problema cultural” que, para o responsável, é “difícil combater”.

Esta iniciativa foi preparada em articulação com a Câmara de Vila Real e a UTAD TV.

Miguel Esteves, vereador do pelouro do urbanismo do município, referiu que a acção teve como objectivo “despertar consciências” e “provocar o choque” para sensibilizar para a necessidade de não se ocuparem os lugares reservados.

“Infelizmente, ainda continua a haver muito estacionamento abusivo em Vila Real, ainda continua a haver muito desrespeito pelo código da estrada. Pedimos à PSP que tenha uma atenção para o estacionamento indevido porque nos prejudica a todos”, afirmou o autarca.

Quanto à mobilidade na cidade, Miguel Esteves reconhece que ainda “há muito a fazer em vários espaços para a tornar mais acessível a todos”.

“Há um investimento muito grande a fazer e um cuidado muito grande a ter nas novas construções, mas particularmente nos espaços mais antigos para tornar esses mesmos espaços acessíveis para todos”, salientou.

A UTAD foi pioneira ao abrir há seis anos a primeira licenciatura de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas.

Governo permite reconversão de unidades de cuidados continuados em lares

O Governo alterou a lei de forma a permitir que, em casos excepcionais, edifícios e instalações criadas para funcionar como unidades de cuidados continuados sejam reconvertidos em lares de idosos, já a partir deste mês de Maio.

A rede nacional de cuidados continuados visa dar resposta a pessoas em situação de dependência com necessidades de reabilitação, em convalescença ou com patologias em fase avançada ou terminal.

“Há misericórdias que estão desesperadas porque nunca mais conseguem abrir unidades de cuidados continuados já prontas e que vieram ter comigo, pedindo que ao menos as deixassem abrir lares de idosos. Diligenciei junto do secretário de Estado da Segurança Social [Marco António Costa], que foi inexcedível, e a legislação foi alterada. Mas acho que só duas ou três misericórdias vão optar por essa solução. A maior parte continua a querer ter cuidados continuados, foi para isso que os edifícios foram construídos”, explicou ao PÚBLICO Manuel Lemos, presidente da União das Misericórdias Portuguesas. Esta solução, defendeu, é um “mal menor que não resolve nada”, porque “de um lar as pessoas nunca mais saem, a filosofia é muito diferente dos cuidados continuados”.

Na legislação agora revista, e publicada nesta terça-feira em Diário da República, foi introduzida uma cláusula que permite que os edifícios e instalações criados para servir de unidades de cuidados continuados sejam afectos a “estruturas para alojamento e residência de pessoas idosas”, mas apenas “em situações excepcionais e mediante autorização prévia do membro do Governo responsável pela área da saúde”.

A construção destas instalações foi financiada pelas administrações regionais de saúde no âmbito da rede de cuidados continuados (programa Modelar). A mudança é justificada, na portaria assinada pelo secretário de Estado adjunto e da Saúde, Fernando Leal da Costa, com o envelhecimento demográfico da população e as alterações no padrão epidemiológico e na estrutura social e familiar, que originam “novas necessidades em saúde, para as quais urge dar resposta”.

Manuel Lemos lembra que mais de 20 unidades de cuidados continuados estão há já algum tempo prontas a abrir portas. O ministro da Saúde disse que durante este ano seriam abertas mais de mil camas. Há cerca de duas semanas, porém, ao alargamento da rede ficou condicionado à prévia autorização de Leal da Costa, “dada a necessidade de se proceder a uma reapreciação dos compromissos financeiros para 2013”.

Fonte: Público

Alverca é um inferno para quem anda em cadeira de rodas

Marisa Lino arrisca a vida todos os dias da semana no meio do trânsito para fazer o percurso entre
casa e a estação do caminho-de-ferro onde apanha o comboio para ir trabalhar em Telheiras. Instituições de apoio a deficientes criticam o desinteresse da junta de freguesia em resolver os problemas da mobilidade.

A cidade de Alverca é um mau exemplo nas acessibilidades para pessoas com deficiência, alertam as associações e utilizadores de cadeiras de rodas. Todos os dias centenas de pessoas com mobilidade reduzida arriscam a vida na estrada, entre o trânsito, para chegar aos empregos e a casa, porque os passeios não têm condições para as cadeiras circularem. E quando existem rampas nos passeios a maioria das vezes elas são demasiado íngremes para as cadeiras de rodas subirem e em alguns casos nem existe uma rampa de descida.

A própria sede da junta de freguesia não tem rampa de acesso para cadeira de rodas e carrinhos de bebé. O mesmo acontece com as instalações das Finanças e do cartório notarial. O mercado diário da junta de freguesia não tem barreiras arquitectónicas mas o passeio é bastante alto e não está rebaixado para permitir a entrada de cadeiras de rodas. “Alverca ainda não encarou este problema como uma prioridade. Há algum tempo vi uma pessoa de cadeira de rodas ser atendida à porta das Finanças. É muito triste”, critica Carlos Garrudo, presidente da Cercipóvoa, instituição de apoio a deficientes. O dirigente diz que as pessoas com deficiência continuam a ser discriminadas e lamenta que as juntas de freguesia “deixem muito por fazer”.

Carlos Garrudo destaca o papel da câmara municipal, que tem dado maior atenção ao problema. Opinião semelhante tem Clara Nogueira, presidente da Cercitejo de Alverca. “Na cidade não é fácil andar de cadeira de rodas. Os multibancos são altos, os passeios têm o piso muito mau e até há pouco tempo nem o centro de saúde tinha acessos”, lamenta. A legislação já obriga as novas construções e serviços públicos a serem dotados de acessibilidades para pessoas com mobilidade reduzida, mas muito ainda está por fazer em Alverca.

Na maioria das vezes os serviços públicos criam as rampas de acesso, mas as autarquias esquecem-se de rebaixar os passeios. “Quando se realiza uma obra num passeio convém que essa obra seja feita por gente que percebe as limitações das pessoas com deficiência. Infelizmente a maioria das vezes as obras feitas nos passeios da cidade não fazem sentido e depois não têm utilidade”, lamenta Clara Nogueira.

Um exemplo pode ser encontrado na rua da estação. Passeios com rampas demasiado altas, obstáculos e carros mal estacionados a bloquearem as poucas rampas que permitem o acesso das cadeiras. Marisa Lino, 28 anos, é um exemplo de coragem que O MIRANTE encontrou na cidade. Vive a 700 metros da estação de comboios e demora todos os dias uma hora a chegar ao comboio. Trabalha em Telheiras e vai de comboio para Entrecampos, onde apanha uma carrinha da acção social de Lisboa que a leva ao emprego. “Do comboio até ao trabalho é tudo fácil. Chego a Alverca começa o pesadelo”, lamenta.

Marisa é obrigada a andar com a cadeira eléctrica pela estrada, ao lado dos carros, e já apanhou vários sustos. Já escreveu várias vezes ao presidente da junta, Afonso Costa, mas nunca obteve resposta. Só depois de gravar um vídeo do percurso que faz todos os dias - que foi bastante partilhado nas redes sociais - é que o autarca lhe mandou uma mensagem privada a prometer um encontro na estação para perceber o problema. Até o momento o encontro não se realizou. Por isso conclui que “às vezes que seria bom os políticos passarem um dia numa cadeira de rodas para perceberem as dificuldades que vivemos”.

Fonte: O Mirante

Desistiu da Justiça por não conseguir entrar no tribunal

Um cidadão deficiente motor do Marco de Canaveses desistiu de processar criminalmente um vizinho
por agressão porque não consegue entrar no tribunal local. Não há rampas de acesso nem sanitários adaptados.

O queixoso, António Paulo Sousa Correia, 42 anos, ainda chegou a prestar declarações no gabinete do Ministério Público (MP), mas para aí chegar "foi o cabo dos trabalhos".

Foram precisas três pessoas para, à força de braços, o arrastar até ao interior do Palácio da Justiça. Uma vez aí chegado, levantou-se um outro problema: a cadeira de rodas não cabia na porta do gabinete do MP; foi necessário pegar no queixoso ao colo e fechar a cadeira de rodas para que ambos transpusessem a porta do gabinete.

Fonte: JN

Encontro “Vamos falar de lesão medular” no CMRSul

Conheça o programa definitivo do Encontro “Vamos falar de lesão medular” que o CMRSul organiza e que se vai realizar no Algarve entre 30 de Maio e 1 de Junho próximos.


Em relação à divulgação inicial que fizemos merece especial destaque a inclusão como orador do Dr. Gary Ulicny, que é Presidente e CEO do Shepherd Institute (Atlanta, EUA) e Presidente do American Congress of Rehabilitation Medicine. A apresentação do Dr. Gary Ulicny será sobre a utilização de tecnologias na reabilitação de lesão medular: exoesqueletos, trabalho do Shepherd Institute em robótica e tecnologia para membros superiores e resultados da investigação feita pelo Shepherd Institute sobre quais as tecnologias que resultam consoante o tipo de pacientes.

Vejo um vídeo de exemplo: http://www.shepherdtv.org/videos/39

Inscrições e mais informações para Telma Mendonça em info.cmrsul@galileisaude.pt. As inscrições deverão ser acompanhadas do comprovativo da transferência bancária e dos dados para emissão da factura.

O preço da inscrição na conferência é de 180€, que inclui material de apoio, os almoços de quinta e sexta-feira e os coffee-breaks. O pagamento deverá ser feito por transferência bancária para a conta NIB 0007.0000.0090.9779.10323

O encontro será realizado no hotel Monte da Quinta Suites, na Quinta do Lago, Algarve, www.montedaquintaresort.com , que disponibiliza condições muito especiais para a estadia dos participantes no encontro.

Para mais informações por favor contatar o Departamento de Reservas do Hotel, identificando que vai para o Encontro:

Departamento de Reservas Monte da Quinta Suites
Sra. Rosa Mota | Sra. Carla Roma
Telf. 289 000 373/380
Fax. 289 000 301/305
mqreservas@mqclub.com

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Actividades Artísticas, Culturais e de Formação da ANACED

Este mês a ANACED propõe-lhe o espectáculo da dança inclusiva O Nada e dois espectáculos de teatro, À vossa vontade e Olhos de gigante, com interpretação em língua gestual portuguesa.


Sugerimos-lhe a visita à exposição Joana Vasconcelos no Palácio Nacional da Ajuda e a requisição de uma ou mais das exposições que a ANACED disponibiliza para requisição.

A participação no Seminário Internacional - Intervenção e Continuidade de Cuidados na Paralisia Cerebral,no Seminário Internacional e Workshops do Inarte, na Conferência Música e Qualidade de Vida e noWorkshop Musicoterapia e as crianças com NEE, são as nossas propostas para aquisição e troca de experiências e conhecimentos.

Desafiamo-lo ainda a concorrer ao Prémio Literário Maria Rosa Colaço e ao Concurso Lusófono da Trofa – Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo.

Por fim, queremos apelar à sua solidariedade para que através de um X e a colocação do NIF da ANACED (502471263) no Anexo h do Modelo 3 do IRS, possa contribuir para que esta associação continue a desenvolver o seu trabalho e a levar até si um pouco de arte e cultura.


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Jornadas de Estudo do European Seating Symposium em Maio de 2013, na AJUTEC

É já dentro de dias que terão lugar, pela primeira vez em Portugal, as Jornadas de Estudo do European Seating Symposium. (9 a 12 de Maio AJUTEC)

Este evento, que se realiza em simultâneo com aAJUTEC, tem vindo a afirmar-se como o principal certame na área do posicionamento e mobilidade adaptada na Europa.

Destaque para o conjunto de oradores convidados, nos quais constam nomes como José Madeira Serôdio, Presidente do Instituto Nacional para a Reabilitação; Sharon Pratt, fisioterapeuta, formadora e especialista na área do posicionamento e mobilidade; Simon Hall, engenheiro clínico, fundador e diretor do European Seating Symposium; Mary McCormick, terapeuta ocupacional especialista em posicionamento e investigadora na área dos assentos moldados; Mary McDonagh, fisioterapeuta e coordenadora do Departamento de Formação e Desenvolvimento em Tecnologias de Apoio e Posicionamento Especializado, na Central Remedial Clinic; Nuria Horcajada, fisioterapeuta, educadora clínica e especialista de produto na Sunrise Medical; Mário Gomes e Rui Pisco, terapeutas ocupacionais e membros do Laboratório de Análise da Posição Sentado (LAPOSE) do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão; Cristina Vaz de Almeida, coordenadora do Serviço de Gestão de Produtos de Apoio na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa; Joana Santiago, terapeuta ocupacional e educadora clínica na área dos produtos de apoio com ênfase no posicionamento e mobilidade; Ralf Maes, fisioterapeuta e diretor de marketing da Permobil Europe BV; Rhona Fisken, terapeuta ocupacional e especialista clínica da Invacare para a Europa.

Se ainda não se inscreveu nas Jornadas de Estudo do European Seating Symposium, aproveite a oportunidade e inscreva-se. http://www.seating.ie/essnew/studydays/Portuguese.pdf

Para mais informações, contactar:

Assistive Technology and Specialised Seating Department
Central Remedial Clinic, Clontarf
Dublin 3, Ireland
Tel: +353 1 854 2437 | Fax: +353 1 854 2379
Email: lisa@seating.ie
Web: www.seating.ie

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Atestado multiusos permanentes ou vitalícios anteriores a dezembro de 2009 “são sempre válidos”

Exmos. Srs.

Associações de Doentes Crónicos / Deficientes; Jornalistas e ACSS - Administração Central do Sistema de Saúde

Assunto: Reconhecimento dos atestados das Associações de Doentes Crónicos / Deficientes

Foi dada razão às associações, em especial, a ACAPO e a TEM que desde dezembro de 2011 contestaram a substituição dos atestados multiusos do modelo anterior a dezembro de 2009 e, dentro dos prazos, pelos atestados do novo modelo. O que deu origem à circular normativa nº 5 da ACSS de 12 de janeiro de 2011 (http://www.acss.min-saude.pt/Portals/0/Circular%20Normativa%20N5%202012.pdf).

Recebemos hoje a confirmação da ACSS (em anexo) que os atestado multiusos permanentes ou vitalícios anteriores a dezembro de 2009 “são sempre válidos”. Assim sendo não é necessário ir a uma nova junta médica para ter o atestado do novo modelo

Com os nossos melhores cumprimentos,

O Presidente da Direção da TEM

Prof. Doutor Paulo Alexandre Pereira

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Projeto arquitetónico de uma escola inclusiva

Em escolas projetadas para todos, a altura do mobiliário, o espaço entre as estantes e as mesas, a localização de bebedouros, o tipo de piso, as cores dos ambientes e outros cuidados garantem que as pessoas, não só com deficiência, possam se locomover com segurança e autonomia.

Toda a informação, aqui.
Fonte: Deficiente Ciente

Emprego para pessoas com deficiência

(CEO Earthwnd) criou primeiro uma empresa de contact center intelligence em todo o país com mais uma sócia, ambos surdos portugueses, fundadores da empresa de telecomunicações de inteligência, criada em 17 de agosto de 2012 com sede em Loures, Portugal.

A empresa Earthwnd de recursos humanos pretende abrir um novo serviço de
"call center" para 9 trabalhadores para 3 pessoas surdas, 3 pessoas com deficiência motora e 3 pessoas ouvintes em intérprete de língua gestual portuguesa em todo o país.

A empresa earthwnd foi criada em 2012, atualmente a maior operadora portuguesa em Contact Center intelligence em todo o país.

Líder na implementação de Call Center de apoio a surdos. É também a primeira e única empresa a criar postos de trabalho para pessoas surdas em Call Center em todo o país.

Temos como objectivo combater o desemprego e aumentar a empregabilidade em Call Center para as pessoas surdas, pessoas com deficiência motora e pessoas ouvintes intérpretes de língua gestual em território nacional. A empresa de contact center intelligence da EARTHWND oferece 9 novos postos de trabalho em Loures.
As oportunidades serão criadas na sede e nos representantes de Central de atendimento de inteligência em emergência em território Nacional, Madeira e Açores. Os serviços de Call Center da empresa Earthwnd funcionarão 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano.

Os interessados devem enviar currículos vitae para o email: geral@earthwnd.pt

Pessoas surdas em call center:
Perfil:
- Bons conhecimentos da Língua gestual portuguesa;
- Conhecimentos Informáticos na óptica do utilizador;
- Boa capacidade de Comunicação;
- Mínimo, 18 anos;
- Mínimo, 9º ano completo.

Funções:
- Atendimento ao apoio clientes surdos e ouvintes;
- Garantir a qualidade do serviço prestado;
- Monitorizar todos os pedidos efectuados.

Oferecemos:
- Subsídio de refeição;
- Funcionamento de horário em 8 horas por dia;
- Disponibilidade de horário em manhã, tarde e noite;
- Salário compatível;
- Seguro de trabalho;
- Formação.

Pessoas com deficiência motora em call center:
Perfil:
- Bons conhecimentos de Português;
- Conhecimentos Informáticos na óptica do utilizador;
- Boa capacidade de Comunicação;
- Mínimo, 18 anos;
- Mínimo, 9º ano completo.

Funções:
- Atendimento e apoio a clientes surdos e ouvintes;
- Garantir a qualidade do serviço prestado;
- Monitorizar todos os pedidos efectuados.

Oferecemos:
- Subsídio de refeição;
- Funcionamento de horário em 8 horas por dia;
- Disponibilidade de horário em manhã, tarde e noite;
- Salário compatível;
- Seguro de trabalho;
- Formação.

Pessoas ouvintes com intérpretes de língua gestual portuguesa em call center:
Perfil:
- Bons conhecimentos da Língua gestual portuguesa;
- Conhecimentos Informáticos na óptica do utilizador;
- Boa capacidade de Comunicação;
- Mínimo, 18 anos;
- Mínimo, 9º ano completo.

Funções:
- Atendimento ao apoio clientes surdos;
- Garantir a qualidade do serviço prestado;
- Monitorizar todos os pedidos efectuados.

Oferecemos:
- Subsídio de refeição;
- Funcionamento de horário em 8 horas por dia;
- Salário compatível;
- Seguro de trabalho;
- Formação.

Enviado por email

Colabore respondendo e divulgando o Questionário impacto das alterações corporais ao nível psicológico e social

Boa noite, 

Venho por este meio pedir a vossa colaboração num estudo de investigação no âmbito da minha dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde. A vossa colaboração passa por responderem a um pequeno questionário (link a baixo) que visa compreender o impacto das alterações corporais ao nível psicológico e social. O questionário destina-se assim a Lesionados Vértebro-Medulares (tetraplégicos, paraplégicos e/ou hemiplégicos) com idade igual ou superior a 18 anos. 

Dada a especificidade da população e as dificuldades para aceder à mesma pedia também a vossa colaboração no sentido de divulgar este email junto da vossa rede de contactos.

http://app.evalandgo.com/s/?id=JTk3ayU5QWw%3D&a=JTlEcSU5M2k%3D

Agradeço desde já a vossa disponibilidade e colaboração!

Filipa Costa

Email alternativo: filipacosta18@gmail.com

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Sozinho por Nardélio Luz



Este é o segundo vídeo-poema que me atrevo a fazer.
Sou novo nesse lance de vídeos, portanto aceito sugestões e críticas.
Espero que gostem!
Abraços do Narfe.

DADOS
Poema: Sozinho
Texto e Declamação: Nardélio Luz
Música: We're All Alone
Cantora: Rita Colidge
Imagens: Garimpadas e baixadas no Google
Produção: Nardélio Luz
Ano: 2013

Pai pede ajuda para cuidar do filho tetraplégico

O pai de um adolescente de 16 anos que foi atropelado por um trem pede ajuda financeira para poder cuidar do filho, que ficou tetraplégico. Raphael Primo da Silva está há seis meses internado no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte do Rio.

Ele passou por sete cirurgias e, mesmo já tendo a liberação dos médicos, continua na unidade hospitalar por não ter o suporte necessário em casa.

O acidente aconteceu em outubro do ano passado, na comunidade do Jacarezinho, na zona norte, onde a família mora. Desesperado, o pai do jovem, Gilmar Primo, entrou com uma ação na Justiça contra a Supervia, empresa responsável pelo trem.

— Nós pedimos socorro à Supervia, mas, até hoje, ninguém entrou em contato com a gente.

De acordo com Gilmar, que está desempregado, para levar o filho para a residência, é necessário ter equipamentos e condições financeiras para poder cuidar dele. Hoje, a família sobrevive com um auxílio que a filha, que necessita de cuidados especiais, tem.

— Ele precisa de cama hospitalar, cadeira para banho, fralda e acompanhamento médico em casa, porque não temos condições de ficar subindo e descendo com ele. Hoje, a gente só tem dinheiro para comer.

A equipe do Balanço Geral entrou em contato com a Supervia, que informou em nota ter prestado o socorro necessário ao jovem. Ainda de acordo com a administradora, o acidente só ocorreu porque Raphael atravessou a linha do trem em local indevido.

Veja a reportagem em video, aqui.

Noticia: Ser Lesado

Ação de sensibilização "A ética e Deontologia em reabilitação"

Vai realizar-se no próximo dia 7 de maio, no auditório do Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.,em Lisboa, em parceria com a FENACERCI, a ação de sensibilização:
"A ética e Deontologia em Reabilitação"

Esta ação, promovida pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR, I.P.), no âmbito da sua missão e da promoção dos direitos das pessoas com deficiência, tem como objetivo potenciar a implementação dos princípios éticos e deontológicos pelos diferentes profissionais que intervêm nos processos de inserção das pessoas com deficiência.

A ação de sensibilização é gratuita, confere certificação e tem um número limitado de 18 formandos.

Pode inscrever-se utilizando a ficha de inscrição, em anexo, enviando-a para manuela.s.branco@inr.msss.pt ou inr@inr.msss.pt , até ao dia 3 de maio

Agradecemos desde já a sua colaboração na divulgação desta informação a todas as pessoas que desenvolvam a sua atividade nos processos de inclusão e participação das pessoas com deficiência.

Com os melhores cumprimentos

  • Enviado por Mithós

Sábado, 27 de Abril de 2013

Ajude-me a apresentar uma queixa contra o Estado português por discriminação


Recordam-se que comentei a humilhação que passei emfrente ao Centro de Medicina Pública de Tomar, quando fui pedir avaliação do meu grau de incapacidade para fins de atestado multiusos, pelo facto de uma junta médica, composta por 3 profissionais, me examinarem em via pública (calças abaixo para ver se usava fralda e algália) porque edifício que supostamente só recebe pessoas com deficiência, não tem acessibilidades? Primeira coisa que fiz foi procurar uma associação que me aceitasse defender, numa acção judicial contra o Estado português, por discriminação. Aceitaram o caso, mas nenhuma teve coragem de avançar com o processo. Enrolam, dão desculpas, mas acção nada. Perante esta situação resolvi contatar a ordem dos advogados e alguns escritórios a solicitar apoio judiciário gratuito, mas respostas nenhumas.
Como não quero e nem vou desistir, mas não tenho possibilidades financeiras para contratar um profissional, gostaria de pedir a vossa ajuda para me apoiarem na divulgação desta mensagem, na tentativa de encontrar um advogado que se disponibilize a me prestar apoio judiciário gratuitamente.


Envie a sua encomenda com desconto

Mais um apoio que se foi. Até aqui a empresa MRW possibilitava a todas as pessoas com deficiência e portadoras do Atestado Médico Multiusos, o envio mensal de uma encomenda gratuitamente para qualquer parte do pais e inclusive Espanha. Isso foi até inicio do ano, a partir de agora o mesmo serviço tem um custo de € 1,50 Ou seja, podemos enviar ou receber uma encomenda na nossa residência, uma vez por mês, pagando € 1,50.


Caraterísticas do programa:

Os envios são entregues e recolhidos numa loja MRW. Excetuam-se os envios destinados a pessoas idosas, estes serão entregues no lar ou casa de repouso onde residam e a pessoas com algum tipo de deficiência que serão entregues e/ou recolhidos no domicílio.
Os envios podem ser recolhidos na loja MRW até às 19 h. Não obstante, na maioria das lojas MRW poderá recolher o seu envio, antes do encerramento da hora de almoço (a sua loja MRW poderá indicar-lhe o horário de entrega aproximado).

Tarifa: 1,50 €. Este valor deverá ser pago no momento da entrega do seu envio na loja.
Poderá realizar 1 único envio MRW Solidário por mês (independentemente do grupo inserido não é acumulável).

Origem/destino: Portugal, Andorra, Espanha e Gibraltar.

Fonte e mais informação: MRW

Relação entre tetraplégico e cuidadora vira amor

Quando comecei a ler Como Eu Era Antes de Você, pensei ser mais uma dessas histórias em que um tetraplégico desenvolve uma relação bonita com seu cuidador, a exemplo do excelente O Segundo Suspiro.


Hesitei se continuava ou não, e decidi ir em frente. Que bom que não parei.

O novo livro de Jojo Moyes, também autora de A última Carta de Amor, é uma obra que alcança um grau de sensibilidade que tira lágrimas como poucos, e sem ser piegas.

Will Traynor é um cara incrível, inteligente, astuto, mas que se tornou uma pessoa amarga, mal humorada e sem nenhuma perspectiva após ser atingido por uma motocicleta e ficar tetraplégico. Ok, esse tipo de situação só sabe dizer quão difícil é os que passam por ela.

Mas Jojo consegue criar uma personagem, Louisa Clark, que vai mudar a vida desse homem, e a dela mesma também.

Lou é uma jovem de 26 anos sem muitas ambições e que mora com a família – os pais, uma irmã mãe solteira e o avô que precisa de cuidados constantes devido a um derrame.

Após deixar o emprego de garçonete num pequeno café de sua cidade, ela aceita a vaga de cuidadora de Will. Tarefa para qual não tem experiência, mas que paga o suficiente e, definitivamente, vai mudar a vida de ambos.

Para ajudar Will a dissuadir-se da ideia de pôr fim ao tormento em que vive, Lou vai à busca de respostas na internet. Fala com tetraplégicos na web, pesquisa, impõe à própria vida um sentido que não havia antes: ajudar Will, que retribui aprendendo com as atitudes dela e ajudand0-a em questões muito simples para ele, e muito complicadas para ela.

Trecho:

“O pior de se trabalhar como cuidadora não é o que as pessoas pensam. Não é carregar e limpar a pessoa, os remédios e os lenços de limpeza e o distante, mas de algum modo sempre perceptível, cheiro de desinfetante. Não é nem o fato de quase todo mundo achar que você faz isso porque não tem inteligência suficiente para fazer outra coisa. O pior é o fato e que, quando se passa um dia inteiro num estado de real proximidade com outra pessoa, não há como escapar do estado de humor dela. E nem do seu próprio.”

“Eu contei para ele que o amava, a voz descendo de tom até o sussurro. E ele disse que isso apenas não bastava.”

Jogue-se nesse livro, ele é incrível, e prepare-se para rir e chorar de verdade!

Fonte: R7

Tetraplégico sente prazer sexual pelo polegar

Rafe Biggs, 43 anos, é um homem tetraplégico que não consegue sentir nada abaixo de seus quadris, incluindo seus órgãos genitais. No entanto, o britânico descobriu, recentemente, que é capaz de sentir prazer sexual por meio de seu polegar.


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Ele conta que, um ano depois de cair de um telhado e quebrar o pescoço, tornando-se tetraplégico, ele teve "sensações orgásticas" quando sua namorada massageou e chupou seu dedão. "Eu senti essas energias crescentes e que estava cada vez mais perto do orgasmo", disse ao jornal The Sun.

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"Quando eu fiz isso, foi uma onda de prazer atrás da outra. Foi incrível. Nunca pensei que seria possível, mas a massagem no meu dedo parece muito com o que eu sentia com meu pênis; É muito excitante", disse.

A terapeuta sexual Lisa Skye Carle, que passou a trabalhar com Biggs, afirma que seu cliente está experimentando um processo de "orgasmo transferido", em que outra parte do corpo dá a mesma sensação do órgão genital.

Sónia Campino - Documentário de Vida

Dicas para tetraplégicos

Informações sobre orientações nutricionais, dicas de posicionamentos, informações sobre tecnologia assistida e exercícios para se fazer em casa por indivíduos com lesão na medula espinhal, que utilizam cadeira de rodas e
querem incorporar atividade física regular na sua rotina diária.


Noticia: Ser Lesado

Convite Semanas de Atividades Junho/Julho 2013


A Associação Salvador, com o apoio do Programa BPI Capacitar, tem o prazer de o(a) convidar a participar numa das seguintes Semanas de Atividades:

Semana Radical - de 24 a 28 de Junho
Semana Cultural - de 1 a 5 de Julho
Semana Gastronómica - de 8 a 12 de Julho

Para consultar o regulamento e programa provisório das semanas de atividades clique aqui.

As semanas de atividades destinam-se exclusivamente a pessoas com defîciência motora. Em casos excecionais, poderá ser considerada a participação de um acompanhante (caso a pessoa seja mais dependente).

A participação na semana de atividades tem um custo de 30€, tendo adicionalmente que ser paga uma caução de 30€ que será devolvida no último dia da semana, caso o participante compareça todos os dias. Os dados para pagamento serão fornecidos posteriormente apenas às pessoas selecionadas.

Notas importantes:

- Na seleção dos participantes daremos prioridade:
1º) A pessoas que nunca participaram em atividades organizadas pela Associação Salvador;
2º) A pessoas que se desloquem em cadeira de rodas;
3º) A "amigos" da Associação Salvador, com quotas em dia;
4º) À ordem de chegada das pré-inscrições.

- Na seleção dos participantes iremos considerar 2/3 de pessoas residentes no distrito de Lisboa e 1/3 de pessoas residentes fora deste distrito.

​- Cada participante pode inscrever-se apenas numa das semanas de atividades.

- Para a participação na semana radical, será necessária a apresentação de um atestado médico que comprove que o participante está apto para realizar todas as atividades incluídas no programa. Caso não seja possível realizar 2 ou mais atividades, não poderá participar, tendo que optar por outra semana. Este atestado será pedido posteriormente aos participantes selecionados.

- A Associação Salvador suportará os custos de alojamento e transporte para as pessoas que residam fora do distrito de Lisboa (analisaremos caso a caso).

- Para os participantes residentes em Lisboa, a Associação Salvador tentará garantir estacionamento gratuito no ponto de encontro em Lisboa, mas não consegue garantir o transporte adaptado desde sua casa.

Os interessados em participar deverão preencher o formulário de pré-inscrição até ao próximo dia 5 de Maio. Para aceder clique aqui.

Apresse-se a fazer a sua pré-inscrição porque as vagas de que dispomos são limitadas (20 lugares semanais)!

Obrigado.

A equipa da Associação Salvador