Também Silvina Francisco, de Azambuja, deixou de ter acesso ao transporte para ir às consultas de fisioterapia no Hospital Garcia de Orta, em Almada. Tem artrite reumatóide e só consegue andar com a ajuda de canadianas. O marido que está quase cego viu igualmente a sua guia de transporte bloqueada para ir às consultas no Hospital Santa Maria, em Lisboa. “Não posso ir de transportes públicos porque como vê ando de canadianas e o meu marido também não vê. É impossível irmos os dois sozinhos”, conta a idosa que não tem dinheiro para ir de táxi e já começou a faltar às consultas que tinha marcadas. “Não temos solução, o remédio é deixarmo-nos andar assim”.
Etelvina Neves, 72 anos, teve um AVC há um ano, por altura do Natal. Estava a ser acompanhada por médicos, mas teve de suspender o acompanhamento. “O médico não me passou a credencial para poder usufruir do transporte dos bombeiros. Não tenho dinheiro para pagar a um táxi e devido aos meus problemas de saúde também não consigo ir de transportes públicos”, desabafa a moradora de Azambuja. Se não tivesse o apoio dos filhos Etelvina Neves diz que não teria dinheiro para pagar o transporte aos bombeiros. O Mirante
Eu já há muitos anos perdi o direito aos bombeiros para fazer fisioterapia no hospital de Santa Maria da Feira . E começei numa clinica perto de casa, mas o terapeuta diz que tetraplegicos n se trata em clinicas...
ResponderEliminarCarol
O terapeuta não será quem tem que decidir, Carol!
ResponderEliminarSobre o transporte todos os dependentes, têm direito. Mas...
Fica bem