segunda-feira, 18 de abril de 2011

AJUTEC - Feira Internacional de Ajudas Técnicas e Novas Tecnologias para Pessoas com Deficiência


A AJUTEC - Feira Internacional de Ajudas Técnicas e Novas Tecnologias para Pessoas com Deficiência é o maior evento nacional deste sector e assume-se como a mostra de lançamento em Portugal das mais recentes novidades.

As ajudas técnicas são um instrumento essencial e indispensável ao bem-estar de pessoas com deficiência, idosos ou pessoas que necessitam de as utilizar de forma temporária ou definitiva. Elas destinam-se a compensar a deficiência ou a atenuar-lhe as consequências, impedir o agravamento da situação clínica da pessoa e permitir o exercício das actividades quotidianas e a participação na sua vida escolar, profissional, cultural e social.

Esta feira é organizada em parceria com a ANCECSI - Associação Nacional dos Comerciantes de Equipamentos Científicos, Saúde e Imagem.

Fonte e informação completa: Normédica

Amadora já Possui Serviço de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência


A Amadora já tem um Serviço de Informação e Mediação para Pessoas com Deficiência (SIM-PD).

O SIM-PD tem como objectivos centrais prestar às pessoas com deficiências ou incapacidade uma informação global e integrada sobre os seus direitos, benefícios e recursos existentes, apoiando-as na procura das soluções mais adequadas à sua situação concreta.
Este novo serviço é resultado do protocolo estabelecido entre o INR – Instituto Nacional para a Reabilitação, IP e o Município da Amadora.

Destinatários
> Pessoas com deficiências ou incapacidade e respectivas famílias;
> Técnicos que intervêm na área da prevenção, reabilitação e integração comunitária das pessoas com deficiências ou incapacidade;
> Qualquer cidadão que necessite de informação nas áreas referidas.

Objectivos
> Atender os cidadãos com deficiências ou incapacidade e respectivas famílias;
> Prestar informação sobre os direitos, benefícios e recursos existentes;
> Encaminhar e desenvolver uma função de mediação junto dos serviços públicos e entidades privadas, que poderão responder às suas questões;
> Desenvolver e valorizar as parcerias locais para encontrar soluções mais eficazes, que respondam às suas necessidades;
> Divulgar boas práticas de atendimento do cidadão com deficiências ou incapacidade;
> Identificar os principais problemas existentes e promover soluções adequadas.

Respostas
> Orientação na resolução de problemas sobre mobilidade e acessibilidade;
> Informação sobre direitos, benefícios e medidas de protecção social das pessoas com deficiências ou incapacidade;
> Informação e orientação para formação profissional e emprego;
> Informação e mediação local e nacional sobre as instituições e serviços para pessoas com deficiências ou incapacidade;
> Qualquer outro tipo de apoio que esteja em conformidade com os direitos gerais e especiais das pessoas com deficiências ou incapacidade.

Contactos:
Câmara Municipal da Amadora – Divisão de Intervenção Social
Centro de Juventude
Travessa de St.ª Teresinha, S/N – Brandoa (2650-118)
Tel: 21 436 90 53 / Fax: 21 492 05 77
E-mail: accao.social@cm-amadora.pt

Marcações:
De 2.ª a 6.ª Feira das 9.30h às 12.30h e das 14.00h às 16.30h

Fonte: CM Amadora

domingo, 17 de abril de 2011

Negligência médica: Hospital paga pensão a família


O Hospital Maria Pia, no Porto, aceitou pagar uma pensão mensal de dois mil euros à família de uma criança que ficou deficiente devido à negligência de uma médica. O hospital foi condenado pelo tribunal, em Fevereiro, a pagar uma indemnização de 400 mil euros mas recorreu da sentença.

A família está "aliviada". "É uma luz no fundo do túnel. Agora é esperar e ver, porque até no fim deste ano fica tudo resolvido pelo Supremo", disse ao CM a mãe de Sérgio, Patrícia Pereira. Depois de oito anos em tribunal, Patrícia admite estar "cansada" de todo este processo.

Enquanto o recurso do hospital não é avaliado pelo Supremo Tribunal Administrativo, a família avançou, no final de Março, com uma providência cautelar para que lhe fossem adiantados 60 mil euros e uma pensão mensal de dois mil euros. O hospital aceitou dar apenas uma pensão. "O juiz até lhes disse que já era um caso de consciência. Vou, para já, comprar talas para os pés do Sérgio, que estão a ganhar feridas", adiantou.

O caso remonta a 2001 e chegou ao tribunal dois anos depois. Numa consulta de Otorrinolaringologia no Maria Pia, a especialista Carolina Serôdio não pediu um exame para detectar um tumor benigno na garganta. Sérgio entrou em coma meses depois e sofreu sequelas cerebrais irreversíveis. Hoje, com 12 anos, vive dependente de ajuda.

Fonte: CM

Piora médica baleada três vezes pelo pai


O estado clínico de Diana Santos – a jovem médica de 26 anos baleada três vezes pelo pai, faz hoje uma semana – piorou. Segundo contou ao CM uma fonte próxima da família, "a bala alojada no pescoço apanhou-lhe a traqueia, que começou a inchar".

"Ela não conseguia respirar e os médicos tiveram de abrir-lhe um buraco na garganta", disse. O procedimento chama-se traqueostomia. O orifício na traqueia permite-lhe respirar por um tubo. Anteontem, a médica foi ainda operada ao abdómen: a segunda bala atingiu o baço. "Ela está muito mal, só mexe os olhos", lamentou. Diana foi baleada pelo pai três vezes no último sábado – por o mesmo não aprovar o namoro da jovem – e está tetraplégica. O Hospital Garcia de Orta, onde está internada, não está autorizado a comentar o estado clínico. "Acredito em Deus", disse a mãe ao CM, recusando prestar mais declarações.

Fonte: CM

Livro: Educação Especial e Inclusão


O sistema educativo português parece ter perdido a noção de como responder às necessidades educacionais dos alunos com necessidades educativas especiais (NEE). Muito do que se vai dizendo hoje em dia sobre educação especial, sobre NEE, sobre inclusão, não faz sentido, confundindo os profissionais de educação e os pais.

Este livro, numa nova edição, revista e atualizada, pretende dar um pequeno contributo nesse sentido, considerando temas e abordando questões com que a Educação, particularmente a Educação Especial, se está a ver confrontada.
De entre eles, destacamos um conjunto de questões que passamos a enunciar:
# Será que todos os alunos com necessidades educativas especiais devem ser incluídos em classes regulares (inclusão total)?
# Será que, sem a elaboração concertada de programas educativos individualizados (PEI), os alunos com necessidades educativas especiais veem as suas necessidades respondidas?
# Será que (parafraseando Kauffman) poderemos falar de diferença e necessidades especiais sem palavras (categorização)?
# Será que, no caso dos alunos com necessidades educativas especiais, a ênfase no ensino direto e em outros métodos mais estruturados, baseados nos resultados da investigação, devem diminuir em detrimento de aproximações mais holísticas e construtivistas?
# Será que é possível a colaboração entre docentes, docentes e pais e docentes e outros agentes educativos, sem a compreensão de um processo que leve ao produto desejado, o sucesso do aluno com necessidades educativas especiais?
# Será que a legislação que visa o atendimento educacional a alunos com necessidades educativas especiais é a mais adequada?

Fonte: Porto Editora

A Gulliver leva-o a brincar

É HORA DE BRINCAR!!!

Haverá idade para descontrair, para viver aventuras ou para construir um castelo?
A 30 de Abril aproveitaremos a frescura da natureza, as coloridas histórias dos brinquedos e terminaremos com um doce sabor nas bocas!
Adivinhou qual vila romântica visitaremos?

sábado, 16 de abril de 2011

Poltrona comandada por gestos

Mais uma vez o sensor de movimentos do console Xbox é usado para uma finalidade totalmente nova. A Microsoft, fabricante do Kinect, exibiu uma cadeira de rodas que funciona de acordo com os gestos da pessoa sentada em frente a uma tela de computador com o sensor.

A poltrona, que poderia ser utilizada por pessoas com mobilidade reduzida, foi apresentada durante a conferência MIX 11. A Microsoft não irá comercializar o invento, mas deve liberar o código fonte para desenvolvedores criarem seus próprios modelos, segundo informações do site Crunch Gear.

Fonte: Galileu

Vagos: Lar residência para pessoas com deficiência inaugurado


Trabalhar com portadores de deficiência "pode ser complicado mas é gratificante", ideia defendida por Carla Martins, técnica da Comissão de Apoio Social e
Desenvolvimento de Santa Catarina (Vagos), a única instituição do Concelho de Vagos que trabalha com portadores de deficiência.

Uma opinião formulada por Carla Martins na véspera da inauguração do Lar Residencial e da Residência Autónoma para Deficientes, prevista para hoje.

A instituição tem vindo a dinamizar iniciativas diversas que envolvem a comunidade. Depois de rastreios no Dia Mundial da saúde, segue-se no dia 7 de Maio um jantar de angariação de fundos.

Associação de Deficientes da Madeira pede intervenção do secretário regional dos Assuntos Sociais no acesso aos multiusos

Depois de um período menos bom na vida da instituição, a Associação de Deficientes da Madeira está a conquistar novos sócios. Foi esta imagem de recuperação e de empenho que o presidente quis mostrar ao secretário regional dos Assuntos Sociais, numa reunião realizada durante a manhã, mas não só. Filipe Rebelo pediu também a intervenção de Francisco Jardim Ramos relativamente ao apoio financeiro e ao aumento dos custos dos multiusos. "O senhor secretário comprometeu-se que iria ter em atenção esses dois aspectos", disse.

Comprometido, mas sem promessas, o secretário regional dos Assuntos Sociais assegurou que iria ver o que podia ser feito. Francisco Jardim Ramos salientou que a tabela dos multiusos é nacional. De qualquer forma, o assunto será estudado.

O multiusos é um atestado médico passado pelo delegado de saúde que comprova o grau de deficiência e possibilita o acesso a equipamentos, casas e viaturas com álguns benefícios.

Em Junho, a Associação vai realizar as suas primeiras jornadas, pelo menos com esta direcção, tendo ficado o convite ao secretários dos Assuntos Sociais para a sua participação neste evento.

Fonte: Dnoticias.pt

Associação Humanitária de Dadores de Sangue da Freguesia de Tramagal


Da generosidade de um grupo de trabalhadores da Metalúrgica Duarte Ferreira que acudiam ás necessidade emergentes nos Hospitais,o consenso propagou aos demais Dadores de Sangue das proximidades, assim foi criada a comissão instaladora em 21 de Março de 1991.

Conheça melhor a:Associação Humanitária de Dadores de Sangue da Freguesia de Tramagal

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Camas robóticas acionadas com pequenos movimentos

Um projeto financiado pela União Europeia está a desenvolver camas robóticas.

“Desenvolvemos uma cama médica para pacientes que passam muito tempo na cama. A nossa cama ajuda os pacientes a movimentarem-se sem assistência. O dispositivo reconhece as intenções dos pacientes o que ajuda a prevenir as feridas e outros problemas que surgem quando se está muito tempo acamado”, explica Óscar Valdemoros, gestor da fabricante de camas Spaldin.

A cama dobra-se na vertical e lateralmente, o que dá mais conforto ao paciente sem necessidade de comando à distância.

“O paciente só tem de fazer um ligeiro movimento, e a cama muda de forma automaticamente”, afirma o responsável.

A cama é comandada por um programa de inteligência artificial que interpreta as mudanças de pressão das diferentes partes do corpo.

“Quando o paciente se move os sensores captam a pressão, as informações são enviadas para o computador central que vai mover os motores da cama”, explica Óscar Valdemoros.

Com o envelhecimento da população europeia, o mercado das camas médicas cresce a uma taxa anual de 9%.

Depois de receber a certificação europeia, este dispositivo inovador deverá responder às necessidades do mercado e dar mais autonomia aos idosos e aos deficientes.

“Este produto tem um grande impacto no mercado porque há muitos hospitais com doentes que precisam de mudar de posição e de cuidados diários”, afirma Manuel Chica, engenheiro na Inspiralia, empresa espanhola de I&D.

Este dispositivo é igualmente útil para o pessoal hospitalar. 85% dos enfermeiros têm problemas na coluna o que custa cerca de 6 mil milhões de euros aos hospitais europeus.

“A cama foi concebida para responder a dois tipos de problemas: primeiro para ajudar os próprios pacientes que precisam de mover-se e em segundo lugar para ajudar os sistemas de saúde da União Europeia a evitar baixas causadas pelos esforços feitos pelos enfermeiros. Muitas vezes os doentes são pesados e precisam da ajuda dos enfermeiros. Esta cama resolve também esse tipo de problema”, refere Óscar Valdemoros.

Fonte e em vídeo: Euronews

Atribuição de ajudas técnicas às pessoas com deficiência

Em sede de audiência, na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública, a Associação Portuguesa de Deficientes (APD) transmitiu a todos os Grupos Parlamentares uma informação que carece de uma rápida averiguação e resposta.

De acordo com a informação transmitida, o Presidente do Conselho Directivo do Instituto do Emprego e Formação Profissional, através de um ofício, transmitiu a esta associação que “não constitui competência do serviço público de emprego” a atribuição de ajudas técnicas pelo que deve ser “solicitada aos serviços competentes”.

Por outro lado, a petição “Clarificação do Financiamento de Produtos de Apoio” alerta para o facto que, desde 2010, se degrada o financiamento das ajudas técnicas às pessoas com deficiência.

Importa referir que a atribuição de ajudas técnicas é absolutamente vital para a qualidade de vida e a capacidade de trabalhar autonomamente das pessoas com deficiência pelo que é inaceitável a actual situação.
Assim, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e nos termos e para os efeitos do 229º do Regimento da Assembleia da República, pergunto ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social o seguinte:

1. Como justifica este Ministério os factos acima descritos?
2. Vai este Ministério perpetuar a presente situação ou tenciona resolver o problema?
3. Qual foi o montante atribuído em ajudas técnicas no ano de 2010 e no corrente ano?
4. Que medidas vai este Ministério tomar para tornar o sistema de atribuição de ajudas técnicas eficaz, eficiente e justo para as pessoas com deficiência?

Fonte: PCP

Brasil: Atletas tetraplégicos fazem sucesso jogando rúgbi


Atletas tetraplégicos descobriram um esporte que mudou suas perspectivas existenciais. Para Ben-Hur, Alexsandro e Alcindo a vida recomeçou. Eles foram vítimas de acidentes de moto e ficaram tetraplégicos.

Depois de um período de isolamento, foram apresentados a um esporte até então desconhecido. O rúgbi sobre rodas entrou na rotina deles e mudou a perspectiva de vida.

No dia 9 de março, fez 10 anos do acidente que tirou os movimentos de Alcindo Alcindino da Silva, hoje, com 33 anos. Até então, ele gostava de esportes radicais, como surfe.

— Só tinha visto o esporte nos noticiários — conta Alcindino.

Os três atletas fazem parte do projeto Omda (Organização para o Movimento do Esportes Adaptado), que tem uma parceria com a Unisul. Eles treinam três vezes por semana, no ginásio do campus universitário Pedra Branca, em Palhoça, com o comando do técnico Fábio Hardt, 34 anos.

O esporte é praticado numa quadra com quatro atletas em cada equipe. Eles utilizam uma bola de vôlei, que facilita o manuseio.

Sensação é de pura liberdade

O ex-vendedor Alexsandro da Silva Amorim, 34 anos, o Leco, também foi vítima de um acidente de trânsito com sua moto há cinco anos.

Ele possui o maior grau de limitação entre os atletas/deficientes que praticam o esporte. Nos primeiros meses, Leco não conseguia nem cruzar a quadra.

— A minha cadeira pessoal é elétrica e senti muita diferença quando entrei para o rúgbi. Tenho que movimentar a cadeira com o meu esforço e isso devolveu a minha sensação de liberdade — contou.

Depois de ficar em depressão por mais de um ano, Ben-Hur da Silva, 23 anos, recuperou a vontade de viver com o rúgbi sobre rodas. O ex-pintor de embarcação voltou a ter uma vida normal com a prática do esporte.

— Acho que o mais importante foi recuperar a autoestima e reaprender a viver — revelou.

Estão na seleção

Um dos atletas mais experientes do projeto é Rafael Hoffmann, 26, vítima de um acidente durante um mergulho.

Antes de se tornar tetraplégico, ele confessa que nem sabia da existência de práticas esportivas para deficientes.

— Logo que fiquei sabendo comecei a praticar o rúgbi — contou.

A Associação Brasileira de Rúgbi sobre Cadeira de Rodas convocou dois atletas do projeto Omda para a seleção brasileira: José Raul, 19, o Zé, e Rafael Hoffmann, 26.

Lugar para todos

Mestre em fisiologia do movimento, o diretor-presidente da Omda e professor da Unisul, Tiago Baptista, lembra que todo deficiente pode praticar um esporte. Aliás, a Organização atende a 50 portadores de deficiência e conta com muitas vagas.

O que é a tetraplegia

A tetraplegia é uma lesão na medula da coluna cervical que paralisa, em diferentes graus, os membros superiores e inferiores

A paraplegia é uma lesão na medula, que paralisa os movimentos dos membros inferiores.

Como jogar o rúgbi sobre rodas

Esporte é praticado numa quadra poliesportiva

São quatro atletas para cada equipe

O jogo é disputado com uma bola de vôlei e dividido em quatro tempo de oito minutos
O máximo de tempo de bola dominada por atleta é de 10 segundos. A equipe tem 12 segundos para chegar a quadra adversária

Cada equipe tem 40 segundos para finalizar uma jogada

Cada atleta recebe uma pontuação sobre a sua limitação

Cada equipe não pode ter mais de oito pontos em quadra

Modalidades oferecidas pela Omda

Bocha Paraolímpica: sextas-feiras, das 13h às 14h30min

Basquete sobre rodas: treinos diários, das 17h às 19h

Natação: terças e quintas-feiras, das 19h30min às 21h

Rúgbi sobre rodas: segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 16h30min

Interessados em participar ou patrocinar

E-mail: omda@omda.org.br, Fones: (48) 8812-1852 ou 9967-4749
HORA DE SANTA CATARINA

Fonte: Diário Catarinense