terça-feira, 14 de setembro de 2010

Feira Social em Torres Novas

O Jardim das Rosas, em Torres Novas, vai acolher entre os dias 16 e 18 de Setembro, a 1ª Feira Social do Projecto «Redes do Tejo» Tejo. Está já confirmada a participação de mais de oitenta instituições e entidades, que irão divulgar as suas actividades e projectos.

A Feira Social será uma mostra de projectos sociais, desenvolvidos e implementados pelas IPSS e associações de âmbito social dos municípios que integram o Projecto «Redes do Tejo» (Torres Novas, Abrantes, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha).

Estes nove municípios e a União das IPSS decidiram unir esforços e abraçaram o Projecto no âmbito de uma candidatura conjunta ao Programa Nacional do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social.

A Feira tem como principais objectivos: criar um espaço de exposição e partilha, aberto a todos e para todos; estreitar e consolidar parcerias no âmbito dos diversos projectos e instituições; promover a participação dos beneficiários da acção social – os utentes; mobilizar e envolver a população.

Entre os diversos espaços, a Feira Social contará com: Mostra Social, Palco do Evento, Animação Sociocultural, Projectos Móveis (diversos rastreios ao nível da saúde) e Restauração.

Dia 16 de Setembro (Quinta-Feira):

14h00: Abertura Oficial do Certame – 5atplay Quinteto de Metais da Ourearte (Ourém)
15h30: Seniores do CBESZA – “Cantigas D’Avó”
16h30: Cantigas da Rua - Centro de Dia de Alferrarede
18h00: Barquinha Saudosa
19h00: IPSS’s Dance (Técnicas das IPSS’s de Torres Novas)
21h00: TUNIPSS’s (Tuna das Directoras Técnicas da IPSS’s de Tomar)

Dia 17 de Setembro (Sexta-Feira):

14h00: Rancho Folclórico (CIRE)
15h00: Rancho Folclórico (CRIT)
16h00: Grupo de Danças e Cantares “Os Aventurados” (ROSTO – CRIT)
16h30: Grupo Coral do Centro de Convívio (SCM Assentis)
17h00: Grupo de Cantares de Idosos e Crianças (Centro Assist. Paroquial Pedrógão)
18h15: Peça de Teatro “Fernão Capelo Gaivota” - ATL do CBESZA
18h30: Dança do Mar - Jardim Infantil Riachos
19h00: Grupo de Cantares da UTIT (Tramagal)
21h00: Tuna Da Universidade Sénior do Entroncamento

Dia 18 de Setembro (Sábado):

15h30: Marchas Populares da APDAF (Ourém)
16h00: Grupo Cavaquiarte UTIA (Abrantes)
17h00: Marcha Popular (Centro de Dia do Tramagal)
18h00: Rancho Folclórico (Centro de Convívio da 3.ª Idade – Entroncamento)
19h00: Danças de Salão da Chancelaria
21h00: Danças de Salão da Praia do Ribatejo
Fonte: Entroncamento Online

Fim das deduções fiscais aos doentes crónicos/deficientes

Exmos. Senhores,

Primeiro-Ministro, Ministro das Finanças e Ministra da Saúde,

Deputados

c/c
Eng. Agostinho Lopes (CDU),
Dr. António José Seguro (PS),
Dr. Miguel Macedo (PSD),
Dr. Pedro Soares (BE),
Dr. Telmo Correia (PP),

Associações de doentes crónicos / deficientes,Jornalistas.

Braga, 12 de Setembro de 2010

Assunto: Fim das deduções fiscais aos doentes crónicos / deficientes.

A TEM – Associação Todos com a Esclerose Múltipla, com o estatuto de IPPS desde Julho de 2009 não tem, nem quer ter, fins políticos, mas não podemos deixar passar ao lado, sem mostrar o nosso desagrado com o eventual fim das deduções fiscais na área da saúde (medicamentos, exames, …), sem existir uma alternativa. Não é justo acabar com esta compensação fiscal aos doentes crónicos / deficientes com o argumento “Essas deduções são tanto maiores quanto maior for o rendimento que possuem”.

Um cidadão “normal” não tem a necessidade de ter meios compensatórios e encargos adicionais que os doentes crónicos / deficientes têm no seu dia-a-dia (médico da especialidade, psiquiatra, fisioterapia, transportes, medicamentos, ajudas técnicas, cadeira de rodas, elevador, obras de adaptação, …).

Na verdade, as pessoas que têm uma doença crónica / deficiência não se importariam de trocar os benefícios fiscais pela sua doença crónica / deficiência.

Este governo quer retirar benefícios fiscais a quem mais precisa? Onde está a verdadeira igualdade de oportunidades? Um cidadão dito “normal” que ganhe o mesmo que um doente crónico / deficiente tem as mesmas despesas de saúde, obras de adaptação e outras quejandas que a deficiência / doença crónica arrasta consigo?

Até poderíamos concordar com o fim das deduções fiscais aos doentes crónicos / deficientes, mas infelizmente estas pessoas têm de pagar do seu bolso alguns medicamentos, próteses (com IVA a 21%), consultas fora do Serviço Nacional de Saúde (SNS). De facto quem mais tem, tem a sorte de poder escolher, quem não tem, tem que ter paciência para esperar. É uma questão com o verbo TER. Uns têm algum dinheiro e a doença, outros têm a doença e a dona paciência.

Aproveitamos esta ocasião, apesar de já ser conhecida (25 de Agosto de 2010) dos senhores Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Deputados, Associações de Deficientes / Doentes Crónicos e Jornalistas, que de 1988 até Dezembro de 2006 o modelo de cálculo do IRS permitia aos doentes crónicos / deficientes com uma incapacidade maior ou igual a 60% isentar parte do seu rendimento no cálculo do IRS e que desde Janeiro de 2007 existe um outro modelo que retirou os benefícios (compensações) fiscais em sede de IRS para os substituir por uma dedução à colecta. Se na altura (2007, 2008) o novo modelo fosse melhor, não existiria um período de transição. Chamamos à atenção que apenas e só os doentes crónicos / deficientes com uma incapacidade maior ou igual a 60% têm o direito de uma dedução fiscal específica (à colecta). Os outros que não têm esta incapacidade, mas têm por exemplo asma, bronquite crónica, ELA, EM, lúpus, psoríase, …? Pelo menos tinham uma dedução nos benefícios fiscais. Estas pessoas podem ter estas compensações fiscais (dedução à colecta e /ou benefícios fiscais) porque trabalham.

Na mesma altura, chamamos à atenção para denunciar uma aberração na Lei nº 22-A/2007, de 29/06 (Código do Imposto Sobre Veículos). Uma junta médica pode passar uma declaração de incapacidade permanente vitalícia, nos termos do Dec. Lei nº 202/96, de 23/10. No entanto, nos termos do art. 56º, nº 1, para aquisição de veículo, as declarações de incapacidade permanente terão de ter sido emitidas há menos de 5 anos. Isto é, a declaração vitalícia tem validade de 5 anos! Se considerarem a declaração vitalícia poupava-se mais um pouco.

Sugerimos que não obriguem as pessoas com deficiência motora e suas famílias a irem a uma junta médica, de cada vez que queiram mudar de veículo. Elimine-se “emitida há menos de cinco anos”. Infelizmente, um paraplégico ou um tetraplégico não recupera de cinco em cinco anos. A Direcção Geral das Alfândegas já pode recorrer se existirem dúvidas sobre a declaração, (art. 56º, nº 2) pedindo uma junta médica de verificação. Estas pessoas já têm que se deslocar ao delegado de saúde para renovar a carta de condução frequentemente (no máximo de 3 em 3 anos). O tempo que as pessoas perdem e, a nova consulta custa dinheiro. Se têm dúvidas, a DGA que solicite uma nova junta médica. A renovação da carta, no máximo de 3 em 3 anos, pode ser aproveitada para o delegado de saúde que atribui restrições específicas (uso obrigatório de caixa de mudanças automática, limite de velocidade, …) rectificar automaticamente.

Este governo está a levar a que os cidadãos portadores de deficiência / doentes crónicos tenham os mesmos deveres, mas não os mesmos direitos. A titulo de exemplo, quem tem uma declaração de incapacidade permanente vitalícia (os ditos deficientes motores) tem de conduzir, na sua grande maioria, um veículo com mudanças automáticas. O que implica que não pode conduzir qualquer veículo como um cidadão dito “normal”. Os custos quer de compra do veículo quer de manutenção são superiores.

O Estado anda a pagar consultas fictícias (sem a presença do doente, dita de prescrição) aos hospitais público privados. Nalguns casos, o número de consultas fictícias é superior às efectivas (com presença do doente). Porquê? Quem paga estas consultas fictícias? Eis uma oportunidade para poupança.

O Governo não possui nenhum estudo sobre os custos que, em Portugal, as pessoas suportam por terem uma doença crónica / deficiência.

Entendemos que só após o Governo proceder ao estudo dos custos decorrentes dos diferentes graus, tipos de deficiência e de doenças se deve determinar, de uma forma séria, o que precisa ser alterado.

E o Estado acha que é fácil suportar mais injustiças, como a que se propõe fazer, para somar às que já sentimos?

Apresentamos os nossos prezados cumprimentos,

O Presidente da Direcção da TEM
Paulo Alexandre da Silva Pereira Fonte: Ruptura Vizela

Fome no mundo diminuiu pela primeira vez em 15 anos

As conclusões constam no Relatório da Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO, em Inglês) apresentado hoje em Itália. O número de pessoas que passam fome diminuiu 9,6% em 2010 devido à recuperação económica mundial e à baixa de preços dos alimentos face a 2008.

Segundo o relatório da FAO, o número de pessoas que passaram fome no mundo em 2010 diminuiu de 1,023 biliões para 925 milhões, uma diminuição registada pela primeira vez em 15 anos, mas a organização alerta que ainda assim os números continuam elevados.

Os resultados, apresentados em conjunto com o Programa Alimentar Mundial (WFP, em inglês) são animadores mas o relatório refere que, ainda assim, estão longe de atingir a Meta 1 dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, da ONU, que tem como premissa reduzir para 10% a fome nos países em desenvolvimento até 2015.

“Ainda que tenha ocorrido um esperado declínio, o primeiro em 15 anos, quase 1 bilião de subnutridos no mundo continua a ser um número alto demais e acima do objectivo estabelecido pelas metas do milénio, que era de reduzir pela metade o número de vítimas da fome no mundo até 2015”, diz o documento, apresentado na sede da FAO, em Roma, Itália.

A região da Ásia e do Pacífico continua a ser a mais afectada com 578 milhões de pessoas sem acesso às condições básicas de alimentação, mas foi também a região onde a fome mais diminuiu em 2010 (- 12%). Bangladesh, China, República Democrática do Congo, Etiópia, Índia, Indonésia e Paquistão são os países mais afectados por esta calamidade. Só na China e Índia juntas vive 40% da população mundial afectada pela fome. A África Subsariana continua a ser a segunda região onde mais pessoas fome no mundo (239 milhões de pessoas), seguida da América Latina e Caraíbas (53 milhões), Norte de África (37%) e países desenvolvidos (19 milhões).

A organização das Nações Unidas para a alimentação atribui esta descida à melhoria do acesso aos bens primários, sobretudo nos países em desenvolvimento, e à descida de preços dos bens essenciais, depois do período alarmante em 2008, que fez disparar o preço do trigo nos mercados mundiais. Apesar também da aparente saída da crise financeira mundial, a FAO refere que a luta pela erradicação, levada a cabo pelos governos, não deve parar.

A maioria das pessoas afectadas pela fome vive nos países em vias de desenvolvimento (98%), o que corresponde a cerca de 16% do total da população destes países. A FAO alerta os governos para continuarem a criar condições para o desenvolvimento da agricultura, para expandirem as suas redes de necessidades básicas às populações e apostarem na dinamização das zonas rurais e urbanas pobres.
Fonte: Sapo noticias

Cuidados continuados... 1200 à espera de internamento

Doentes de Lisboa chegam a esperar seis meses. Aguardam-se mais mil camas este ano

Há 1200 doentes portugueses à espera de uma vaga para internamento da rede nacional de cuidados continuados integrados neste momento. O tempo de espera pode chegar aos seis meses na região de Lisboa, "que, sozinha, concentra metade dos doentes à espera no País", diz ao DN Inês Guerreiro, coordenadora da rede.

Os recursos, sejam eles camas, unidades e pessoas formadas, têm crescido desde que o programa começou em 2006, mas os objectivos em termos de camas disponíveis estão abaixo de 50% do previsto para 2013 e, no caso dos cuidados paliativos, estão em 30%.

O principal problema "está nas unidades de longa duração, onde os doentes ficam mais de três meses e até podem ficar até ao final de vida", refere. Por essa razão, as vagas são ainda poucas para a procura, também ela crescente. Nestas unidades, as camas destinam-se a pessoas que têm problemas crónicos, incapacitantes e que impossibilitam a independência do doente, que tem de estar sob o olhar atento dos técnicos.

No País existem 1200 pessoas à espera mas, "só na região de Lisboa, a espera após referenciação é tão elevada. No Norte, onde temos o dobro das camas, a espera pode chegar a dois meses, mas também ser de menos do que isso", realça Inês Guerreiro. No caso dos cuidados paliativos há menos pessoas em espera - cerca de 40 - mas há casos onde se supera um mês ou mais. Ainda assim, admite que "ainda há muitas pessoas que não são referenciadas para a rede".

A coordenadora da rede espera que haja "mais mil camas de cuidados continuados este ano, cerca de 200 em Lisboa". Ao mesmo tempo, o reforço dos cuidados domiciliários ajudará a desanuviar estas unidades de longa duração, missão que os centros de saúde também têm vindo a reforçar.

As dificuldades de resposta, porém, não se devem apenas a camas a menos ou unidades em falta. Inês Guerreiro refere que "os hospitais deviam referenciar estes doentes para estas unidades logo 48 a 60 horas após entrarem no hospital. Estão demorar muitas vezes entre 15 e 20 dias", refere.

Apesar de neste momento já existirem equipas de gestão de alta em todos os hospitais, ainda tem de se combater esta que "é uma questão cultural" e que atrasa a resolução de um problema. Depois do pedido, ainda é necessário dar alguns passos, como a assinatura de um consentimento informado para o internamento.

Inês Guerreiro sabe ainda que "há muitas pessoas a quererem receber apoio em casa, mas os próprios familiares não têm disponibilidade ou não querem, mesmo quando podem aceder a cuidados domiciliários. As famílias têm de aprender a cuidar dos seus mais velhos e a deixar estas respostas para quem não tem mesmo família ou tem condições mais difíceis".

Além do reforço de equipamentos estipulado, que a ministra Ana Jorge decidiu antecipar de 2016 para 2013, o Governo tem investido na formação de profissionais nestas áreas. Até 2013, espera-se que haja mais de mil enfermeiros e médicos formados só na área dos cuidados paliativos. 52 das 144 equipas domiciliárias já estão treinadas para o efeito.
Fonte: Deficiente-Fórum

Privados asseguram metade das consultas e um quarto dos internamentos em Portugal

Metade das consultas médicas em Portugal são feitas por privados que asseguram um quarto dos internamentos, cinco por cento das urgências e dispõem de 15 por cento das camas, segundo dados da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).

Segundo esta organização, questionada a propósito do Dia do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que se assinala na quarta-feira, os privados oferecem já 40 por cento dos cuidados de saúde em Portugal.

Os maiores grupos privados de saúde em Portugal são a Espírito Santo Saúde (220 milhões de euros em 2009), HPP Saúde (150 milhões de euros) e a Mello Saúde (265 milhões de euros), que detêm 70 por cento da quota de mercado.

A Trofa Saúde e a AMI - Assistência Médica Integral lideram uma segunda linha de unidades independentes da órbita bancária.

Em conjunto, e segundo a APHP, os cinco grupos detêm 64 unidades, entre as quais hospitais, clínicas, casas de repouso e laboratórios.

As unidades de saúde privadas representam, na sua globalidade (estes cinco e os restantes), 5000 camas e 25 por cento da capacidade cirúrgica nacional.

Para a APHP, o grande impulsionador deste crescimento dos privados na saúde são os seguros de saúde: mais de 20 por cento da população portuguesa (mais de dois milhões) já tem seguro de saúde.

Dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) indicam que as pessoas seguras em Portugal cresceram de 1 424 690 em 2001 para 2 178 149 em 2008.

Ao longo destes anos, o sector privado mudou, passando de "um sector desfragmentado, composto essencialmente por pequenos consultórios individuais dedicados a cuidados em ambulatório" para "um mercado organizado, dominado por grupos económicos detentores de estruturas prestadoras de grande dimensão, e onde os profissionais de saúde são, maioritariamente, assalariados".

Em 2005, a medicina dentária era a especialidade que contabilizava a maior proporção de consultas privadas (92,1 por cento), seguida da ginecologia (67,6 por cento), a oftalmologia (66,9 por cento), a cardiologia (54,2 por cento), a ortopedia (45,5 por cento), a pediatria (31,1 por cento) e a clínica geral (17,1 por cento).

Segundo o estudo "Os seguros de saúde privados no contexto do sistema de saúde português", encomendado para a APS, entre 2007 e 2008, "o prémio médio por pessoa segura diminuiu ligeiramente (para 256 euros)".

Em relação aos custos totais das seguradoras por tipo de cobertura, o mesmo estudo concluiu por um "enorme peso das despesas com cuidados em ambulatório e com internamentos hospitalares e partos".

Em 2008, os custos totais em ambulatório foram de 211 328 612 euros e, no internamento hospitalar e parto, 116 556 235 euros.

Segundo a APHP, o volume de negócios das unidades privadas em 2009 rondou os 900 milhões de euros, valor que deverá aumentar para 1000 milhões de euros em 2010.
Fonte: Lusa/Sapo

domingo, 12 de setembro de 2010

47% dos estabelicimentos de saúde privados sem rampa de acesso

A maior parte dos estabelecimentos de saúde privados não tem rampas de acesso para os doentes em cadeiras de rodas. Segundo um estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que teve como objectivo analisar o acesso dos utentes a consultas de Medicina Geral e Familiar em 82 unidades privadas, 47% não tinham as referidas rampas.

Apenas 34% responderam afirmativamente, sendo que 18% (quinze) garantiam que o acesso a deficientes seria assegurado mesmo sem condições.

Os tempos de espera por uma consulta de Medicina Geral pode ir até uma semana nos privados; nos centros de saúde pode demorar um mês.

Nos preços, são os privados que ultrapassam os públicos. Uma consulta de Medicina Geral varia entre os 60 euros em Lisboa e os 33 na Guarda, sendo que a média nos restantes distritos está acima dos 40 euros. Em termos globais, o estudo conclui que cerca de 95% da população residente em Portugal continental se encontra a menos de 30 minutos de uma unidade de saúde privada. Vila Real e Beja são os distritos onde o acesso a consultas no privado é mais difícil. Faro e Portalegre foram considerados os distritos com um acesso mais facilitado.
Fonte: Correio da Manhâ

Seminário Afectos, Sexualidade e Deficiência em Vila do Conde

A Câmara Municipal e a Equipa DAP de Vila do Conde (Deficiência, Abordagem Plurinstitucional) vão levar a efeito nos dias 1 e 2 de Outubro, no Auditório Municipal de Vila do Conde, um Seminário subordinado ao tema "Afectos, Sexualidade e Deficiência".

Esta iniciativa tem como destinatários preferenciais, os profissionais e técnicos das diferentes áreas com intervenção directa ou indirecta junto deste grupo específico, as pessoas com deficiência e suas famílias e as Instituições cujo trabalho incide sobre esta população.

Para mais informações, contacte:

Divisão de Acção Social

Câmara Municipal de Vila do Conde
Praça Vasco da Gama
4480-840 Vila do Conde - Portugal
Tel.: [+351 252 248400] Fax: [+351 252 641853]
E-mail: eugenia.moreira@cm-viloadoconde.pt
Website: www.cm-viladoconde.pt

Estacionamento para deficientes em Leiria

A correria por um lugar de estacionamento automóvel começa cedo na cidade do Lis. Fugir ao parqueamento pago é o objectivo e, depressa se instala a confusão, sobretudo junto aos serviços públicos. Agora, imagine que é portador de uma deficiência motora. Irremediavelmente, a procura por um lugar vago aumenta as 'dores de cabeça' para os cidadãos com mobilidade reduzida. Foi o que fizemos.

Vestimos 'a pele' de um automobilista que necessita de uma cadeira de rodas para se deslocar fora da viatura, e fomos à procura de estacionamento automóvel junto aos locais públicos, nomeadamente de prestação de serviços e de actividades culturais. A 'tarefa' revelou-se impossível na sua quase totalidade, uma vez que esses lugares não existem ou estão distantes dos serviços que queremos aceder.

'Visitamos' 17 locais, e se a maioria até já tem acessos para pessoas com mobilidade reduzida, nomeadamente através de rampas, o mesmo não se pode dizer do estacionamento para esses cidadãos, como está estipulado por lei. Aliás, em muitas situações existe, de facto, estacionamento, mas ele é pago, não deixando alternativa à pessoa com 'deficiência', e mesmo que essa opte por pagar, em algumas das situações não há estacionamento livre ou não tem condições - por exemplo de espaço - para um utente com cadeiras de rodas sair da viatura em condições de segurança.
Conheça, aqui o resultado desta aventura.

Deficiprodut

Deficiprodut é uma empresa que comercializa artigos em pele produzidos artesanalmente por cidadãos portadores de deficiência.

O principal objectivo desta empresa passa por ocupar e integrar cidadãos portadores de deficiência com dificuldades de inserção social. Além disso, o trabalho proporciona-lhes uma fonte de rendimento e uma hipótese de se sentirem úteis.

Este projecto surgiu em Agosto de 1995, fruto de um sonho e da união de esforços entre Aristides de Sousa, a sua esposa e o seu pai. O próprio Aristides de Sousa é portador de uma deficiência motora, tendo sofrido sequelas de poliomielite nos membros inferiores.

O projecto começou em Santa Maria da Feira, muito humildemente, sendo constituído por três deficientes motores, mas cedo os seus resultados revelaram-se tão satisfatórios que 3 anos depois a empresa tornou-se oficial, tendo já recebido dois Prémios de Mérito. Actualmente a empresa é constituída por 35 funcionários, entre eles 22 são portadores de deficiência.

Esta empresa surgiu de um sonho pelo qual os seus fundadores lutaram, e para que eles possam continuar a crescer e a dar uma nova esperança às pessoas portadoras de deficiência que nela trabalham, não deixem de visitar o seu site. Nele podem encontrar todos os seus produtos, podendo inclusive encomendá-los online.

Festival D'ar-te divulga lado artistico das pessoas com deficiência em Anadia

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Anadia organiza primeira edição do festival que conta com espectáculos de dança, música e teatro com a participação de pessoas portadoras de deficiência.

A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Anadia vai realizar, nos próximos dias 24 e 25 de Setembro, sexta-feira e sábado, respectivamente, a partir das 14.30 horas, a primeira edição do “Festival D’ARte”, com espectáculos que vão ter lugar no Cineteatro Anadia, realizando-se apenas dois deles no Museu do Vinho Bairrada, igualmente situado na cidade de Anadia.

Trata-se de um evento que vai consistir num conjunto de espectá-culos variados, apresentados pelos utentes de instituições oriundas de diversos pontos do país, com uma particularidade: todos os espectáculos vão contar com a participação de pessoas portadoras de deficiência.

Maria Madalena Cerveira, pre-sidente da Direcção da APPACDM de Anadia, explica que o “Festival D’ARte 2010” é um “encontro nacional de espectáculos de artes, nomeadamente, música, teatro e dança, apresentados por grupos artísticos das instituições congéneres, com o objectivo último de divulgar as expressões artísticas de pessoas com deficiência”.
De acordo com a dirigente, “pretende-se, igualmente, participar activamente no Ano Europeu do Combate è Pobreza e Exclusão Social, renovando o nosso compromisso social para com a justiça social, a solidariedade e a inclusão de diferentes públicos, enquadrando uma política promotora de cidadania, igualdade de oportunidades e igualdade de género”.

Um programa diversificado
Dança, música e teatro é aquilo que não vai faltar durante dois dias, que para Maria Madalena Cerveira se vão revelar numa “boa aposta para um fim-de-semana gratificante”.
No dia 24, sexta-feira, o “Festi-val D’ARte 2010” vai arrancar com espectáculos de dança, teatro e música (in)diferentes. Pelas 14.30 horas, sobe ao palco do Cineteatro Anadia o Grupo de Percussão Zam-bujar (Cerciag), que vai trazer música. Pelas 15 horas actuam os Dança Integrada (APECI), com dança. Cer-ca de 25 minutos depois é a vez de chegar o teatro, com a peça “O Mendigo” (CerciCaper).
Regressa a dança, às 15.40 ho-ras, com Danças Populares (Cercilei) e às 16.10 horas volta ao palco o teatro, com o “Feiticeiro de Oz” (Criarte).

Museu recebe dois espectáculos
A festa continua na sexta-feira com um espectáculo de música trazido pelo Grupo de Jazz (APPDA), às 19 horas, desta vez no Museu do Vi-nho Bairrada. Pelas 19.45 horas, o mesmo espaço recebe mais música com a Orquestra Santo Amaro (APPACDM de Anadia).
De regresso ao Cineteatro Ana-dia, às 20.30 horas, teatro com a peça “Totó e Babá no Mundo das Cores” (APPACDM de Santarém) e uma hora depois, para fechar com “chave de ouro” este dia, mais tea-tro, desta vez com a peça “Novas histórias de Clown’s” (Cerciama).

Evento continua no sábado
Já no sábado, dia 25, o Cineteatro recebe às 15 horas a dança “Renas-cer” (CerciLisboa) e pelas 15.35 ho-ras o teatro “Somos” (APPACDM do Porto). Cerca das 16.25 horas, dan-ça Robotic (CerciOeiras), seguindo--se, às 16.45 horas, música: “Tok Solar” (CASP).
A festa prossegue com a dança “Corpos com Ritmo” (APPACDM de Anadia), às 17.05 horas. Após uma pausa para jantar, pelas 20.30 ho-ras sobe ao palco do Cineteatro a peça “Perguntas de um Mendigo que lê” (Crinabel). O teatro conti-nua, mas desta vez com a peça “Ideias em viagem” (Espaço T), às 21.20 horas.

O encerramento do primeiro “Festival D’AR-te 2010” está programado para as 22.10 horas. De acordo com a Direcção da APPACDM de Anadia, ao longo destes dois dias são esperados espectáculos “de grande qualidade e a não perder”.
Fonte: Jornal Litoral Centro

Programa ACESSO


Programa Acesso da UMIC.

Acessibilidade para cidadãos com necessidades especiais.

Gulliver na invicta

Nos dias 24, 25 e 26 de Setembro, A Gulliver desta vez convida-o a ir até à cidade do Porto.

PROGRAMA:

Experiência Casa da Música

Caves do vinho do porto

Festa do Outono em Serralves …

…e muito mais!!!!

INFORMAÇÕES E MARCAÇÕES:

Susana Pinto e João Pedro Cadima, tlm: 96 222 79 98

e-mail : gulliver@gulliver.pt

Guia do utente do Serviço Nacional de Saúde (SNS)

No nosso País, os serviços oficiais para prestação de cuidados de saúde à população encontram-se organizados num Serviço Nacional de Saúde (SNS). Para além do SNS, existem diversos subsistemas de saúde, instituições de saúde privadas e profissionais em regime liberal.

O presente Guia pretende dar a conhecer o Serviço Nacional de Saúde na óptica do utilizador. Neste contexto, um cidadão, ou utente, mais informado sobre os serviços que tem à sua disposição, sobre as regras de utilização desses mesmos serviços e sobre os seus direitos e deveres pode participar de modo mais eficaz no esforço de melhoria que se pretende.
Consulte aqui o Guia do SNS.