Oito instituições assinaram hoje na Lipor, em Ermesinde, um protocolo para o estudo da criação de um equipamento semelhante aos ecopontos que permita a pessoas com deficiência ou incapacidade física depositar resíduos para reciclagem.
O Projeto R+ reúne a Lipor -- Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, Instituto Nacional para a Reabilitação, Otto Multiservei Soluções Ambientais, Agência Portuguesa do Ambiente, Junta Metropolitana do Porto, Ordem dos Arquitectos, Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal e Sociedade Ponto Verde.
Este acordo tem a duração inicial de um ano e visa "associar dois temas: a separação de resíduos (e a reciclagem) e o seu fomento junto das pessoas com deficiências ou incapacidade".
As organizações subscritoras comprometem-se a "projectar e conceber o equipamento ideal susceptível de uma usabilidade total", incluindo por pessoas com deficiência.
O futuro equipamento será testado na via pública, para ser avaliada a adesão da população alvo antes da generalização da sua colocação em toda a área de intervenção da Lipor.
O protocolo de cooperação do Projecto R+ foi assinado na presença da secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz.
Fonte: DN Ciência
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Mãe?
Minha coluna, este mês no Vida Mais Livre: Impossível ficar indiferente ao choro, palavras imperceptíveis em voz alta, e aparente sofrimento, vindas de um rapaz, sentado numa cadeira de rodas, que chegava à clínica de fisioterapia, acompanhado por uma senhora que a todo o custo e debruçando-se sobre ele o tentava silenciar.
Fiquei com dúvidas se seria sua Mãe e associei aquele desconforto a sua possível doença. Muitos portadores de AVC, por exemplo, choram com muita facilidade e frequência, e em alguns casos, também não conseguem articular as palavras.
Imediatamente saiu do gabinete uma médica fisiatra que tratando-o pelo nome próprio, cumprimentou-o e muito carinhosamente, ao mesmo tempo que lhe fazia perguntas, corria com as mãos o seu tronco, onde ele tentava indicar o que lhe doía.
A senhora que o acompanhava começou sem parar a dizer que ele tinha tirado o dia para aborrecê-la, que doutora não ligasse, que veio o caminho todo a enchê-la de nervos, que aquilo eram mimos e virou-se de frente para a cadeira de rodas, num tom ameaçador e muito alto gritava que ele estava a envergonhá-la, se não tinha vergonha daquelas birras, que nunca mais saía com ele, que ela sabia bem do que ele precisava…Uma cena horrível e desumana.
De repente, o rapaz deixou de chorar e médica dizia: “vês, tinhas razão! Afinal estás com uma ferida infectada nas costas que o colete te criou, por estar mal posto. Vamos já tratar disso.
Carinhosamente, o rapaz, com sons, e à sua maneira, mostrava-lhe o seu agradecimento. Levaram-no para o gabinete da médica. Ao saírem, sua acompanhante ainda continuava muito agressiva com ele, embora o rapaz já não fizesse barulho algum.
Quando foi minha vez de ser consultado, confrontei a médica do porquê de ela não chamar a atenção da senhora, porque ela não poderia tratá-lo daquela maneira.
Disse-me que ele chorava porque usa um colete em volta do abdomen (para corrigir não sei o que), colete esse que é feito de um material duro, e, ao ser colocado de forma incorreta, ele começou a feri-lo, e assim continuaria se não fosse corrigido o mau posicionamento.
Adiantou também que conhecem bem a família dele, e se ela a confrontasse, certamente que nunca mais traria o filho a qualquer tratamento, e seria bem pior para ele.
Perante isto o que pensar ou fazer? Eu não soube.
Fiquei com dúvidas se seria sua Mãe e associei aquele desconforto a sua possível doença. Muitos portadores de AVC, por exemplo, choram com muita facilidade e frequência, e em alguns casos, também não conseguem articular as palavras.
Imediatamente saiu do gabinete uma médica fisiatra que tratando-o pelo nome próprio, cumprimentou-o e muito carinhosamente, ao mesmo tempo que lhe fazia perguntas, corria com as mãos o seu tronco, onde ele tentava indicar o que lhe doía.
A senhora que o acompanhava começou sem parar a dizer que ele tinha tirado o dia para aborrecê-la, que doutora não ligasse, que veio o caminho todo a enchê-la de nervos, que aquilo eram mimos e virou-se de frente para a cadeira de rodas, num tom ameaçador e muito alto gritava que ele estava a envergonhá-la, se não tinha vergonha daquelas birras, que nunca mais saía com ele, que ela sabia bem do que ele precisava…Uma cena horrível e desumana.
De repente, o rapaz deixou de chorar e médica dizia: “vês, tinhas razão! Afinal estás com uma ferida infectada nas costas que o colete te criou, por estar mal posto. Vamos já tratar disso.
Carinhosamente, o rapaz, com sons, e à sua maneira, mostrava-lhe o seu agradecimento. Levaram-no para o gabinete da médica. Ao saírem, sua acompanhante ainda continuava muito agressiva com ele, embora o rapaz já não fizesse barulho algum.
Quando foi minha vez de ser consultado, confrontei a médica do porquê de ela não chamar a atenção da senhora, porque ela não poderia tratá-lo daquela maneira.
Disse-me que ele chorava porque usa um colete em volta do abdomen (para corrigir não sei o que), colete esse que é feito de um material duro, e, ao ser colocado de forma incorreta, ele começou a feri-lo, e assim continuaria se não fosse corrigido o mau posicionamento.
Adiantou também que conhecem bem a família dele, e se ela a confrontasse, certamente que nunca mais traria o filho a qualquer tratamento, e seria bem pior para ele.
Perante isto o que pensar ou fazer? Eu não soube.
Programa RAMPA
As autarquias e comunidades intermunicipais podem, a partir desta segunda feira, candidatarem-se ao programa RAMPA, que visa eliminar barreiras físicas e arquitectónicas, e que financia cada projecto até ao máximo de 300 mil euros.
Da responsabilidade do Programa Operacional Potencial Humano (POPH), o “RAMPA” (Regime de Apoio aos Municípios para a Acessibilidade) é a segunda geração de planos de promoção de acessibilidades.
O gestor do POPH, Rui Fiolhais, explicou à agência Lusa que na primeira fase aderiram 58 promotores, que fizeram o diagnóstico, mas “ainda não deram o passo seguinte, que é o desenho da conceção de um plano”. O investimento envolvido foi de cerca de 9.3 milhões de euros.
O POPH pretende agora “maior visibilidade” e através do programa “Rampa” apoiar a “elaboração de planos locais ou regionais que promovam as acessibilidades no espaço público”.
“No fundo, é um programa ao serviço da melhoria da qualidade de vida, da mobilidade urbana, tendo como grande pano de fundo e preocupação a melhoria da acessibilidade para as pessoas com deficiências ou incapacidades”, afirmou o responsável.
Este programa pode apoiar e financiar três tipos de actividades: o diagnóstico, ou seja o conhecimento do terreno; a formação e sensibilização de arquitectos, técnicos e cidadãos com deficiência e o desenho de planos de promoção da acessibilidade.
O apoio do POPH termina “à porta da obra” porque o objectivo é “estimular respostas ao nível das autarquias para um problema de fundo, que é a criação de condições de mobilidade urbana adequadas”.
Rui Fiolhais lembrou que como as intervenções são em espaços partilhados por qualquer tipo de pessoa, “o número de beneficiários excede sempre o perímetro dos cidadãos com deficiência”.
A expetativa nesta fase é de “alargar em mancha de óleo o número de câmaras e entidades municipais que se candidatem ao programa”.
O investimento, anunciou o responsável, deverá ser superior ao da primeira fase, mas sem ser “necessariamente preciso” porque existe “alguma folga” para ajustar a resposta em função das candidaturas apresentadas.
As candidaturas fecham a 14 de Setembro de um programa que pode apoiar até 300 mil euros e uma execução de três anos.
Fonte: Construir
O “RAMPA” será apresentado esta sexta feira, na Universidade de Aveiro, com a presença de Idália Moniz, Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Vitamina C e o PH
Tomo todos os dias diluído em água, 1g de vitamina C (ácido ascórbico). Compro-a na farmácia, em comprimidos efervescentes. Se for a época das laranjas, intercalo com sumo natural desta fruta. Embora para obter 1g de vitamina C sejam necessárias muitas laranjas.
Faço-o porque sempre verifiquei que me faz muito bem. PH da minha urina tem tendência a ficar muito alto. Na urina normal o PH está entre valores de 5,5 e 6,5. Existem nas farmácias uns rolos com tirinhas, que servem para medirmos em casa valores, é o que faço.
Maneira de os estabilizar é tomando a vitamina C, pois urina alcalinizada e sedimentada é sinónimo de infecções urinárias.
Além de ajudar no funcionamento dos intestinos.
Pós-graduação Estudos Interdisciplinares da Deficiência
1.ª EDIÇÃO (2010/2011)
Director | Prof. Doutor Fausto Amaro e Directora Adjunta | Prof.ª Doutora Paula Pinto
Prazo de candidatura: 1 de Outubro de 2010
Com a participação da Professora Márcia Rioux da Universidade de York (Canadá)
1. Objectivos
A Pós-graduação em Estudos Interdisciplinares da Deficiência, a primeira do género em Portugal, visa proporcionar formação avançada e um novo olhar sobre a deficiência, examinando os factores sociais, políticos, culturais, legais e económicos que definem esta realidade enquanto construto social e contribuem para determinar as respostas colectivas e individuais às pessoas com deficiência. Uma característica chave desta formação é a integração da experiência da deficiência e das perspectivas das pessoas com deficiência como fundamentos do conhecimento e da investigação neste domínio.
2. Destinatários
Profissionais a desenvolverem actividade na área da deficiência incluindo psicólogos, sociólogos, antropólogos, técnicos de serviço social, técnicos de saúde, professores e juristas; pessoas com deficiência e suas famílias; activistas e pessoas interessados em desenvolver conhecimentos nesta área.
3. Condições de Acesso e Selecção dos Candidatos
Licenciatura em qualquer área das Ciências Sociais, do Ensino, do Direito ou das Ciências da Saúde ou em outra área considerada adequada pelo Conselho Científico. Os candidatos serão seleccionados com base na média de licenciatura, considerando também o curriculum académico e profissional.
Fonte e informação completa: Instituto Superior de Ciências Sociais e Politicas
Filhote de Avestruz Caminha com Chinelos
Um filhote de Avestruz Africano, que nasceu com os dedos das patas enrolados, ganhou um par de “chinelos” para caminhar, de acordo com a ANDA – Agência de Notícias de Direitos dos Animais. Quando a cria nasceu, num centro de vida selvagem na Cornualha, os tratadores verificaram que tinha nascido com uma deficiência nas patas.
Uma vez que tinha os dedos das patas enrolados, não conseguia andar e acabou por ser abandonado pela mãe. Para o proteger, os tratadores enfaixaram-lhe as patas e ajudaram-nos a aprender a caminhar. Uma vez que a técnica resultou, confeccionaram-lhe uns chinelinhos com 2,5 centímetros de comprimento. Os veterinários do Paradise Park, em Hayle (Inglaterra), explicam que os chinelinhos verdes poderão corrigir os problemas de formação que ameaçavam a sobrevivência desta ave rara.
“O filhote tem evoluído muito bem. Os criadores levam-nos a passear para que as suas pernas fortaleçam”, referiu David Woolcock, curador do parque, citado pelo jornal “Daily Mail”. A ave passou a ser alimentada manualmente pelos veterinários após ter sido recusada pela mãe. A expectativa é que o filhote apresente um desenvolvimento normal e alcance mais de dois metros de altura em apenas alguns meses.
Fonte: JN OS Bichos (Não resisto a uma noticia e imagem destas...)
Natação Adaptada/Reabilitação Aquatica para Pessoas com Deficiência
Natação adaptada / reabilitação aquática a adultos com deficiência
Para maiores de 12 anos.
- Aprendizagem de natação adaptada para pessoas com necessidades especiais em regime de aulas individuais.
- Exercício aquático para pessoas com necessidades especiais: traumatismo craniano, acidente vascular cerebral e outros problemas neurológicos e ortopédicos.
Tabela de preços:
Individual Semi-individual (2 alunos)
Aula 1xsem. 63€ 55€
Aula 2xsem. 101€ 85€
Aula 3xsem. 141€ 118€
Para ver informações sobre inscrições, pagamentos e contactos deste serviço, clique aqui.
Vila Franca de Xira
Participaram nesta iniciativa cerca de 25 crianças e jovens, distribuídos por cinco equipas, com outros tantos elementos cada uma delas, um deles numa cadeira de rodas e um outros de olhos vendados, através de cinco percursos distintos.
Paralelamente ao Peddy Paper, foi ainda possível aos transeuntes que passavam no Largo do Município, experimentar a sensação de se encontrarem numa cadeira de rodas, ou como invisuais, ultrapassando alguns obstáculos.
Como resultado da análise feita durante o Peddy Paper, através do preenchimento de grelhas de avaliação, serão atribuídas cartas de recomendações, ou certificados de “instituição amiga de pessoas com deficiência”.
Sendo de registar que a iniciativa que contou com o apoio da ACIS, ACAPO, Misericórdia de Alverca, J.F. das Cachoeiras, Cajixira, e PSP (Divisão de Trânsito) foi considerada um êxito em termos de sensibilização.
Fonte: CMVF Xira
Um Longo Caminho a Percorrer
António Martins é obrigado a lidar, todos os dias, com inúmeros contratempos. A sua vida é marcada por momentos em que tem de enfrentar barreiras arquitectónicas e mentais.
No caminho para a farmácia, para a escola ou mesmo para o café onde se encontra com os amigos, António Martins necessita de fazer inúmeros desvios, num trajecto que, para si, seria o mais fácil de percorrer.
Devido a complicações que se sucederam na ocasião do parto, o jovem adquiriu uma paralisia cerebral, que o remeteu para a condição de tetraplégico.
António Martins não conhece outra forma de se deslocar sem ser em cadeira de rodas, mas nem por isso sente que deve limitar ou condicionar o seu quotidiano.
As ruas de Oliveira de Azeméis não parecem estar totalmente preparadas para proporcionar condições a quem não se pode mover pelo seu próprio pé.
Como qualquer jovem de 21 anos, António Martins valoriza os momentos de lazer, passados com os amigos e colegas. Para ir até ao café, onde convive com eles, atravessa, diariamente, cerca de quatro vezes, a Rua Ótão Luís, que faz a ponte entre as ruas Manuel Brandão – onde reside, com a família – e a General Humberto Delgado.
Este caminho permite a António Martins encurtar esse percurso, o que resulta numa maior rentabilização do seu tempo. No entanto, a circulação da cadeira de rodas é, aqui, dificultada por pedras que se encontram no meio da passagem.
Há cerca de três meses, o muro que ladeia esse trajecto começou a desmoronar-se. Devido ao mau tempo, algumas das pedras que o constituem desprenderam-se e rolaram para o centro da rua. E, segundo António Martins, as pessoas ajudaram a “pôr o resto abaixo”.
Os irmãos de António Martins, de 16 e 18 anos, representam, para este jovem, uma ajuda fundamental na ultrapassagem destas barreiras, aos quais lhes coube a tarefa de mover os obstáculos para a beira do caminho.
Não obstante, já lhe aconteceu passar por lá, e os seus irmãos “terem arrumado as pedras e alguns vidros, e, no regresso, estar tudo na mesma”. As suspeitas, cujos motivos são desconhecidos, vão no sentido de alguém praticar este acto por pura maldade.
A autarquia já efectuou os trabalhos de remoção das pedras soltas, mas situações como estas condicionam constantemente a vida de António Martins.
Fonte: Diário de Aveiro
No caminho para a farmácia, para a escola ou mesmo para o café onde se encontra com os amigos, António Martins necessita de fazer inúmeros desvios, num trajecto que, para si, seria o mais fácil de percorrer.
Devido a complicações que se sucederam na ocasião do parto, o jovem adquiriu uma paralisia cerebral, que o remeteu para a condição de tetraplégico.
António Martins não conhece outra forma de se deslocar sem ser em cadeira de rodas, mas nem por isso sente que deve limitar ou condicionar o seu quotidiano.
As ruas de Oliveira de Azeméis não parecem estar totalmente preparadas para proporcionar condições a quem não se pode mover pelo seu próprio pé.
Como qualquer jovem de 21 anos, António Martins valoriza os momentos de lazer, passados com os amigos e colegas. Para ir até ao café, onde convive com eles, atravessa, diariamente, cerca de quatro vezes, a Rua Ótão Luís, que faz a ponte entre as ruas Manuel Brandão – onde reside, com a família – e a General Humberto Delgado.
Este caminho permite a António Martins encurtar esse percurso, o que resulta numa maior rentabilização do seu tempo. No entanto, a circulação da cadeira de rodas é, aqui, dificultada por pedras que se encontram no meio da passagem.
Há cerca de três meses, o muro que ladeia esse trajecto começou a desmoronar-se. Devido ao mau tempo, algumas das pedras que o constituem desprenderam-se e rolaram para o centro da rua. E, segundo António Martins, as pessoas ajudaram a “pôr o resto abaixo”.
Os irmãos de António Martins, de 16 e 18 anos, representam, para este jovem, uma ajuda fundamental na ultrapassagem destas barreiras, aos quais lhes coube a tarefa de mover os obstáculos para a beira do caminho.
Não obstante, já lhe aconteceu passar por lá, e os seus irmãos “terem arrumado as pedras e alguns vidros, e, no regresso, estar tudo na mesma”. As suspeitas, cujos motivos são desconhecidos, vão no sentido de alguém praticar este acto por pura maldade.
A autarquia já efectuou os trabalhos de remoção das pedras soltas, mas situações como estas condicionam constantemente a vida de António Martins.
Fonte: Diário de Aveiro
Diagnóstico Precoce de Alzheimer
Uma investigação do Instituto de Psiquiatria do King's College de Londres descobriu a ligação entre a doença de Alzheimer e os níveis de clusterina - uma proteína frequentemente detectada no sangue de pessoas com distúrbios neurológicos.
Segundo a notícia publicada hoje no site do King's College, a presença de elevados níveis de clusterina no sangue pode indicar a possibilidade de alguém vir a sofrer de Alzheimer, "muitos anos antes de os sintomas surgirem".
De acordo com o estudo, os níveis mais elevados de clusterina estão relacionados com "perdas de memória mais severas e rápidas e com um maior encolhimento da massa cerebral".
O King's College indica que esta investigação poderá permitir "o desenvolvimento de um exame de sangue específico para ajudar a fazer o diagnóstico precoce da doença de Alzheimer" e identificar "tratamentos que possam atrasar ou prevenir lesões cerebrais".
Fonte: DN Ciência
Turismo do Algarve Quer Região Acessível para Todos
O Turismo do Algarve desafiou todas as autarquias da região a encararem de frente a questão da acessibilidade. O que a entidade pretende é que, até ao final do ano, a acessibilidade se torne uma verdadeira marca do turismo algarvio, tornando-se assim numa descriminação positiva para o turismo da região.
A Entidade Regional de Turismo do Algarve desafiou as autarquias a abrirem a oferta turística a pessoas com mobilidade reduzida, através do co-financiamento de um estudo que fará o diagnóstico do destino em matéria de Turismo Acessível. «Queremos um Algarve inclusivo, onde a acessibilidade seja uma preocupação. Por isso lançámos o repto ao sector público, para que sirva de exemplo aos privados, no sentido de fazer o levantamento da oferta regional na área do Turismo Acessível e de criar pólos de atractividade transversais a todos os produtos turísticos», afirma Almeida Pires, vice-presidente do Turismo do Algarve.
‘Um Algarve para todos’ é o mote que serve de base ao estudo que culminará na preparação das intervenções no terreno, medidas que só poderão ser iniciadas depois de se detectarem os problemas existentes e de se encontrarem as soluções.
Segundo uma nota informativa do Turismo do Algarve, as Câmaras Municipais estão a avaliar a proposta sobre a qual deverão pronunciar-se em breve.
Fonte: Turisver
A Entidade Regional de Turismo do Algarve desafiou as autarquias a abrirem a oferta turística a pessoas com mobilidade reduzida, através do co-financiamento de um estudo que fará o diagnóstico do destino em matéria de Turismo Acessível. «Queremos um Algarve inclusivo, onde a acessibilidade seja uma preocupação. Por isso lançámos o repto ao sector público, para que sirva de exemplo aos privados, no sentido de fazer o levantamento da oferta regional na área do Turismo Acessível e de criar pólos de atractividade transversais a todos os produtos turísticos», afirma Almeida Pires, vice-presidente do Turismo do Algarve.
‘Um Algarve para todos’ é o mote que serve de base ao estudo que culminará na preparação das intervenções no terreno, medidas que só poderão ser iniciadas depois de se detectarem os problemas existentes e de se encontrarem as soluções.
Segundo uma nota informativa do Turismo do Algarve, as Câmaras Municipais estão a avaliar a proposta sobre a qual deverão pronunciar-se em breve.
Fonte: Turisver
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Aqui Está um Bom Exemplo
A Administração Regional de Saúde do Alentejo foi premiada pela Organização Mundial de Saúde pelo "Programa de Intervenção Precoce na Infância".
Trata-se de uma rede regional que assegura o apoio domiciliário a crianças com deficiência ou atraso grave de desenvolvimento. O sistema funciona há 10 anos e actualmente ajuda perto de 2400 crianças
Assim se vê que se outras ARS'S não tratam assim suas crianças é porque não querem. Falta-lhes SENSIBILIDADE E VONTADE. Se fossem filhos de alguns dos que se encontram nas chefias, de certeza que encontrariam soluções idênticas.
Trata-se de uma rede regional que assegura o apoio domiciliário a crianças com deficiência ou atraso grave de desenvolvimento. O sistema funciona há 10 anos e actualmente ajuda perto de 2400 crianças
Assim se vê que se outras ARS'S não tratam assim suas crianças é porque não querem. Falta-lhes SENSIBILIDADE E VONTADE. Se fossem filhos de alguns dos que se encontram nas chefias, de certeza que encontrariam soluções idênticas.
Acidente de Trabalho ou Doença Profissional: Importante Saber
Se seu acidente foi de trabalho e precisa de apoio contacte:
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DEFICIENTES SINISTRADOS NO TRABALHO.
Porto: Rua Dr.Aires de Gouveia Osório,142-4100-024
Tel.226 176 796/226 178 608/916 985 027
E-mail: andst6@hotmail.com
Lisboa: Praça Eduardo Mondlane, lote 548 - 1900-277
Tel. 218 596 479 - E-mail: info@andst-lisboa.org.pt
Coimbra: R. Ribeiro Sanches,10 - Edifícios Europa, Lote 2 B - Quinta da Fonte - Areeiro - 3000-268
E-mail: info@andst-coimbra.org.pt
Esta associação dispõe de apoio jurídico e psicológico totalmente grátis.
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DEFICIENTES SINISTRADOS NO TRABALHO.
Porto: Rua Dr.Aires de Gouveia Osório,142-4100-024
Tel.226 176 796/226 178 608/916 985 027
E-mail: andst6@hotmail.com
Lisboa: Praça Eduardo Mondlane, lote 548 - 1900-277
Tel. 218 596 479 - E-mail: info@andst-lisboa.org.pt
Coimbra: R. Ribeiro Sanches,10 - Edifícios Europa, Lote 2 B - Quinta da Fonte - Areeiro - 3000-268
E-mail: info@andst-coimbra.org.pt
Esta associação dispõe de apoio jurídico e psicológico totalmente grátis.
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