“O que eu não daria para ser paraplégico…” É um desabafo forte, quase violento, de um homem, um deficiente militar tetraplégico, que falou com o ELO.
O associado Alberto Jesus Caiado, 62 anos, e a mulher, Luísa Teixeira Caiado, 60 anos, falaram sobre as suas ânsias e preocupações face ao futuro.
Leia a entrevista completa,aqui: http://www.adfa-portugal.com/pdf/1010/09.pdf
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Para um amigo tetraplégico
Um salto, um tombo
Um mergulho rumo ao "crack" da quinta vértebra
As águas claras são como sonhos...
A alma cheia de vida, audácia
Ah... As altas pedras do mar da Croácia!
O brilho do sol ilude a altitude do fundo
O fundo é raso
Como raso é o mundo...
O espírito sim... Este é profundo!
Esse voa, corta os ares
Como escunas, singra mares...
Pois saibas...
Mesmo que em meio à imobilidade
A liberdade ainda está aí
Ela é como sangue em veias
Embora tudo pare
Ele escorre como pensamentos...
Como estes versos...
Como estas lágrimas
Que, apesar de não ser momento
De demonstrá-las,
São mais fortes
Que as contra-intenções
E, ganhando vida própria,
Correm por ti e contigo e... por mim...
Autor: Gê Muniz
Um mergulho rumo ao "crack" da quinta vértebra
As águas claras são como sonhos...
A alma cheia de vida, audácia
Ah... As altas pedras do mar da Croácia!
O brilho do sol ilude a altitude do fundo
O fundo é raso
Como raso é o mundo...
O espírito sim... Este é profundo!
Esse voa, corta os ares
Como escunas, singra mares...
Pois saibas...
Mesmo que em meio à imobilidade
A liberdade ainda está aí
Ela é como sangue em veias
Embora tudo pare
Ele escorre como pensamentos...
Como estes versos...
Como estas lágrimas
Que, apesar de não ser momento
De demonstrá-las,
São mais fortes
Que as contra-intenções
E, ganhando vida própria,
Correm por ti e contigo e... por mim...
Autor: Gê Muniz
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Lisboa, Transportes Cada Vez mais Públicos
A rede de transportes públicos de Lisboa é muito ou pouco acessível? Quais os pontos fortes, e quais os aspectos a melhorar? O que pode ser feito pela Câmara Municipal e pelos diversos operadores de transporte público?
Em Outubro, o Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa vai abordar estas questões. E as opiniões, sugestões e comentários dos cidadãos serão úteis e muito bem vindas – tanto as opiniões de quem usa, como as opiniões de quem gostaria de poder usar mas não consegue.
O Projecto Europeu Mediate desenvolveu uma ferramenta de diagnóstico das condições de acessibilidade na rede de transportes públicos, e Lisboa foi uma das duas cidades europeias seleccionadas para a fase piloto de aplicação dessa ferramenta.
O diagnóstico será feito através de um exercício de auto-avaliação, que envolverá a participação das diversas partes interessadas: operadores de transporte público, organizações representativas de cidadãos com mobilidade condicionada, município e autoridade metropolitana de transportes. Em conjunto, os participantes irão analisar as condições de acessibilidade na rede, de forma a identificar pontos fortes e pontos a melhorar, para se definirem planos de acção.
Atendendo às exigências legais, e à importância estratégica que a rede de transportes públicos tem para a acessibilidade pedonal em Lisboa (e à importância que a acessibilidade pedonal tem para os utilizadores de transporte público) a Câmara Municipal tem vindo a participar no grupo de acompanhamento do Projecto Mediate, em estreita articulação com a Autoridade Metropolitana de Transportes.
Os resultados deste trabalho serão integrados no Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa. Sendo muito importante conhecer a experiência e as necessidades das pessoas com mobilidade condicionada, será dinamizada a participação de organizações do Conselho Municipal para a Inclusão das Pessoas com Deficiência.
AS OPINIÕES PESSOAIS SÃO MUITO IMPORTANTES. Se quiser enviar-nos as suas experiências, opiniões e sugestões pode fazê-lo por e-mail (nucleo.acessibilidade@cm-lisboa.pt).
Muito obrigado pela colaboração.
Pedro Homem de Gouveia, Arquitecto
Em Outubro, o Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa vai abordar estas questões. E as opiniões, sugestões e comentários dos cidadãos serão úteis e muito bem vindas – tanto as opiniões de quem usa, como as opiniões de quem gostaria de poder usar mas não consegue.
O Projecto Europeu Mediate desenvolveu uma ferramenta de diagnóstico das condições de acessibilidade na rede de transportes públicos, e Lisboa foi uma das duas cidades europeias seleccionadas para a fase piloto de aplicação dessa ferramenta.
O diagnóstico será feito através de um exercício de auto-avaliação, que envolverá a participação das diversas partes interessadas: operadores de transporte público, organizações representativas de cidadãos com mobilidade condicionada, município e autoridade metropolitana de transportes. Em conjunto, os participantes irão analisar as condições de acessibilidade na rede, de forma a identificar pontos fortes e pontos a melhorar, para se definirem planos de acção.
Atendendo às exigências legais, e à importância estratégica que a rede de transportes públicos tem para a acessibilidade pedonal em Lisboa (e à importância que a acessibilidade pedonal tem para os utilizadores de transporte público) a Câmara Municipal tem vindo a participar no grupo de acompanhamento do Projecto Mediate, em estreita articulação com a Autoridade Metropolitana de Transportes.
Os resultados deste trabalho serão integrados no Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa. Sendo muito importante conhecer a experiência e as necessidades das pessoas com mobilidade condicionada, será dinamizada a participação de organizações do Conselho Municipal para a Inclusão das Pessoas com Deficiência.
AS OPINIÕES PESSOAIS SÃO MUITO IMPORTANTES. Se quiser enviar-nos as suas experiências, opiniões e sugestões pode fazê-lo por e-mail (nucleo.acessibilidade@cm-lisboa.pt).
Muito obrigado pela colaboração.
Pedro Homem de Gouveia, Arquitecto
Caminho do Xisto Acessível do Gondramaz
O “Caminho do Xisto Acessível do Gondramaz” foi projectado tendo em vista a máxima acessibilidade, permitindo a sua utilização por pessoas portadoras de incapacidade e inclusive, invisuais que têm um sistema interactivo que lhes permite visitar o local, e conhecê-lo com os restantes quatro sentidos.
O traçado deste Caminho do Xisto na Aldeia de Gondramaz, possibilita aos seus utilizadores desfrutar da envolvente natural de Gondramaz, marcada por uma frondosa mancha de castanheiros e carvalhos, observando a aldeia de um plano superior, para depois se poderem embrenhar por ruas, tendo aí um contacto mais próximo com a aldeia. Esta caracteriza-se pelo tipo de construção bastante característico, sendo o Xisto utilizado como matéria-prima base na construção das casas. Contudo, as ombreiras das portas e janelas são de madeira (robustos barrotes de castanho ou carvalho), dada a pouca resistência do xisto para esta finalidade.
O percurso tem o seu início no caminho de terra que circunda Gondramaz, numa zona de acolhimento especialmente construída para o efeito e percorre esta via numa extensão de apenas 40 metros, para inverter por uma vereda em direcção ao centro da aldeia; rodeada por uma mancha significativa de Castanheiros naquilo que sobra do antigo souto da aldeia e nos faz recuar para os tempos mais antigos.
Mais Informações
* Câmara Municipal de Miranda do Corvo
* Praça José Falcão
3220-206 Miranda do Corvo
* (+351) 239 530 320
* (+351) 239 532 952
* camara@cm-mirandadocorvo.pt
* www.cm-mirandadocorvo.pt
Simpósio Internacional "In/capacidade e in/diferença" no Porto
Fui alertado para a realização deste simpósio, pelo nosso querido arquitecto Pedro Homem de Gouveia. Desconhecia. Muito interessante.
Mudemos o foco do indivíduo deficiente para uma sociedade incapacitante e ainda incapaz de aceitar e adaptar-se a diferenças entre humanos. Vejamos assim a deficiência de outra perspectiva e chamemos-lhe outra coisa – incapacidade - de modo a distanciarmo-nos ainda mais de ideologias dominantes incapacitantes. E olhemos para a deficiência não como um défice individual e anormal mas como uma diferença corporal. E assim entremos em diálogo de modo a pensar e a actuar sobre a inclusão e a participação social, a anti-discriminação, a eliminação de barreiras arquitectónicas, comunicacionais, atitudinais, educacionais, vocacionais, legais e pessoais que existem quotidianamente nas vidas das pessoas incapacitadas. No sentido da justiça social, da promoção dos direitos de cidadania e do desenvolvimento da autonomia das pessoas incapacitadas.
Este simpósio tem como objectivo central a promoção do debate entre pessoas incapacitadas, profissionais e investigadores da área da incapacidade. Entendemos que a problematização destas questões não se refere somente às pessoas incapacitadas mas à sociedade portuguesa e, consequentemente, se exige o compromisso e a responsabilidade de todos os actores sociais na promoção da inclusão social efectiva das pessoas incapacitadas e na garantia do respeito pelos seus direitos.
Deste modo, pretende-se perceber o enquadramento de um modelo sociopolítico sobre a incapacidade em Portugal, tratando-se de temas como a acessibilidade e o design inclusivo, a discriminação e a mobilização para a acção, a diferença corporal e a diversidade em sociedade, as relações (in)capacitantes entre profissionais–familiares–pessoas incapacitadas, …. Tendo como objectivo último o encontro de conclusões e de propostas concretas de intervenção na comunidade das pessoas incapacitadas, nas organizações, nas instituições, no poder político e na sociedade, esperando-se que estas sejam relevantes na definição de futuros desenvolvimentos nas intervenções e políticas relativas à incapacidade, no sentido de uma sociedade inclusiva, pluralista e diversa.
Fonte: Blog Simpósio Internacional In/capacidade e In/diferença
Mudemos o foco do indivíduo deficiente para uma sociedade incapacitante e ainda incapaz de aceitar e adaptar-se a diferenças entre humanos. Vejamos assim a deficiência de outra perspectiva e chamemos-lhe outra coisa – incapacidade - de modo a distanciarmo-nos ainda mais de ideologias dominantes incapacitantes. E olhemos para a deficiência não como um défice individual e anormal mas como uma diferença corporal. E assim entremos em diálogo de modo a pensar e a actuar sobre a inclusão e a participação social, a anti-discriminação, a eliminação de barreiras arquitectónicas, comunicacionais, atitudinais, educacionais, vocacionais, legais e pessoais que existem quotidianamente nas vidas das pessoas incapacitadas. No sentido da justiça social, da promoção dos direitos de cidadania e do desenvolvimento da autonomia das pessoas incapacitadas.
Este simpósio tem como objectivo central a promoção do debate entre pessoas incapacitadas, profissionais e investigadores da área da incapacidade. Entendemos que a problematização destas questões não se refere somente às pessoas incapacitadas mas à sociedade portuguesa e, consequentemente, se exige o compromisso e a responsabilidade de todos os actores sociais na promoção da inclusão social efectiva das pessoas incapacitadas e na garantia do respeito pelos seus direitos.
Deste modo, pretende-se perceber o enquadramento de um modelo sociopolítico sobre a incapacidade em Portugal, tratando-se de temas como a acessibilidade e o design inclusivo, a discriminação e a mobilização para a acção, a diferença corporal e a diversidade em sociedade, as relações (in)capacitantes entre profissionais–familiares–pessoas incapacitadas, …. Tendo como objectivo último o encontro de conclusões e de propostas concretas de intervenção na comunidade das pessoas incapacitadas, nas organizações, nas instituições, no poder político e na sociedade, esperando-se que estas sejam relevantes na definição de futuros desenvolvimentos nas intervenções e políticas relativas à incapacidade, no sentido de uma sociedade inclusiva, pluralista e diversa.
Fonte: Blog Simpósio Internacional In/capacidade e In/diferença
domingo, 3 de outubro de 2010
Transporte Adaptado Almada Solidária
O Projecto Almada Solidária consiste num serviço de transporte adaptado para munícipes com mobilidade reduzida e portadores de deficiência, proporcionando uma maior autonomia e conforto nas suas deslocações diárias.
O Transporte adaptado é assegurado pela Câmara Municipal de Almada, através de uma parceria com a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.
Quem pode requerer:
Pessoas com mobilidade reduzida e com deficiência, que se desloquem em cadeira de rodas, residentes no concelho de Almada.
A prioridade é para o transporte de crianças na deslocação para a escola.
Não será assegurado o transporte a crianças com idade inferior a 3 anos.
Onde pode requerer:
Presencialmente
Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM)
Centro de Formação Profissional Quinta dos Inglesinhos, Pêra de Baixo - 2825-108 Caparica
Divisão de Educação
Av. D. Nuno Álvares Pereira, n.º 74 D - 2800-177 Almada
Por telefone
APPACDM - 21 295 5840 / 21 295 4456
Divisão de Educação - 21 272 4700
Por fax
APPACDM - 21 294 3014
Divisão de Educação - 21 272 4777
Nas Escolas frequentadas.
Quando pode requerer?
Pode requerer até ao 1º dia útil do mês de Setembro.
Dentro do horário de atendimento dos serviços:
Divisão de Educação - segunda a sexta: 9h15-12h; 14h-16h30.
APPACDM - FALTA
O que precisa para requerer?
Preencher o formulário disponível nas escolas ou requerer o serviço directamente na Divisão de Educação da Câmara Municipal de Almada ou na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.
Qual o custo?
Sem custos associados.
Outras informações?
O serviço de transporte adaptado prevê o apoio de um auxiliar, tem seguro da viatura contra todos os riscos, seguro pessoal e de passageiros.
Fonte: Câmara Municipal de Almada
O Transporte adaptado é assegurado pela Câmara Municipal de Almada, através de uma parceria com a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.
Quem pode requerer:
Pessoas com mobilidade reduzida e com deficiência, que se desloquem em cadeira de rodas, residentes no concelho de Almada.
A prioridade é para o transporte de crianças na deslocação para a escola.
Não será assegurado o transporte a crianças com idade inferior a 3 anos.
Onde pode requerer:
Presencialmente
Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM)
Centro de Formação Profissional Quinta dos Inglesinhos, Pêra de Baixo - 2825-108 Caparica
Divisão de Educação
Av. D. Nuno Álvares Pereira, n.º 74 D - 2800-177 Almada
Por telefone
APPACDM - 21 295 5840 / 21 295 4456
Divisão de Educação - 21 272 4700
Por fax
APPACDM - 21 294 3014
Divisão de Educação - 21 272 4777
Nas Escolas frequentadas.
Quando pode requerer?
Pode requerer até ao 1º dia útil do mês de Setembro.
Dentro do horário de atendimento dos serviços:
Divisão de Educação - segunda a sexta: 9h15-12h; 14h-16h30.
APPACDM - FALTA
O que precisa para requerer?
Preencher o formulário disponível nas escolas ou requerer o serviço directamente na Divisão de Educação da Câmara Municipal de Almada ou na Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental.
Qual o custo?
Sem custos associados.
Outras informações?
O serviço de transporte adaptado prevê o apoio de um auxiliar, tem seguro da viatura contra todos os riscos, seguro pessoal e de passageiros.
Fonte: Câmara Municipal de Almada
sábado, 2 de outubro de 2010
Governo vai adoptar sistema informático para gerir listas de espera
A Segurança Social vai implementar uma ferramenta de gestão informática para gerir listas de espera nas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), anunciou hoje a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação.
Segundo Idália Moniz, o objectivo é apurar o número em concreto das necessidades de resposta a casos de pessoas com deficiência.
“Nós não tínhamos até agora uma noção real daquelas que são as listas de espera. Estamos a trabalhar uma aplicação informática que fará o levantamento das necessidades por número da segurança social e não por nome”, disse Idália Moniz, secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação.
De visita à Cerciama, uma IPSS de ensino e reabilitação na Amadora dedicada ao apoio a pessoas com deficiência mental, a responsável adiantou que, muitas vezes, os pais, “por desespero, e não por fraude, inscrevem os filhos em várias instituições em simultâneo”, o que impossibilita apurar o número real das listas de espera.
Sem adiantar datas, Idália Moniz explicou que se trata de “uma base de dados que aceita listas de espera por número de identificação social”, em vez do nome, justificando que, desta forma, todo este processo se tornará menos permeável.
A responsável enalteceu o trabalho desenvolvido pelo Governo na área social, onde, garante, ultrapassou todas as metas definidas na antiga legislatura ao aumentar as respostas nesta área, sobretudo as respostas residenciais e de apoio domiciliário.
“Estes programas só são possíveis de ser concretizados porque há conjugação de esforços através da Segurança Social, que por dia transfere para IPSS um valor superior a 3,2 milhões de euros, e as autarquias”, sublinhou a secretária de Estado.
Fonte: Destak.pt
Segundo Idália Moniz, o objectivo é apurar o número em concreto das necessidades de resposta a casos de pessoas com deficiência.
“Nós não tínhamos até agora uma noção real daquelas que são as listas de espera. Estamos a trabalhar uma aplicação informática que fará o levantamento das necessidades por número da segurança social e não por nome”, disse Idália Moniz, secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação.
De visita à Cerciama, uma IPSS de ensino e reabilitação na Amadora dedicada ao apoio a pessoas com deficiência mental, a responsável adiantou que, muitas vezes, os pais, “por desespero, e não por fraude, inscrevem os filhos em várias instituições em simultâneo”, o que impossibilita apurar o número real das listas de espera.
Sem adiantar datas, Idália Moniz explicou que se trata de “uma base de dados que aceita listas de espera por número de identificação social”, em vez do nome, justificando que, desta forma, todo este processo se tornará menos permeável.
A responsável enalteceu o trabalho desenvolvido pelo Governo na área social, onde, garante, ultrapassou todas as metas definidas na antiga legislatura ao aumentar as respostas nesta área, sobretudo as respostas residenciais e de apoio domiciliário.
“Estes programas só são possíveis de ser concretizados porque há conjugação de esforços através da Segurança Social, que por dia transfere para IPSS um valor superior a 3,2 milhões de euros, e as autarquias”, sublinhou a secretária de Estado.
Fonte: Destak.pt
Esclerose Múltipla - Encontros à Volta
ESCLEROSE MÚLTIPLA: UM GUIA PRÁTICO
LOCAL:
Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla
Rua Zófimo Pedroso, 66
1950-291 Lisboa
DATA: 6 de Outubro de 2010
HORA: 18h00
Neste quinto Encontro contaremos com a moderação de Luísa Matias, Alexandra Duque e Sara Nava, que vos convidam para mais um espaço de reflexão acerca da EM.
Nesta sessão pretende-se “descomplicar” todos os conceitos associados à EM e apresentar a rede multidisciplinar que pode e deve estar ao dispôr da pessoa com EM, de forma a facilitar a convivência com esta patologia.
Inscrição Gratuita
Por motivos de organização, pedimos a confirmação da sua presença através dos seguintes contactos:
Email: eventos@spem.org
Tlm: 934 386 910
Tlf: 218 650 480
Moderadores- Luísa Matias (Comunicação SPEM; Portadora de EM)
- Alexandra Duque (Psicóloga SPEM)
- Sara Nava (Assistente Social SPEM)
Programa• Esclerose Múltipla
- O que é a EM?
- O que causa a EM?
- Diagnóstico
- Tipos de EM
- Sintomas e Surtos
- Terapêuticas na EM
• Aprender a viver com EM
- Rede Multidisciplinar de Apoio
- Estilo de vida
- Encontros/Convívios
- Intervenção/Participação
• Discussão
• Avaliação
• Encerramento
Próximos Encontros
27 Outubro: “Papel do Enfermeiro na EM”
- Enfª Cristina Araújo (Hospital Capuchos)
Novembro: “EM e Decisão Clínica”
- Dr. João de Sá (Neurologista - Hospital Sta Maria)
4 Dezembro: Congresso SPEM
> Dia Nacional da Pessoa com EM
Janeiro: “Direitos e Protecção Social da Pessoa com EM”
- Dra. Luísa Albuquerque (Apoio Jurídico SPEM)
- Dra. Sara Nava (Assistente Social SPEM)
Fevereiro: “Fisioterapia e Neuroreabilitação”
- Equipa de Neuroreabilitação SPEM
Fonte: Deficiente-forum
Cadeira Sutra - Sexualidade Activa
O livro mexicano da editora Aktiva do autor Arturo Valdez, Silla Sutra - Sexualidade Activa (Cadeira Sutra na nossa tradução), no qual ele orienta como o deficiente pode descobrir uma nova maneira de prazer, o orgasmo, higiene íntima, lubrificação e posições recomendadas para ele e ela.
O "Cadeira Sutra" é uma maneira de ver a sexualidade e sensualidade das pessoas com deficiência física e também todos o tipos de limitações físicas, mentais e emocionais. Através de especialistas ver se realmente tem soluções teóricas ou científicas recomenda para melhorar a prática e funcional a partir da experiência pessoal e ponto de vista como uma pessoa que ama, sente, move-se, desfrutar e viver com o que você tem e não o que você deixou de ter.
Ações desfrutar a sexualidade e sensualidade, sem julgamentos ou pensamentos errados por falta de informação e orientação, mas com responsabilidade e beneficiar a si mesmo e outras pessoas.
Quais são as consequências ou efeitos de uma lesão da medula espinhal?
Podemos conversar sobre sexualidade e sensualidade?
E sobre a disfunção erétil, ou falta de lubrificação, ejaculação e orgasmo em homens e mulheres com lesão medular?
Se não há nenhum sentimento abaixo da lesão, que pode ser feito e como se sente?
Higiene para a urina, íntimo de rotina, uso de drogas, etc. Assim como várias posições recomendadas por ele e para ela.
Fonte: Ser Lesado
“Romeu e Julieta” apresentado em França
A Associação de Amigos da Arte Inclusiva - Dançando com a Diferença irá marcar presença a 12 de Outubro, em França, na oitava edição do Festival Europeu de Teatro e Deficiência - Orphée com a peça “Romeu e Julieta”.
Esta é a primeira vez que a peça que se estreou, no ano passado, na Madeira será representada no estrangeiro pelo grupo “Dançando com a Diferença”, que ainda esta semana esteve em Madrid.
Quanto ao regresso a França, já que o agrupamento participou naquele festival em 2006, o entusiasmo é grande já que o trabalho do grupo começa a ser reconhecido e cimentado além fronteiras. Ontem, ao nosso jornal, Henrique Amoedo disse que «o processo de internacionalização do grupo começou em 2003/4 e isto é o reconhecimento, porque temos cada vez mais saídas e é um resultado positivo do trabalho que temos vindo a fazer».
A participação no Festival em França foi por contacto directo e a peça “Romeu e Julieta” será apresentada a 12 de Outubro às 20h30 no Théâtre Montansier, na cidade de Versalhes. Relativamente à sua recente participação na cidade de Madrid, Henrique Amoedo afirmou que «foi um sucesso». Apesar de “La Casa Escendida” ser um espaço pequeno de arte contemporânea, os espectáculos aconteceram num pátio com uma plateia restrita de cerca de 150 pessoas e nas duas noites o espectáculo esgotou. «O público ficou surpreendido com a qualidade do trabalho e com a interpretação deles e abriu mais um espaço para convites», anseia o responsável pelo grupo. Os espectáculos “Beatiful People” aconteceram a 25 e 26 de Setembro e estiveram incluídos na oitava edição do Ciclo de Artes Cénicas e Deficiência.
No próximo dia 8 de Outubro, o grupo “Dançando com a Diferença” irá fazer uma apresentação com uma coreografia “Afectos” na ExpoSénior.
De salientar que a Associação tem, neste momento, abertas as incrições para o grupo dedicado às crianças.
Fonte: Jornal da Madeira
3ª Feira Social em Anadia
A Câmara Municipal de Anadia inaugura, no dia 21 de Outubro, pelas 14h30, no Pavilhão dos Desportos de Anadia, a 3ª edição da Feira Social de Anadia. Esta actividade, que decorre de 21 a 23 de Outubro, realiza-se de dois em dois anos e tem como objectivo principal ser a terceira mostra global do trabalho social desenvolvido e implementado no concelho de Anadia
A 3ª Feira Social de Anadia conta com a participação de todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social e Santas Casas da Misericórdia existentes neste concelho (18 instituições), com respostas sociais na área da infância, deficiência, terceira idade e comunidade.
Esta iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Anadia e tem como Núcleo Dinamizador: a Associação Social de Avelãs de Caminho; o Centro Social, Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro; o Clube de Ancas e a Santa Casa da Misericórdia de Sangalhos.
Durante três dias, estarão lado a lado: crianças, jovens, adultos, idosos, instituições e comunidade, numa partilha/celebração da área social:
Dia 21 de Outubro de 2010 (5ª Feira) – A Caminhada Social: da Infância à Terceira Idade!
Dia 22 de Outubro de 2010 (6ª Feira) – Anadia uma Partilha Social!
Dia 23 de Outubro de 2010 (Sábado) – Anadia Social, uma Missão para Todos! – Actuações Musicais de Miguel Moura e Gonçalo Tavares
Esta 3ª edição tem várias novidades face às edições anteriores, nomeadamente, a introdução de uma perspectiva inter gerações, uma exposição sobre o voluntariado e cidadania, um espaço dinâmico sobre a fisioterapia na vertente da comunidade, entre outras.
Instituiu-se 2010 como o ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social e, nesta perspectiva, a Feira Social também promove uma exposição criada pelas próprias entidades participantes intitulada “Olhares sobre a Pobreza e Exclusão Social” e uma campanha de âmbito nacional dinamizada pela Rede Social e a Biblioteca Municipal de Anadia “Um livro faz-me mais rico!”.
Nesta actividade, para além da visita aos stand´s poder-se-á assistir diariamente, à animação permanente em que actuarão os clientes das instituições presentes no evento.
Fonte: Região Bairradina
A 3ª Feira Social de Anadia conta com a participação de todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social e Santas Casas da Misericórdia existentes neste concelho (18 instituições), com respostas sociais na área da infância, deficiência, terceira idade e comunidade.
Esta iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Anadia e tem como Núcleo Dinamizador: a Associação Social de Avelãs de Caminho; o Centro Social, Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro; o Clube de Ancas e a Santa Casa da Misericórdia de Sangalhos.
Durante três dias, estarão lado a lado: crianças, jovens, adultos, idosos, instituições e comunidade, numa partilha/celebração da área social:
Dia 21 de Outubro de 2010 (5ª Feira) – A Caminhada Social: da Infância à Terceira Idade!
Dia 22 de Outubro de 2010 (6ª Feira) – Anadia uma Partilha Social!
Dia 23 de Outubro de 2010 (Sábado) – Anadia Social, uma Missão para Todos! – Actuações Musicais de Miguel Moura e Gonçalo Tavares
Esta 3ª edição tem várias novidades face às edições anteriores, nomeadamente, a introdução de uma perspectiva inter gerações, uma exposição sobre o voluntariado e cidadania, um espaço dinâmico sobre a fisioterapia na vertente da comunidade, entre outras.
Instituiu-se 2010 como o ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social e, nesta perspectiva, a Feira Social também promove uma exposição criada pelas próprias entidades participantes intitulada “Olhares sobre a Pobreza e Exclusão Social” e uma campanha de âmbito nacional dinamizada pela Rede Social e a Biblioteca Municipal de Anadia “Um livro faz-me mais rico!”.
Nesta actividade, para além da visita aos stand´s poder-se-á assistir diariamente, à animação permanente em que actuarão os clientes das instituições presentes no evento.
Fonte: Região Bairradina
Concurso de Poesia “Teu Sorriso…Um Poema”
A APPACDM de Setúbal – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental promove a Quinta Edição do Concurso de Poesia (Comunidade Escolar), subordinado ao tema “Teu Sorriso…Um Poema”, com o objectivo de estimular a actividade criadora das crianças e jovens e sensibilizá-los para a problemática da deficiência mental.
Só serão considerados trabalhos poéticos que abordem temas relacionados com a problemática da deficiência mental.
A este concurso, de âmbito Nacional, podem candidatar-se todas as crianças que frequentam as escolas básicas do 1º ciclo, EB2,3 Ciclos e Secundárias, até à idade de 18 anos e que estejam matriculadas e a frequentar os estabelecimentos de ensino, referenciados.
Os poemas devem ser originais, em língua portuguesa, dactilografados em folhas A4 ou impressos em computador e, que nunca tenham sido apresentados em anteriores concursos desta Associação.
Os trabalhos a concurso devem ser enviados em 3 exemplares, assinados com pseudónimo e identificação (envelope) do estabelecimento de ensino, para:
CONCURSO DE POESIA
(Comunidade Escolar)
APPACDM de Setúbal – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental
Avª S. Francisco Xavier – Lote 8-Cave- 2900-616 Setúbal
A data limite da recepção dos trabalhos será dia 12 de Novembro de 2010 (data do correio).
Fonte e informação completa: O Rio.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)