
“Portimão pode criar uma experiência muito importante em termos de agenda social, criando um projeto-piloto no interior do município”, disse.
De acordo com o autarca, o empreendimento pretende criar respostas sociais ao nível da primeira infância, através de uma creche, do apoio aos desfavorecidos, através de um refeitório e ao nível da terceira idade, com um centro de convívio, que também servirá para pessoas portadoras de deficiência.
“Em tempo de crise, e mais do que nunca, as pessoas devem constituir a grande prioridade das políticas locais”, referiu.
Para além deste projeto, o município de Portimão está a apoiar centenas de famílias que se veem confrontadas com graves dificuldades financeiras e sociais, nomeadamente através do Gabinete de Emergência de Apoio Social, criado há cerca de dois anos.
Assim, para 2011, a autarquia prevê continuar a apoiar diretamente os mais carenciados através da comparticipação de medicamentos (90 pessoas), de bens de primeira necessidade e higiene (150 famílias) e aquisição de bens alimentares (120 pessoas).
A tarifa social da água (643 famílias), o fundo solidário de emergência da EMARP (60 famílias) e o atendimento e apoio social de proximidade (96 famílias) também fazem parte dos apoios prestados pela câmara de Portimão.
Para 2011, a autarquia já anunciou também que vai reforçar a verba destinada ao subsídio de arrendamento em cerca de 500 mil euros, passando agora o valor global para mais de 1,5 milhões de euros. Jornal do Algarve
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